Parques

Caraça - Santuário / Parque

Parque Natural do Caraça

  • Catas Altas - Capela do Sagrado Coração de Jesus - Diego Gazola
  • Catas Altas - Cachoeira Cascatona - Caraça - Henry Yu
  • Catas Altas - Cascatinha - Parque Natural do Caraça  - Leandra Balsamão
  • Catas Altas - Pedra do Imperador - Leandra Balsamão
  • Catas Altas - Trilha do Parque Natural do Caraça - Leandra Balsamão
  • Catas Altas - Cascatona - Leandra Balsamão
  • Catas Altas - Serra do Caraça - vista do Mirante da Cascatona - Leandra Balsamão
  • Catas Altas - Parque Natural do Caraça - Maria Lucia Dornas
  • Catas Altas - Parque do Caraça - Divanildo Marques
  • Catas Altas - Parque do Caraça - Divanildo Marques
  • Catas Altas - Serra do Caraça - Divanildo Marques

Municípios de abrangência
Catas Altas e Santa Bárbara.



Portaria
A portaria fica logo após o Distrito de Brumal. Da portaria até o Santuário são 13 km.  



Distância de Belo Horizonte ao Parque
120 km



Como Chegar
A partir de Belo Horizonte, pegar a BR 381 na direção de Vitória até o trevo para Barão de Cocais e Santa Bárbara. A partir do trevo, são 20 km até Barão de Cocais. De Barão de Cocais, continuar mais uns 5km no sentido Santa Bárbara até encontrar um entroncamento à direita que leva ao Caraça, percorrendo, então, apenas mais 20 km.



Sede Administrativa
Funciona no Santuário. Telefone: 31  3837-2698 / 3837-2698



Infraestrutura


Interna
O Caraça possui restaurante, lanchonete, hotel, centro de informações turísticas e lojinha.  



Entorno
A melhor infraestrutura no entorno do Caraça está no município de Santa Bárbara, que possui hotéis, postos de gasolina, restaurantes, super mercados e farmácias.



Horário de Funcionamento

Segunda a segunda - 8h às 17h. A entrada pode ser feita até 15h30 e a permanência dentro do Santuário do Caraça até às 17h. Quem vai se hospedar no Caraça deverá estar atento ao horário de fechamento da portaria, exatamente às 21h. Após este horário, não há como entrar. 

 
Área

11.233 ha.



Criação
Portaria Ibama nº 32/94-N, de 30 de março de 1994.



Objetivo
Preservar o ecossistema formado por uma conjunção de mata atlântica com cerrado que abriga belas cachoeiras e cascatas, picos, cavernas e uma rica fauna e flora, inclusive com espécies endêmicas.



Mais de 200 espécies de orquídeas já foram identificadas ali. È um local reconhecido internacionalmente como um dos melhores no Brasil para a atividade de observação de pássaros.



Desc
rição 
A área do Santuário do Caraça passou a ser uma Reserva Particular do Patrimônio Natural em 1994, consolidando sua vocação de santuário religioso e ecológico, sendo um verdadeiro laboratório natural. A paisagem formada pela serra do Caraça proporciona cenários realmente especiais. Além da “caraça”, a fabulosa formação rochosa que dá nome ao local, os picos são as grandes referências no cenário do Parque, cujas altitudes chegam a mais de 2.000 metros.


Relevo
Situado na serra do Espinhaço, o Parque Natural do Caraça possui altitudes que variam de 1.200  a  2.080 metros. 



Clima
Devido a altitude, a temperatura do parque é muito amena, ficando, em média, na faixa de 17ºC. 


Vegetação
Por estar em uma área de conjunção, o parque possui uma vegetação rica, com grande variedade de flores. Suas matas abrigam espécies raras de bromélias e orquídeas. Algumas árvores presentes são as candeias, canelas de emas, muricis e quaresmeiras.


Fauna
Por ter tantas matas preservadas, o parque é um paraíso para os milhares de animais que abriga. São macacos como o macaco guigó, quatis, esquilos, antas, gatos do mato e o habitante mais famoso, o lobo-guará, hoje, símbolo do Caraça. Uma das atrações é poder ver o lobo-guará bem de perto, sendo alimentado pelos padres do Santuário, à noitinha. 


