Parques

Parque Estadual do Biribiri

Apresentação

  • Diamantina - Cachoeira dos Cristais - Henry Yu
  • Diamantina - Vista parcial da Cidade - Henry Yu
  • Diamantina - Flora característica da Região - Henry Yu
  • Diamantina - Povoado de Biribiri - Henry Yu
  • Diamantina - Vila de Biribiri - Diego Gazola
  • Diamantina - Vila de Biribiri - Diego Gazola
  • Diamantina - Casa da Vila de Biribiri - Diego Gazola
  • Diamantina - Igreja Sagrado Coração de Jesus - Diego Gazola
  • Diamantina - Detalhe - Igreja Sagrado Coração de Jesus - Diego Gazola

Município de Abrangência
Diamantina


Portaria
avenida Geraldo Edson do Nascimento, 600


Distância de Belo Horioznte

300 km


Como Chegar
Para chegar ao Parque Estadual de Biribiri, a partir de Belo Horizonte, seguir a BR 040 no sentido de Brasília e, depois, acessar a BR 259 até Curvelo. Daí, seguir pela BR 367, sentido Diamantina/Couto de Magalhães de Minas, chegando no trevo de acesso ao bairro Cidade Nova, seguir pela avenida Geraldo Edson do Nascimento até o número 600, onde fica localizada a portaria do parque.


Sede Administrativa
IEF - Regional Alto Jequitinhonha
Avenida da Saudade, 335 - Centro - Diamantina - CEP: 39.100-000
Telefones: (38) 3531-3919 / 3531-7284 (portaria do parque)
Email: parque.biribiri@meioambiente.mg.gov.br


Infraestrutura
Interna
Não possui estruturas físicas necessárias e adquadas de apoio à gestão e ao uso público, possui apenas uma portaria que funciona em um container improvisado na entrada do parque. Possui também uma casa em um dos pontos mais altos do parque que serve como local de observação para os períodos críticos de ocorrência de incêndios.


Externa
Como a portaria está situada na área urbana de Diamantina o visitante pode contar com a infraestrutura da cidade.


Horário de Funcionamento
Diariamente de 9h às 18h


Área
170 km²


Criação
Decreto nº 39.909, de 22 de setembro de 1998.


Objetivos
Preservar a área devido à sua importância ambiental e cultural.Seu nome originou-se do imóvel denominado Fazenda Biribiri. Biri em tupi-guarani significa "buraco".


Descrição
O Parque Estadual do Biribiri está inserido no complexo da Serra do Espinhaço.


Há ainda no parque, atrativos culturais e arqueológicos como diversos vestígios da exploração de ouro e diamante e também sítios arqueológicos com inscrições rupestres cuja localização poderá ser informada pela administração do Parque, uma vez que os mesmos não se encontram sinalizados.


Relevo
Serra do Espinhaço, na bacia rio Jequitinhonha. A altitude varia de 720m, na região norte, a 1.480 m, na região sul. Geologicamente, a região compreende essencialmente rochas de quartzo que deram origem ao Espinhaço.


Clima
Tropical, com temperatura média anual em torno de 18º C. Dezembro costuma ser o mês de maior pluviosidade.


Vegetação
O parque se insere no bioma cerrado. Nele, predominam as formações campestres representadas por campo limpo e campo rupestre. As formações savânicas são representadas pelo cerrado típico, cerrado ralo e algumas áreas com cerrado de campo rupestre.


Entre as formações florestais, ocorrem alguns fragmentos de cerradão, ao norte, e áreas com floresta densa, presente nas vertentes de córregos e rios, sempre em associação com formações savânicas.


Entre as diversas espécies da flora encontradas no parque, figuram a canela-de-ema, o pequi, o jacarandá, o pau-santo, a gabiroba, a mangaba e a candeia, além de grande variedade de sempre-vivas, orquídeas e bromélias.


Fauna
Presentes na unidade de conservação destacam-se o lobo-guará, a suçuarana, o tamanduá-bandeira, o mocó, a codorna-mineira, o soldadinho e o beija-flor-de-gravata-verde.


O que ver e fazer


Cachoeira dos Cristais
Formada por três quedas, tem uma história curiosa: no século 19, sua forma foi modificada. O curso do rio que dá origem à cachoeira foi desviado por garimpeiros a fim de facilitar o trabalho da extração.


Além de possuir uma bela queda d'água a cachoeira possui uma linda queda d'água e há poços propícios para banho.


Localização: 12 quilômetros da portaria do parque. Pode ser acessada de carro ou por uma caminhada em uma trilha de 10 km de extensão.
Grau de dificuldade da caminhada: médio


Cachoeira da Sentinela
Possui as águas mais cristalinas do parque, formando poços ideais para banho. Seu córrego ao desaguar, forma pequenas cascatas.


Localização: 7 quilômetros da portaria do parque. Pode ser acessada de carro ou por caminhada.
Extensão: 5 km

Grau de dificuladade da caminhada: médio


Caminho dos Escravos

Era a principal ligação entre Diamantina e o distrito de Mendanha, passando pelos garimpos situados no entorno do rio Jequitinhonha. É um sítio históricos, com ruínas e sinalização com detalhes culturais e curiosidades da região, permite também a contemplação e banho em cachoeiras.


