Parques

Parque Estadual do Ibitipoca

Apresentação

  • Lima Duarte - Sinalização interna - Parque Estadual do Ibitipoca - Maria Lucia Dornas
  • Lima Duarte - Cachoerinha - Parque Estadual do Ibitipoca  - Henry Yu
  • Lima Duarte  - Janela do Céu - Parque Estadual do Ibitipoca - Mateus Perilo
  • Lima Duarte - Janela do Céu - Janela do Céu - Parque Estadual do Ibitipoca - Mateus Perilo
  • Lima Duarte - Janela do Céu - Parque Estadual do Ibitipoca - Mateus Perilo
  • Lima Duarte - Cachoeirinha - Janela do Céu - Parque Estadual do Ibitipoca - Mateus Perilo
  • Lima Duarte - Cachoeirinha - Parque Estadual do Ibitipoca - Mateus Perilo
  • Lima Duarte - Parque Estadual do Ibitipoca - Mateus Perilo
  • Lima Duarte - Lago das Miragens - Parque Estadual do Ibitipoca - Mateus Perilo
  • Lima Duarte - Mirante - Parque Estadual do Ibitipoca - Mateus Perilo
  • Lima Duarte - Mirante - Parque Estadual do Ibitipoca - Mateus Perilo
  • Lima Duarte  - Mirante - Parque Estadual do Ibitipoca - Frederico Diniz
  • Lima Duarte - Mirante - Parque Estadual do Ibitipoca - Frederico Diniz
  • Lima Duarte - Paredão - Parque Estadual do Ibitipoca - Mateus Perilo
  • Lima Duarte - Vegetação típica - Parque Estadual do Ibitipoca - Mateus Perilo
  • Lima Duarte - Vista parcial - Parque Estadual do Ibitipoca - Mateus Perilo
  • Lima Duarte - Vista parcial - Parque Estadual do Ibitipoca - Mateus Perilo
  • Lima Duarte - Parque Estadual do Ibitipoca - Maria Lucia Dornas
  • Lima Duarte - Sinalização interna - Parque Estadual do Ibitipoca - Maria Lucia Dornas
  • Lima Duarte - Sinalização interna - Parque Estadual do Ibitipoca - Maria Lucia Dornas
  • Lima Duarte - Sinalização interna do Parque Estadual do Ibitipoca - Maria Lucia Dornas
  • Lima Duarte - Sinalização interna - Parque Estadual do Ibitipoca - Maria Lucia Dornas
  • Lima Duarte - Sinalização interna - Parque Estadual do Ibitipoca - Maria Lucia Dornas
  • Lima Duarte - Sinalização interna - Parque Estadual do Ibitipoca - Maria Lucia Dornas
  • Lima Duarte - Sinalização interna do Parque Estadual do Ibitipoca - Maria Lucia Dornas
  • Lima Duarte - Sinalização interna - Parque Estadual do Ibitipoca - Maria Lucia Dornas
  • Lima Duarte - Sinalização interna - Parque Estadual do Ibitipoca - Maria Lucia Dornas
  • Lima Duarte - Sinalização interna - Parque Estadual do Ibitipoca - Maria Lucia Dornas
  • Lima Duarte - Sinalização interna - Parque Estadual do Ibitipoca - Maria Lucia Dornas
  • Lima Duarte - Sinalização interna - Parque Estadual do Ibitipoca - Maria Lucia Dornas
  • Lima Duarte - Sinalização interna - Parque Estadual do Ibitipoca - Maria Lucia Dornas
  • Lima Duarte - Sinalização interna - Parque Estadual do Ibitipoca - Maria Lucia Dornas
  • Lima Duarte -  Gruta dos 3 Arcos - Parque Estadual do Ibitipoca - Maria Lucia Dornas
  • Lima Duarte -  Gruta dos 3 arcos - Parque Estadual do Ibitipoca - Maria Lucia Dornas