O que ver e  fazer
Existem boas opções de passeios em decorrência dos atrativos naturais. Há trilhas mais fáceis para os que não estão acostumados a caminhadas e trilhas mais radicais para os que não dispensam uma boa aventura.


Existem vários atrativos que não são muito distantes do Santuário e podem ser conjugados durante uma visita. No Centro de Informações, são distribuídos mapas que registram as trilhas e distâncias. 


Os principais atrativos são: Cascatinha, Cascatona, pico da Verruguinha, pico do Inficionado (2.030 m), gruta da Bocaina, pico do Sol (2.080 m), gruta de Lourdes, pico da Carapuça (1.955 m), gruta do Pe. Caio, Tabões, Banho do Belchior, Tanque Grande, Pinheiros e Cruzeiro.


Os atrativos mais procurados são:



Cascatinha
Situada a 2 km do centro de informações, esta queda d’água pode ser alcançada por uma trilha muito fácil. É formada por 4 quedas d’água e 4 piscinas naturais, medindo 40 m, suas águas nascem acima das quedas, de onde vêm saltando pela encosta e pelas pedras. As águas têm uma coloração amarelada que aumenta de intensidade no tempo das chuvas, em razão das matérias orgânicas que descem da Serra.

À Cascatinha chega-se tomando à direita no estacionamento dos visitantes. Pela trilha, caminha-se sempre em frente, deixando para trás as entradas à direita para o campo de futebol, a Prainha e a Bocaina.


Cascatona
É um belo local. Sua trilha de 6 Km exige um esforço maior devido a subidas e descidas em terrenos irregulares. Mas, o final da caminhada é recompensado pela linda cachoeira e suas deliciosas águas. Vai-se à Cascatona, descendo a ladeira da Casa das Sampaias e, logo depois da Casa, virando à direita. Logo se verá uma indicação para a direita, apontando o caminho para o Cruzeiro. Para a Cascatona, no entanto, basta continuar reto, sempre em frente.


Cruzeiro
Através de uma trilha que se inicia no portão do Santuário, em frente à igreja, chega-se ao Cruzeiro, local ideal para se tirar àquela foto especial do conjunto arquitetônico do Santuário.



Pinheiros
A trilha para os Pinheiros não chega a 2Km, sendo facilmente percorrida, por ser bem plana. Basta descer a estrada asfaltada até a Casa da Ponte e entrar, logo em seguida, à esquerda. Esta trilha levará diretamente aos Pinheiros, sem ser preciso fazer qualquer volta ou entrar em outras trilhas. É a mesma que leva ao Banho do Belchior, localizado um pouco mais adiante.


Banhos do Belchior
Em meia hora de caminhada chega-se a esse local aconchegante, onde as águas que descem de uma pequena cascata formam uma piscina natural no meio da mata. É um recanto perfeito para relaxar e deixar se envolver pelo som das águas e dos pássaros.


Tanque Grande
Essa trilha leve, que atravessa uma bela mata, é um passeio ideal para quem deseja sentir o prazer de estar em comunhão com a natureza. No final da trilha, está a represa conhecida como Tanque Grande. 


Tabões
Os Taboões estão a 4 Km do Centro Histórico do Caraça. Pode-se ir de carro até certa altura da estrada asfaltada. Quando se avista a placa indicativa, entra-se à direita, a pé, por uma trilha de, no máximo, 10-15 min.


A trilha tem uma bifurcação e ambos os caminhos levam aos Taboões. O da direita leva a uma grande piscina natural. O da esquerda leva a corredeiras formadas por entre o leito rochoso do ribeirão Caraça.


De grande beleza, os Taboões oferecem oportunidade de descanso e lazer, possibilidade de nadar e se banhar. Inclusive, uma pequena duna de areia fina ajuda a formar pequena praia em uma de suas margens.



