Parques

Parque Estadual do Sumidouro

Apresentação

  • Lagoa Santa - Entrada do Parque Estadual do Sumidouro - Maria Lucia Dornas
  • Pedro Leopoldo - Lapa e Lagoa do Sumidouro - Acervo/Prefeitura de Pedro Leopoldo
  • Pedro Leopoldo - Lapa e Lagoa do Sumidouro - Acervo/Prefeitura de Pedro Leopoldo
  • Pedro Leopoldo - Lapa e Lagoa do Sumidouro - Acervo/Prefeitura de Pedro Leopoldo
  • Pedro Leopoldo - Casa de Fernão Dias - Maria Lucia Dornas
  • Pedro Leopoldo - Maria Lucia Dornas
  • Pedro Leopoldo - Interior da Casa de Fernão Dias - Maria Lucia Dornas
  • Pedro Leopoldo - Interior da Casa de Fernão Dias - Maria Lucia Dornas
  • Pedro Leopoldo - Parque Estadual do Sumidouro - Maria Lucia Dornas
  • Pedro Leopoldo - Detalhe da Casa de Fernão de Dias - Maria Lucia Dornas
  • Pedro Leopoldo - Detalhe do Maciço do Sumidouro - Maria Lucia Dornas
  • Pedro Leopoldo - Detalhe do Maciço do Sumidouro - Maria Lucia Dornas
  • Pedro Leopoldo - Parque Estadual do Sumidouro - Maria Lucia Dornas
  • Pedro Leopoldo - Parque Estadual do Sumidouro - Maria Lucia Dornas
  • Pedro Leopoldo - Escoadouro da Lagoa do Sumidouro - Maria Lucia Dornas
  • Pedro Leopoldo - Detalhe do Escoadouro do Sumidouro  - Maria Lucia Dornas
  • Pedro Leopoldo - Detalhe do Maciço do Sumidouro - Maria Lucia Dornas
  • Pedro Leopoldo - Parque Estadual do Sumidouro - Maria Lucia Dornas
  • Pedro Leopoldo - Detalhe do Maciço do Sumidouro - Maria Lucia Dornas
  • Pedro Leopoldo - Pinturas rupestres - Maria Lucia Dornas
  • Pedro Leopoldo - Pinturas rupestres - Maria Lucia Dornas
  • Pedro Leopoldo - Pinturas rupestres - Maria Lucia Dornas
  • Pedro Leopoldo - Pinturas rupestres - Maria Lucia Dornas
  • Pedro Leopoldo - Pinturas rupestres - Maria Lucia Dornas
  • Pedro Leopoldo - Informativo Trilha do Sumidouro - Maria Lucia Dornas
  • Pedro Leopoldo - Caminho para o Parque Estadual do Sumidouro - Maria Lucia Dornas
  • Pedro Leopoldo - Placa informativa - Parque Estadual do Sumidouro - Maria Lucia Dornas
  • Pedro Leopoldo - Capela Nossa Senhora do Rosário - Maria Lucia Dornas
  • Pedro Leopoldo - Placa informativa - Capela Nossa Senhora do Rosário - Maria Lucia Dornas

Municípios de abrangência
Lagoa Santa
(56%) e Pedro Leopoldo (44%)


Portaria
Portaria 1

Museu Peter Lund
Rodovia AMG-115, Km 6 - estrada Campinho/Lapinha - Lagoa Santa
Telefone: 31 3689-8592

Portaria 2
Casa de Fernão Dias
praça Fernão Dias, 10
Distrito de Quinta do Sumidouro, Pedro Leopoldo
Telefones: 31 3661-8165 / 3661-8116


Distância de Belo Horizonte a Lagoa Santa: 39 km



Distância de Belo Horizonte

A 50 km de Belo Horizonte


Como chegar
De BH: seguir pela Linha Verde, no sentido do Aeroporto de Confins (Aeroporto Internacional Tancredo Neves) - no trevo do Aeroporto, entrar à direita, no sentido de Lagoa Santa. Prosseguir 8 km em direção à Serra do Cipó, entrar à esquerda no acesso sinalizado para Parque Estadual do Sumidouro / Gruta da Lapinha.