  • Lima Duarte - Parque Estadual do Ibitipoca - Rio do Salto - Maria Lucia Dornas
  • Lima Duarte - Parque Estadual do Ibitipoca - Maria Lucia Dornas
  • Lima Duarte - Águas do Ibitipoca - Pq. Estadual do Ibitipoca  - Maria Lucia Dornas
  • Lima Duarte - Parque Estadual do Ibitipoca - Maria Lucia Dornas
  • Lima Duarte - Detalhe do Rio do Salto - Parque Estadual do Ibitipoca - Maria Lucia Dornas
  • Lima Duarte - Rio do Salto - Pq. Estadual do Ibitipoca - Maria Lucia Dornas
  • Lima Duarte - Parque Estadual do Ibitipoca - Maria Lucia Dornas
  • Lima Duarte - Parque Estadual do Ibitipoca - Maria Lucia Dornas
  • Lima Duarte - Parque Estadual do Ibitipoca - Maria Lucia Dornas
  • Lima Duarte - Distrito de Conceição do Ibitipoca - Maria Lucia Dornas
  • Lima Duarte - Distrito de Conceição do Ibitipoca - Maria Lucia Dornas
  • Lima Duarte - Distrito de Conceição do Ibitipoca - Maria Lucia Dornas
  • Lima Duarte - Restaurante - Parque Estadual do Ibitipoca - Maria Lucia Dornas
  • Lima Duarte - Artesanato em Conceição do Ibitipoca - Maria Lucia Dornas
  • Lima Duarte - Árvore centenária em Conceição do Ibitipoca - Maria Lucia Dornas
  • Lima Duarte - Vegetação barba de bode - Pq. Estadual do Ibitipoca - Maria Lucia Dornas
  • Lima Duarte - Vegetação barba de bode  - Pq. Estadual do Ibitipoca - Maria Lucia Dornas
  • Lima Duarte - Lago da Cachoeirinha - Pq. Estadual do Ibitipoca - Maria Lucia Dornas
  • Lima Duarte - Cachoeirinha - Parque Estadual do Ibitipoca - Maria Lucia Dornas
  • Lima Duarte - Paisagem rural de Conceição do Ibitipoca - Maria Lucia Dornas
  • Lima Duarte - Arredores de Conceição de Ibitipoca - Maria Lucia Dornas
  • Lima Duarte - Centro de visitantes - Pq. Estadual do Ibitipoca - Maria Lucia Dornas
  • Lima Duarte - Centro de Visitantes - Pq. Estadual do Ibitipoca - Maria Lucia Dornas
  • Lima Duarte - Centro de visitantes - Pq. Estadual do Ibitipoca - Maria Lucia Dornas
  • Lima Duarte - Flores do Parque Estadual do Ibitipoca - Maria Lucia Dornas
  • Lima Duarte - Flores do Parque Estadual do Ibitipoca - Maria Lucia Dornas
  • Lima Duarte - Flores Parque Estadual do Ibitipoca - Maria Lucia Dornas
  • Lima Duarte - Flores Parque Estadual do Ibitipoca - Maria Lucia Dornas
  • Lima Duarte - Flores silvestres - Parque Estadual do Ibitipoca - Maria Lucia Dornas
  • Lima Duarte - Flores do Parque Estadual do Ibitipoca - Maria Lucia Dornas
  • Lima Duarte - Flores silvestres - Parque Estadual do Ibitipoca - Maria Lucia Dornas
  • Lima Duarte - Flores do Pq. Estadual do Ibitipoca - Maria Lucia Dornas
  • Lima Duarte - Flores do Parque Estadual do Ibitipoca - Maria Lucia Dornas
  • Lima Duarte - Gafanhoto brasileirinho - Pq. Estadual do Ibitipoca - Maria Lucia Dornas
  • Lima Duarte - Cap. de N. Senhora do Rosário - Conceição do Ibitipoca - Maria Lucia Dornas
  • Lima Duarte - Igreja Matriz - Conceição do Ibitipoca - Maria Lucia Dornas