Pedra do Imperador
No caminho de pedras que se inicia no portão em frente ao Santuário, na direção da Casa das Sampaias, existe uma pedra que traz a seguinte inscrição: D.Pedro II, 1881. Além disso, há o símbolo do brasão do Império. Ambos marcam o insólito fato da queda do Imperador neste local.



Tanque Grande
A trilha para o Tanque Grande não chega a 2 Km. Vai-se até ele caminhando pela estrada asfaltada até a Casa da Ponte. Logo em seguida, entra-se à esquerda, por uma trilha muito fácil de ser percorrida e bem plana. Na primeira bifurcação, toma-se à direita. Mais uma pequena caminhada e se chega ao Tanque.



Capelinha
À Capelinha do Coração de Jesus se vai por uma trilha íngreme de 2 km, que exige certo esforço para ser toda percorrida, devido à altura da Capela, que está 200m acima do Centro Histórico. A trilha começa no estacionamento dos visitantes, perto do lago. Adentrando a mata, caminha-se sempre à frente, passando por um descampado e logo voltando para a trilha mais fechada. Mais no alto, de onde já se pode ver o Centro Histórico do Caraça, um cabo de aço ajuda os visitantes na subida por umas grandes pedras. Para aqueles que querem fazer menos esforço, uma trilha, a modo de escada, foi preparada, desviando, em parte, o visitante dessas pedras. Logo depois dessas grandes pedras, pelas quais se passa caminhando, e não escalando, depara-se com a Capelinha.



Banho do Imperador
O Banho do Imperador era o local, onde, no tempo do Colégio, os meninos tomavam seu banho semanal. Quando da visita de Sua Majestade Dom Pedro II, o próprio Imperador, segundo o relato que fez em seu diário, ali tomou banho, deixando sua imperial assinatura no nome que até hoje este bosque cheio de encantos, cortado pelo ribeirão Caraça, carrega.


É um lugar muito procurado para lazer e confraternizações, por sua beleza, pelo clima agradável e ameno, devido às sombras das árvores, e pela facilidade de se nadar.


Fica a poucos metros do Centro Histórico, bastando apenas descer pela estrada asfaltada.


Bocaina
A Bocaina encontra-se entre o pico do Inficionado e a Caraça. É um grande desfiladeiro, neste contraforte da Serra do Espinhaço. É a Bocaina que propriamente nomeou o Caraça como tal. Em tupi-guarani, caraça é desfiladeiro ou, como hoje dizemos, bocaina, uma grande depressão situada numa serra.


Sua trilha mede em média 5 Km e se vai até lá tomando o caminho da Cascatinha, no estacionamento dos visitantes. Já na trilha, toma-se à direita na terceira entrada, atravessa-se o rio e continua-se em frente, sempre em direção à garganta do Gigante, que está de perfil, deitado na serra do Espinhaço. Quando se chega pela trilha à pedra da Paciência, um afloramento rochoso, segue-se em frente, descendo até sua base, seguindo as setas indicativas, pintadas na rocha, até a Bocaina.


A Bocaina, além da beleza das montanhas e dos campos por onde se passa, oferece uma série de quedas d'água, piscinas naturais e córregos para o descanso e o lazer.


No tempo da seca, a trilha pode ser feita com certa facilidade, apesar da distância. Já no tempo das chuvas, a trilha fica um pouco prejudicada, além de às vezes não ser possível atravessar o rio.


Piscina
A Piscina do Caraça está num pequeno descampado, localizado a menos de 2 Km do Centro Histórico. É rústica, sem ladrilhos, e com água corrente. Um local muito apropriado para o descanso, o lazer e a confraternização.

Vai-se à piscina pela estrada asfaltada, até à placa indicativa, quando se deve virar à esquerda. É dos poucos lugares do Caraça aonde se pode ir de carro.

Outra atração deste lugar, que merece ser visitado, é o Mirante da Piscina. Delá se pode ver a serra do Espinhaço em sua majestosa elevação, o Tanque Grande, a Bocaina e a beleza da natureza caracense.

 

Prainha
A Prainha é, como o próprio nome já diz, uma prainha, em que o ribeirão Caraça passa tranquilamente, com suas margens embelezadas por finíssima areia.