Sede Administrativa
Museu Peter Lund, Gruta da Lapinha, rodovia AMG-115, Km 6 - estrada Campinho / Lapinha) - Lagoa Santa
Telefone: 31 3689-8592
pesumidouro@meioambiente.mg.gov.br


Infraestrutura
Interna

Centro de Visitantes, banheiros, lanchonete e espaço para exposições.


Centro de pesquisas e alojamento para pesquisadores - Fazenda Sobrado - Pedro Leopoldo


Entorno
Os municípios de Lagoa Santa e Pedro Leopoldo têm excelente conexão rodoviária com Belo Horizonte, que dispõe do Aeroporto da Pampulha, com voos regionais, e do Aeroporto Internacional Tancredo Neves, em Confins, município vizinho ao parque.


Os visitantes podem contar com a infraestrutura turística tanto de Belo Horizonte quanto de Lagoa Santa, onde existem restaurantes, lanchonetes, comércio diversificado e hotéis.


Horário de funcionamento
De terça a domingo - das 9h às 16h30


Área
20,04 Km²


Criação
Decreto nº 20.375, de 3 de janeiro de 1980
Ampliação - Decreto nº. 44.935, de 3 de novembro de 2008


Objetivos
O Parque Estadual do Sumidouro foi criado com o objetivo de preservar e ser referência da memória do patrimônio cultural e natural do carste de Lagoa Santa existente na região de Confins e preservar a biodiversidade associada. A vegetação é composta de mata de galeria, cerrado e vegetação rupícola. A flora é formada por espécies como ipê-amarelo, ipê-roxo, moreira, aroeirinha, jatobá-do-campo, gabiroba, manjoba, mutamba, faveiro, entre outras.


Descrição
Inserido em uma importante Área de Proteção Ambiental - APA Carste de Lagoa Santa -, o parque está situado ao norte da Região Metropolitana de Belo Horizonte e abriga uma paisagem peculiar por suas características cársticas, destacando-se pela beleza cênica do seu conjunto de lagoas, surgências, sumidouros e "poços azuis"; pela morfologia especial do relevo, repleto de feições monumentais: paredões, torres, verrugas, lapas, dolinas e ouvalas; além da expressão magnífica do mundo subterrâneo, isto é, as grutas. Tudo em conjunto indissociável com registros da memória cultural.


O Parque Estadual do Sumidouro é bastante conhecido pela sua utilização turística em razão das grutas, como a da Lapinha e a Arruda, além da lagoa do Sumidouro, aspecto hidrológico mais importante da região, com aproximadamente 15 km de perímetro.


O Sumidouro recebeu esse nome por causa da sua principal lagoa. Um sumidouro é o ponto de drenagem das águas da bacia típica dos terrenos calcários. Trata-se de uma abertura natural para uma rede de galerias, por meio da qual um curso d'água penetra no subsolo. Sua vegetação está bem adaptada à sazonalidade, decorrente de períodos de cheias e vazantes.


Fauna

  • 132 espécies de aves

  • 13 espécies de mamíferos, incluindo marsupiais e roedores

  • 13 espécies de morcegos, que são abundantes graças à abundância de cavernas em toda a área do parque


O Parque Estadual do Sumidouro abriga várias espécies de mamíferos, incluindo aquelas que estão no topo da cadeia alimentar, o caso da onça-pintada e da onça-parda, que correm risco de extinção no país. Outro animal de grande porte registrado no parque é o veado catingueiro, principal alimento das onças. Entre os carnívoros de pequeno porte, destaca-se a irara ou papa-mel, o quati e o cachorro-do-mato. A área também abriga primatas como os saguis ou micos-estrela. Foram registrados ainda dois marsupiais: a cuíca e o gambá. Entre os roedores, apresentam-se o rato-do-capim, o rato-d'água, a capivara, a paca, a cutia, a preá, o coelho tapiti e o pumaré.


Sapos, rãs e pererecas são os anfíbios mais comuns encontrados na vegetação das margens dos rios. Pode-se deparar com as minúsculas pererequinhas, tal como a pererequinha-de-banheiro, que habita ambientes aquáticos. Entre as rãs, estão presentes a rãzinha, a rã-cachorro, a rã-manteiga e a rã-assobiadeira. Destaque para o sapo-cururu, o sapo-cururuzinho e o sapo-bororó, este último típico do ambiente da caatinga.