  • Lima Duarte - Torre sineira da Igreja matriz - Conceição do Ibitipoca - Maria Lucia Dornas
  • Lima Duarte - Detalhe da igreja Matriz - Conceição do Ibitipoca - Maria Lucia Dornas
  • Lima Duarte - Orquídea - Pq. Est. do Ibitipoca - Maria Lucia Dornas
  • Lima Duarte - Pão de canela - Maria Lucia Dornas
  • Lima Duarte - Prainha - Maria Lucia Dornas
  • Lima Duarte - Prainha - Parque Estadual do Ibitipoca - Maria Lucia Dornas
  • Lima Duarte - Sinalização - Parque Estadual do Ibitipoca - Maria Lucia Dornas
  • Lima Duarte - Rio Vermelho - Maria Lucia Dornas
  • Lima Duarte - Vegetação típica do Ibitipoca - Maria Lucia Dornas
  • Lima Duarte - Parque Estadual do Ibitipoca - Vegetação típica - Maria Lucia Dornas
  • Lima Duarte - Vegetação típica do Pq.Estadual do Ibitopoca - Maria Lucia Dornas
  • Lima Duarte - Veg. típica Pq. Estadual do Ibitipoca - Maria Lucia Dornas
  • Lima Duarte - Veg. típica do Pq. Estadual do  Ibitipoca  - Maria Lucia Dornas
  • Lima Duarte - Vegetação típica do Pq. Estadual do  Ibitipoca - Maria Lucia Dornas
  • Lima Duarte - Vegetação típica do Pq. Estadual do   Ibitipoca - Maria Lucia Dornas
  • Lima Duarte - Vegetação típica do Pq. Estadual do  Ibitipoca - Maria Lucia Dornas
  • Lima Duarte - Bromélia - Parque Estadual do Ibitipoca - Maria Lucia Dornas
  • Lima Duarte - Vegetação típica do Pq. Estadual do Ibitipoca - Maria Lucia Dornas
  • Lima Duarte - Parque Estadual do Ibitipoca - Cachoeira do Souza - Marcio Antonio Lucinda Lima
  • Lima Duarte - Parque Estadual do Ibitipoca - Pedra que Equilibra - Marcio Antonio Lucinda Lima
  • Lima Duarte - Parque Estadual do Ibitipoca - Cachoeira do Arco Íris - Marcio Antonio Lucinda Lima
  • Lima Duarte - Igeja Matriz de Nossa Senhora da Conceição - Marcio Antonio Lucinda Lima
  • Lima Duarte - Parque Estadual do Ibitipoca - Tucanos - Marcio Antonio Lucinda Lima
  • Lima Duarte - Parque Estadual do Ibitipoca - Pedra do Gavião - Marcio Antonio Lucinda Lima
  • Lima Duarte - Parque Estadual do Ibitipoca - Cachoeira da Sesmaria - Marcio Antonio Lucinda Lima
  • Lima Duarte - Parque Estadual do Ibitipoca - Bromélia - Marcio Antonio Lucinda Lima
  • Lima Duarte - Parque Estadual do Ibitipoca - Vista para a Serra da Cachoeira Alegre - Marcio Antonio Lucinda Lima
  • Lima Duarte - Parque Estadual do Ibitipoca - Cactus - Marcio Antonio Lucinda Lima
  • Conceição do Ibitipoca - Conceição do Ibitipoca - Marcelo Andrê
  • Lima Duarte - Cachoeira dos Macacos - Pq. Est. do Ibitipoca - Marcio Antonio Lucinda Lima
  • Conceição do Ibitipoca  - Cachoeira das Fadas - Bruno Guilarducci
  • Conceição do Ibitipoca  - Janela do céu - Bruno Guilarducci
  • Conceição do Ibitipoca  - Cachoeira das Fadas - Bruno Guilarducci
  • Conceição do Ibitipoca - Cachoeira das Fadas - Bruno Guilarducci
  • Conceição do Ibitipoca - Janela do Céu - Bruno Guilarducci