É necessário agendar previamente e realizar a caminhada com o apoio de um guia da região. Não há como percorrer o trajeto de carro, somente a pé.


Extensão: 20 km
Grau de dificuldade: alto


Poço da Água Limpa
Formado por vários poços rasos de águas límpidas e cristalinas, é muito utilizado pela comunidade local. Ideal para a visitação de crianças e famílias.


Localização: 1,5km da portaria do parque


Poço do Estudante
Circundado pela vegetação típica da região, o poço contém águas límpidas e cristalinas. Fica próximo a uma boa área de descanso.


Localização: 2,5Km da portaria do parque, pode ser acessado de carro ou por caminhada em trilha de 3,5 km.
Grau de dificuldade: fácil


Vila de Biribiri
A Vila Biribiri, inserida na área do parque, tem importante registro da história da indústria têxtil mineira. Foi nessa área que funcionou a fábrica de tecidos, criada pelo Bispo Dom João Antônio dos Santos, em 1876, uma das primeiras comunidades fabris do estado.


As pessoas que passam por Biribiri se encantam não somente por seu casario, mas principalmente pelas paisagens de beleza cênica, com seus rios de leitos de pedras, formando cachoeiras e atravessando campos. A área abriga várias nascentes e cursos d'água: o rio Biribiri, que moveu as turbinas da hidrelétrica geradora da força motriz da fábrica de tecidos; o rio Pinheiros e diversos córregos, sendo os mais famosos o Sentinela e o Cristais.


Os descendentes dos proprietários da fábrica contam histórias sobre os suntuosos degraus da Cachoeira dos Cristais, cujas rochas teriam sido cortadas com talhadeiras pelos proprietários da época, à procura de diamantes. Hoje, o local é um centro cultural e histórico.


Localização: 12 km da portaria do parque, com acesso por estrada interna.


Opções
É permitido bicicleta nas estradas de acesso às cachoeiras.


Passeios nos arredores


Povoado de Extração

Surgido durante a exploração de diamantes seu nome remonta ao trabalho da companhia de mineração da Coroa Portuguesa. Todos os anos, no mês de julho, o distrito sedia o Festival Cultural de Curralinho, com oficinas artísticas.


Gruta do Salitre
A estrada passa por paredões de pedra, entremeados por uma vegetação de cerrado. O acesso a essa gruta é feito através de uma abertura vertical de aproximadamente 10m de largura por 30m de comprimento e 80m de altura. Logo a seguir há uma escada de 15 degraus, que desce mais ou menos 15m até um imenso adro fechado, apresentando sempre interessantes formações rochosas de medidas grandiosas. O local é repleto de árvores, com uma grande abertura de onde se avista o céu. Ao fundo deste adro está a entrada da gruta.


Tem um desenvolvimento total subterrâneo de cerca de 15m, formando diversas galerias e quatro interessantes salões. O maior destes apresenta aproximadamente 65m de largura e 6m de altura.

 

Órgão responsável pelo parque
Instituto Estadual de Florestas - IEF
Rodovia Papa João Paulo II, 4.143 - Serra Verde
1º andar do Edifício Minas Gerais - Cidade Administrativa
Belo Horizonte - CEP 31630-900
Telefones: 31 3915-1752 / 3915-1507

Diretoria de Áreas Protegidas
Telefone: 31 3915-1345

Diretoria de Unidades de Conservação
Telefone: 31 3915-1381


Dicas
- Faz frio entre maio e julho, época mais adequada para caminhadas.


- É permitido bicicleta nas estradas de acesso às cachoeiras.


- Os interessados em escaladas devem consultar a administração.

 

É bom lembrar que...
- O sol forte exige chapéu e protetor solar todo o tempo.


- O melhor período para visitação dos parques é de abril a outubro, quando chove menos.


- Alimentar é importante. Portanto, leve sempre na mochila: frutas, sanduíches, biscoitos e barras de cereais, alimentos nutritivos e práticos.


- As caminhadas longas exigem hidratação constante. Tenha sempre uma garrafa d`água na mochila.


- Um calçado apropriado e confortável para caminhar (tênis ou bota) é item obrigatório.


- O melhor é evitar fumar em um parque. Mas, se o fizer, tome cuidado com seu cigarro, apagando-o depois de fumar.


- Nada se deixa em um parque. Todo o lixo deve ser coletado e disposto nos locais apropriados.


- Nada se leva de um parque. Animais, plantas, rochas, frutos, sementes e conchas encontradas no local fazem parte do ambiente e aí devem permanecer.


- Caçar, pescar e molestar animais silvestres é crime previsto por lei. O animais precisam buscar seu próprio alimento para manter o ciclo de vida natural.


- Entrar no parque com animais domésticos, pode causar problemas como a introdução de doenças e ameaças ao ambiente natural.


- As áreas de visitação pública são restritas e, normalmente, possuem horários definidos.


Crédito do texto
Instituto Estadual de Floresta / Guia Parques Estaduais de Minas Gerais. Editora Horizonte. 2014. Instituto Estadual de Florestas-IEF / Núcleo de Resolução de Conflitos Ambientais / Ministério Público do Estado de Minas Gerais



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