Flora
O ambiente mais característico é o cerrado; porém, o parque está localizado em uma zona de transição de cerrado para mata atlântica, com ocorrência também de mata seca. No cerrado, predominam árvores com altura entre 5 e 8 metros, centralizadas nas regiões nordeste e leste da lagoa do Sumidouro.


Um dos destaques é o pequi - árvore símbolo de Minas Gerais e de grande importância para o homem - o, pau-terra, a cagaita, o tingui, a sucupira, entre outros. Nas áreas de relevo calcário, predominam as árvores denominadas caducifólias, aquelas cujas folhas caem, geralmente nos meses frios. Elas formam florestas com espécies que alcançam perto de 20 metros de altura, incluindo aroeiras, gameleiras, angicos, cedros, catiguás, embiruçus, paineiras e marias-pobres ou farinhas-secas.


Nesses mesmos ambientes florestais, encontram-se também espécies da caatinga, como os cactos mandacaru e o figo-da-barbária, além de uma vegetação arbustiva, como a pimentinha-do-mato.


Com a interferência humana e o consequente empobrecimento do solo, espécies típicas do cerrado acabaram invadindo a área florestal. Na procura pela formação de pastagens, o ambiente originalmente florestal acabou sendo "savanizado".


O plano de manejo mapeou zonas de recuperação, visando à restauração ambiental em áreas de formação de pastagens e plantio de espécies exóticas de capins, como a brachyaria.


Nas proximidades da Gruta da Lapinha, predominam as árvores semideciduais, que não perdem a totalidade das folhas na estação seca, conservando cerca de 50% delas, e no local atingem entre 15 e 20 metros, sendo seus representantes mais notáveis o angico-vermelho, o angico-branco, o jequitibá-branco e a paineira.


O que ver e fazer
O Parque Estadual do Sumidouro dispõe de uma rede de trilhas baseada em antigos caminhos, classificados como interpretativas; nesse caso, baseadas em diferentes temas, ou contemplativas. Quanto à utilização de todas elas, o visitante deve sempre tomar o máximo cuidado para que não ocorram danos ao ambiente natural.


Gruta da Lapinha
Localizada na região arqueológica de Lagoa Santa, em um maciço formado há 600 milhões de anos pelos restos de fundo de mar que cobria toda a região. Descoberta em 1835 por Peter Lund, seus salões têm espeleotemas de variadas formas, destacando-se os salões Catarata, Couve-flor, Filtração, Catedral, Cascata, Cortinas e Pirâmide. Com 511 metros de extensão, atinge profundidade de 40 metros. O percurso é iluminado com LEDs, gerando economia de energia, diminuição de temperatura interna, menor interferência no microclima local, além da valorização cênica do interior. A gruta possui serviços de visita orientada.

 

Grau de dificuldade
baixo


Localização:rodovia AMG-115, Km 6 - estrada Campinho / Lapinha - Lagoa Santa
Telefone: 31 3689-8592


Maciço da Lapinha
São várias as cavidades e os sítios arqueológicos e paleontológicos de grande importância. Sua vegetação de Floresta Estacional Semidecidual está relativamente bem preservada. Outro ponto de destaque são os vales utilizados para a prática de escalada e os locais de abrigo das espécies da fauna e da flora típicas do maciço. Além das cavernas, temos o córrego Samambaia, margeando o maciço, o vale dos Poções, o conjunto de dolinas e uma diversidade de paredões e outros afloramentos rochosos.


Gruta dos Túneis
Só pode ser visitada por especialistas devidamente autorizados pela administração do parque. É indicada para iniciantes da prática da espeleologia - razão pela qual é considerada uma "caverna-escola". É a mais extensa do complexo, com cerca de um quilômetro de extensão e morfologia variada.


Gruta da Macumba
Integrante do Circuito Lapinha, o atrativo insere-se como complemento à visitação da Gruta da Lapinha. Possui vários elementos relacionados ao processo de formação geológica da região e registro das grandes variações climáticas do planeta. Antigamente eram realizados aqui rituais afro-brasileiros, daí a origem do seu nome.