Municípios(s) de abrangência
Lima Duarte e Santa Rita do Ibitipoca


Portaria

A portaria está localizada a 3 km do Distrito de Conceição do Ibitipoca, Município de Lima Duarte.


Distância de Belo Horizonte a Conceição do Ibitipoca

347 km


Como Chegar

Seguir em direção a Juiz de Fora pela BR-040 e entrar no trevo de acesso à BR267 prosseguindo em direção a Lima Duarte. Para chegar ao Distrito de Conceição de Ibitipoca, são mais 27 Km de estrada de chão, e, de lá, mais 4 km até a portaria do parque.


Sede Administrativa

Funciona dentro do parque junto ao centro de informações. Ambos estão localizados a 1 Km da portaria.
Endereço: Distrito de Conceição do Ibitipoca - CEP 36.140-000 - Lima Duarte
Telefone: 32  3281-1101
Caixa postal 17
peibitipoca@meioambiente.mg.gov.br


Infraestrutura
Interna
A infraestrutura de apoio aos visitantes do Parque Estadual do Ibitipoca é constituída de portaria, estacionamento, área de camping, lanchonete, centro de visitantes, anfiteatro e posto da Polícia Florestal.


O estacionamento está situado próximo à entrada para a área do camping, a 1,6 km da portaria. Possui capacidade para 30 carros. Em feriados prolongados só é permitida a entrada de veículos de campistas ou veículos com crianças pequenas, pessoas idosas e com problemas físicos.


A área de camping possui capacidade para 24 barracas (de 3 pessoas por barraca). A área possui vestiários, sanitários e lavatórios. As reservas para o camping são feitas na administração do parque, por telefone, com antecedência de 30 dias.


Entorno

A infraestrutura de pousadas e restaurantes pode ser encontrada no distrito de Conceição do Ibitipoca, mas serviços com hospitais, postos de gasolina só podem ser encontrados em Lima Duarte. O sinal de telefonia celular é deficiente na área do parque.


Horário de funcionamento
Terça-feira a domingo, das 7h às 18h.
Abre às segundas-feiras que sejam feriados e em período de férias escolares.


Área
14,88 Km²


Criação

Lei nº 6.126, de 04 de junho de 1973.


Objetivos
Campos rupestres, uma área de mata ombrófila, conhecida por mata grande, e uma rica fauna são os grandes objetos de preservação do Parque Estadual do Ibitipoca. Já foram identificadas 210 espécies de aves e 663 espécies de plantas.


Descrição

Um verdadeiro paraíso ecológico situado na Zona da Mata Mineira em um dos pontos mais altos da Mantiqueira, o Ibitipoca é um dos mais belos parques de Minas. O nome, de origem indígena, significa “serra fendida”. As formações em quartzito conjugadas com os campos de altitude formam um ecossistema especial que chamou a atenção do botânico francês Auguste Saint-Hilaire em 1822, quando fez preciosos registros.


Os atrativos do Parque são mirantes, grutas, praias, piscina natural, cachoeiras e picos. A flora é um atrativo à parte, predominando as orquídeas, bromélias, candeias, liquens e samambaias. Uma espécie de líquen verde conhecido como as “barbas-de-velho” que cai dos galhos das árvores proporciona uma paisagem incomum.


Relevo

O Parque fica no alto da serra do Ibitipoca, extensão da serra da Mantiqueira, e é divisor das águas das bacias do rio Grande e do rio Paraíba do Sul. O terreno montanhoso é constituído por vales, morros e pontes naturais com grutas em formação de 100 a 600 metros de profundidade. A altitude atinge o seu ponto máximo no pico do Pião, com seus 1.762 m.