Caminho de fácil acesso, sem a menor dificuldade, plano e sem desníveis. Recomendado para todas as estações. Muito apropriado para crianças, desde que acompanhadas por seus responsáveis, pois as águas são muito rasas e tranquilas, além de ser muito próximo do Centro Histórico, não chegando a 1 Km.

Chega-se à Prainha pela trilha que vai para a Cascatinha, no estacionamento de visitantes. Estando na trilha, a Prainha é a segunda entrada à direita.


Gruta de Lourdes
À gruta de Lourdes se vai pela trilha que leva até a Capelinha e se inicia no estacionamento dos visitantes, seguindo em frente, próximo ao lago dos patos. Estando na Capelinha, toma-se o caminho à sua esquerda, atravessa-se um pequeno riacho até um afloramento rochoso. Nesta rocha, há uma seta pintada, indicando que se deve descer. Logo, outra seta indica que se deve virar à direita. Descendo um pouco mais, a trilha segue à esquerda até a gruta.

A gruta de Lourdes recebeu este nome quando, em 1904, no cinquentenário da proclamação do dogma da Imaculada Conceição pelo Papa Pio IX (1854), ali foi entronizada a imagem de Nossa Senhora de Lourdes.

A trilha, de 3 Km, é bem íngreme e com dificuldades, exigindo certo preparo físico e disposição dos visitantes.


 

Algumas trilhas que necessitam o acompanhamento de um guia
Para aqueles que ousam desafiar os limites do corpo, a serra do Caraça possui sete picos: pico do Sol (o mais alto da cadeia do Espinhaço, 2072m), o pico do Inficionado (2068m), o pico da Carapuça (1955m), o pico da Canjerana (1890m), pico da Conceição (1800m), pico Três Irmãos (1675m) e o pico da Verruguinha (1650m).


É bom ressaltar que, para vencer os obstáculos naturais destas trilhas, que minam a resistência de quem se arrisca, é preciso ter bom preparo físico, boa coordenação motora e estar acompanhado dos Guias Cadastrados no Caraça.


Segundo alguns, "o coração parece saltar pela boca". No entanto, todo esse esforço é recompensado pelas paisagens indescritíveis e pelas belezas típicas de cada pico. Somente quem vence a montanha pode descrever, se houver palavras, a sensação própria de cada subida e da vista que se pode contemplar.


Pico da Carapuça
O pico da Carapuça é o mais próximo e, ao contrário do que se possa imaginar, nem por isso deixa de exigir muito esforço físico, suavizado, é claro, pelas belezas naturais da trilha. São em média 6 km de caminhada.


Todo cuidado é pouco. Há trechos escorregadios e outros que exigem o apoio das mãos. Saindo da mata, encontra-se um platô, quase no topo, de onde se tem uma vista maravilhosa, verdadeiro prenúncio do que virá pela frente. Daí começa-se a contornar o pico. Rochas esculpidas pelo tempo dão asas à imaginação. Pouco depois o topo.


Pico do Sol
O início da caminhada para o pico do Sol é suave: são 2 km até a Cascatinha, uma das pérolas do Caraça. A subida começa por ali, exatamente onde o acompanhamento dos Guias começa a ser imprescindível e onde os próprios guias começam a observar e avaliar melhor as condições físicas e a destreza das pessoas.

Ao atravessar o riacho no topo da Cascatinha, não há quem não pare para apreciar a vista deste mirante, com suas piscinas naturais refletindo o azul do céu antes da queda d’água. É simplesmente fascinante!

Após a travessia de uma mata e de um pequeno platô, inicia-se a subida mais exigente. À medida que se vão superando os obstáculos rochosos, o grau de dificuldade vai aumentando até atingir um outro platô, um grande mirante, o portal de entrada para o vale do pico. A subida torna-se, então, mais suave, mas o vale é longo. Ora se caminha pelo leito rochoso do riacho que existe ali, apreciando suas corredeiras e piscinas, ora pelas margens que desenham sua sinuosa formosura.