Trilhas e percursos
O parque oferece inúmeras trilhas baseadas em antigos caminhos. Quanto à utilização pelo visitante, deve-se sempre ser observado o máximo cuidado para não ocorrer danos ao ambiente.


Trilha do Sumidouro
A trilha se inicia na Portaria Sumidouro / Casa Fernão Dias, passando pela vegetação do cerrado até chegar ao maciço do Sumidouro. A interpretação começa próximo ao maciço, cruzando o mirante do rochedo do Sumidouro, descendo para a base do paredão, onde estão as pinturas rupestres e o sumidouro. Em seguida, retorna-se ao mirante e de lá se pode descer até a entrada da Gruta do Sumidouro, local onde Peter Lund encontrou vestígios de ossadas humanas associadas à megafauna extinta, retirando cerca de 30 crânios denominados "Homem de Lagoa Santa". Tais achados reforçaram as teorias evolucionistas de Charles Darwin.


Extensão: 500 m
Tempo: 60 minutos
Grau de dificuldade: médio


Trilha da Travessia
Pode-se iniciar tanto da Lapinha para o Sumidouro como o inverso; a trilha está inserida em uma vegetação de cerrado, com fragmentos de mata seca em afloramentos calcários, ligando as trilhas Lapinha e Sumidouro. Próximo à Lapinha, há um cruzeiro de onde se pode contemplar grande parte do entorno.


Extensão: 5,5Km
Tempo: 3h30
Grau de dificuldade: médio


Trilha da Lapinha
A trilha se inicia no lado esquerdo da Gruta da Lapinha, passando por afloramentos rochosos com vegetação de mata seca, habitat de diversas espécies da fauna desses ambientes. Nessa trilha, o visitante conhece o processo de formação de relevo cárstico e suas diversas características formadas durante as mudanças climáticas do planeta.

 

Extensão: 500 m
Tempo: 60 minutos
Grau de dificuldade: médio


Trilha do Girassol

Saída da Gruta da Lapinha. A trilha contorna o maciço e atravessa o córrego Samambaia, subindo em direção ao planalto de dolinas, onde estão os cursos d'água que abastecem a lagoa do Sumidouro. A trilha deve ser percorrida durante a semana, mediante agendamento prévio e acompanhamento de condutores.

Extensão: 4,5Km


Trilha do Sobrado
Pela trilha, chega-se à Fazenda do Sobrado, construída em meados do século 20. Destaque para um moinho d'água restaurado e ruínas de outros antigos moinhos. Nesta fazenda, localiza-se também a estrutura de apoio à pesquisa científica do parque.

Duração: 1 hora


Casa de Fernão Dias
Típica venda de apoio ao tropeirismo da Estrada Real do Sumidouro, a casa foi tombada pelo Instituto Estadual de Patrimônio Histórico e Artístico (IEPHA) em 1975. Foi no então denominado São João do Sumidouro que o bandeirante permaneceu por cerca de quatro anos, aguardando provisões que chegariam da Capitania de São Paulo.


Possui espaço para exposições, anexo administrativo, uma canoa e uma mata onde são realizadas atividades do Centro de Difusão de Ciência e Tecnologia do Parque para visitantes, incluindo alunos de escolas.


Localização: Praça Fernão Dias, 10
Quinta do Sumidouro - Pedro Leopoldo
31 3661-8165 / 3661-8116


Canoa histórica
Atribuída ao período bandeirista, destaca-se como uma das maiores canoas históricas descobertas e um dos primeiros meios de transporte fluvial existentes no Brasil. Denominada piroga, foi esculpida com antigas técnicas indígenas. Tamanho: 14 m e 1,10 m diâmetro.

 

Passeios nos arredores


Caminho Real do Sumidouro
Entre as localidades de Fidalgo e Jaguara Velha, há uma estrada que foi importante no processo de colonização da região e exploração aurífera do vale do rio das Velhas. O caminho integra o roteiro turístico da Estrada Real e interliga importantes sítios históricos. Ele pode ser feito por meio de cavalgadas, caminhadas ou de carro, utilizando-se as vias externas do parque, já que em alguns casos, as atrações ficam distantes uma das outras.