Mesmo com o cansaço físico, devido ao longo percurso e às dificuldades do caminho, a exuberante beleza do vale nos impele e encoraja a continuar. No fim do vale, um abrigo em forma de concha, uma parada para descansar, reabastecer os cantis e se preparar para a última etapa, o ataque final.


Pico do Inficionado
Todas as trilhas que levam ao pico do Inficionado atravessam o mosaico natural característico das áreas de transição da mata atlântica para o cerrado, entremeadas pelos campos de altitude e pelos campos rupestres.


São 5 km até a base do pico. No início, a subida é forte e íngreme, exigindo grande esforço e o uso das mãos para vencer os obstáculos. O que só reforça a exigência de que este caminho seja sempre feito com o acompanhamento de guias cadastrados no Caraça. Após esta etapa, a subida é menos fatigante, passando por diversos platôs que permitem observar as belas paisagens e relaxar antes do ataque final.


A última fase também é uma subida acentuada, passando por uma laje de pedra bem inclinada. O esforço é grande, mas a chegada é um espetáculo à parte. Depois de pelo menos 9 km, chega-se ao cume do Inficionado. Uma escultura gigantesca!


O Inficionado é um pico incomum, recortado por fendas profundas, em quase todas as direções, formando uma paisagem única, de beleza indescritível. Além do mais, lá está o maior abismo de mundo em quartzito: a gruta do Centenário.


Campo de Fora
A trilha para o Campo de Fora começa logo depois da Casa da Ponte, entrando-se à esquerda. São 7 km de caminhada. O Campo de Fora é de grande beleza, especialmente por sua vegetação, seu relevo e suas cachoeiras, que só podem ser alcançadas com o acompanhamento dos guias cadastrados no Caraça, devido à distância e às dificuldades de acesso.


Gruta da Bocaina
Entrar no vale da Bocaina parece uma aventura em um passado remoto, há alguns milhares de anos. Uma paisagem primitiva. Logo no início do vale a incrível visão da cachoeira revela uma das belezas escondidas no desfiladeiro.


A gruta fica a aproximadamente 1 Km, subindo pelo leito pedregoso do rio. O vale é encantador e a cada curva do rio vão-se desvendando novas paisagens.


Pouco antes da gruta existe um "mini canion" onde a parada é obrigatória para admirar e fotografar sentado à beira de um paredão negativo. Cinco minutos acima encontra-se a gruta. É preciso usar lanterna para entrar.


O primeiro salão é amplo e nota-se a presença de um rio em seu interior, que, aliás, percorre quase toda a extensão da gruta. Prosseguindo por um corredor estreito, que vai se afunilando até caber apenas uma pessoa, chega-se ao segundo salão, onde há uma pequena queda d'água. Para experimentar e absorver a energia do lugar é essencial apagar as lanternas, ouvir o som das águas, sentir o microclima ambiente e meditar. Um passeio verdadeiramente imperdível!"



Entidade Responsável pelo Parque 
Província Brasileira da Congregação da Missão


É bom lembrar  que:
O sol forte exige chapéu e protetor solar todo o tempo.

O melhor período para visitação dos parques é de abril a outubro, quando chove menos.

Alimentar é importante. Portanto, leve sempre na mochila: frutas, sanduíches, biscoitos e barras de cereais, alimentos nutritivos e práticos.

As caminhadas longas exigem hidratação constante. Tenha sempre uma garrafa d`água mochila. 

Um calçado apropriado e confortável para caminhar (tênis ou bota) é item obrigatório.

O melhor é evitar fumar em um parque. Mas, se o fizer, tome cuidado com seu cigarro, apagando-o depois de fumar.

Nada se deixa em um parque. Todo o lixo deve ser coletado e disposto nos locais apropriados. 

Nada se leva de um parque. Animais, plantas, rochas, frutos, sementes e conchas encontradas no local fazem parte do ambiente e aí devem permanecer.

Caçar, pescar e molestar animais silvestres é crime previsto por lei. Os animais precisam buscar seu próprio alimento para manter o ciclo de vida natural.

É proibida a entrada de animais domésticos por causar problemas como a introdução de doenças e ameaças ao ambiente natural.


Créditos
www.santuariodocaraca.com