Capela Nossa Senhora do Rosário e cemitério

A construção do século 18 é tombada pelo Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Cultural desde 1976.


Localização
Quinta do Sumidouro, próxima à Casa de Fernão Dias.


Museu Arqueológico da Lapinha - Castelinho

Famoso pela arquitetura em forma de castelo europeu foi fundado em 1972 pelo arqueólogo húngaro Mihály Bányai. Tem um acervo permanente de 6 mil peças, entre fósseis humanos, ossadas completas do homem de Lagoa Santa, 400 ferramentas pré-históricas, assim como cerâmicas indígenas do período pré-colonial.


Localização
Próximo da Gruta da Lapinha


Horário de funcionamento
De terça a sexta-feira, das 9h30 às 17h
Sábado, domingos e feriados, das 9h30 às 17h30.


Entrada paga

 

Órgão responsável pelo parque
Instituto Estadual de Floresta - IEF
Rodovia Papa João Paulo II, 4143 - Serra Verde
1º andar do Edifício Minas - Cidade Administrativa - Belo Horizonte
CEP 31630-900
Telefones: 31 3915 1752 / 3915 1507

Diretoria de Áreas Protegidas
Telefone: 31 3915-1345


Diretoria de Unidades de Conservação
Telefone: 31 3915-1381

 

Dicas
- Verificar a disponibilidade de vagas e horários para as trilhas junto à recepção do parque.


- Por segurança, não se recomenda a entrada de crianças menores de 5 anos na gruta.


- É proibido fotografar e fazer gravações de áudio e vídeo dentro do prédio do museu e também na gruta.

- As visitas de grupos deverão ser prioritariamente agendadas com antecedência.


- É obrigatório o acompanhamento de condutores para visitar a gruta e as trilhas do parque.


É recomendado o uso de repelente, protetor solar, boné / chapéu, tênis / bota, óculos de sol, roupas leves, capa de chuva (nas épocas de primavera e verão) e uma garrafinha de água para hidratação.


Não é recomendado entrar na gruta usando chinelo, sandália ou qualquer outro tipo de calçado aberto.


Para visitar a gruta e as trilhas, são permitidos grupos de no máximo 20 pessoas, com intervalos de 20 a 30 minutos entre eles; a última entrada no museu e na gruta é as 16 h. A última saída para as trilhas é as 15 h. O tempo de permanência no espaço é até às 17h.


Por questões de segurança, não se recomenda a entrada de crianças menores de 5 anos na gruta.


A meia-entrada é conferida a pessoas de 6 a 12 anos, acima de 60 anos (mediante apresentação de documento de identidade) e a estudantes (portando carteirinha de estudante).


A gratuidade é garantida para menores de 6 anos e para os moradores das comunidades do entorno da UC, Lapinha - Lagoa Santa, Quinta do Sumidouro e Fidalgo - Pedro Leopoldo, mediante a apresentação de comprovante de endereço e de documento de identidade.


A escalada acontece de terça a domingo, com limite de 40 escaladores por dia. O horário de entrada é das 9h às 13h, e o horário limite para os escaladores deixarem as vias é até às 16h.


Observação: Nos feriados e nos fins de semana de grande fluxo de visitantes, pode acontecer a situação de os últimos grupos já estarem com todas as vagas preenchidas. Portanto, pedimos a compreensão, caso não consigamos atendê-los.




Crédito dos textos

Parque Estadual do Sumidouro - Guia de Turismo Ecológico - Instituto Estadual de Florestas (IEF) / Empresa das Artes. 2012.


Plano de Manejo do Parque Estadual do Sumidouro - Instituto Estadual de Florestas (IEF) / Gheoesfera - Consultoria Ambiental. 2010.

 

Instituto Estadual de Floresta / Guia Parques Estaduais de Minas Gerais. Editora Horizonte. 2014. Instituto Estadual de Florestas-IEF / Núcleo de Resolução de Conflitos Ambientais / Ministério Público do Estado de Minas Gerais

 

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