São conhecidas no Ibitipoca 15 grutas quartzíticas, que formam um ecossistema muito delicado. Segundo a Sociedade Brasileira de Espeleologia, a gruta das Bromélias é a segunda maior caverna de formação quartzífera do mundo, com 2,8 mil metros de extensão.


Clima

Os meses de outubro a janeiro se apresentam com chuvas intensas e descargas elétricas. De fevereiro a maio, o tempo se apresenta limpo, com temperaturas agradáveis, enquanto que os meses de junho a setembro apresentam-se com baixo índice pluviométrico, temperaturas amenas, às vezes com baixa umidade do ar e riscos de incêndio. No inverno, a temperatura pode chegar a 0ºC e no verão a 36ºC


Vegetação

Os campos de altitude ocupam mais da metade da área do parque e são similares aos campos rupestres da serra do Espinhaço, em Minas Gerais e na Bahia, mas a flora, por sua vez, aproxima-se da constituição da floresta atlântica.

 

As matas da serra do Ibitipoca ocupam um terço do parque e se distribuem ao longo de vales úmidos e concentradores de matéria orgânica. Elas são compostas de espécies, entre elas plantas epífitas, ou seja, espécies da flora que se fixam sobre vegetais e rochas, como bromélias e orquídeas. Sempre-vivas, liquens, quaresmeiras, candeias são algumas das espécies mais comuns.A Boca-de-Peixe, o líquen Cladonia ibitipocae, o cacto Anthocereus melaneus e a bromélia Wittrockia ibitipocensis são endêmicos. Essas plantas conferem identidade paisagística e visual ao parque. O líquen típico do parque é popularmente conhecido como barba-de-velho, que dá a mata um aspecto muito especial de “floresta encantada”.


Fauna

O Ibitipoca é um refúgio para muitos animais, alguns, inclusive, ameaçados de extinção. Cerca de 210 espécies de aves vivem na área do parque, dividindo espaço com a onça parda, a jaguatirica, o lobo-guará, o porco-do-mato, a paca, o coelho-do-mato. Os macacos formam um capítulo à parte com o monocarvoeiro (o maior das Américas), o mico-estrela, o macaco-prego, suás e outros, além da Bokermannohyla ibitipoca, uma perereca endêmica no parque.

A Bokermannohyla ibitipoca
Conhecida como perereca de Ibitipoca, foi descoberta no parque e corre risco de extinção. Ela tem 4 centímetros de comprimento, coloração marrom escura, manchas irregulares amareladas, pescoço acinzentado e barriga esbranquiçada. Vive em áreas florestais próximas a córregos e é encontrada também no solo ou em galhos baixos. Na época de acasalamento, emite um coaxar parecido com o latido de um cachorro e se reproduz em um ambiente aquático, com postura dos ovos em ninhos construídos na lama.


O que ver e fazer
O Parque tem uma ótima oferta de belos e agradabilíssimos atrativos para os visitantes. Os atrativos podem ser divididos em quatro roteiros que podem ser feitos em um dia cada um.


1. Roteiro das Águas

É o mais fácil dos três roteiros e possui uma variedade de atrações como o lago dos Espelhos, a Prainha, a ponte de Pedra e a cachoeira dos Macacos.


Extensão:5 km de extensão
Grau de dificuldade: entre médio e baixo

Tempo:4 horas


Prainha

Com águas límpidas e geladas do rio do Salto, a Prainha é um atrativo bem próximo ao camping. Deve-se tomar cuidado com alguns poços devido à profundidade. Não muito distante da Prainha, está o lago dos Espelhos. Com águas límpidas que refletem a  luz do sol, o lago é uma opção para ótimos momentos de lazer.


Ponte de Pedra

De lá, tem-se uma paisagem especial, um imenso túnel que foi escavado pela forças das águas.


Lago das Miragens

Segundo uma lenda local, pode-se ver no fundo do lago um casal de índios que morreram de mãos dadas. Dois guerreiros lutavam pelo amor de uma índia. O guerreiro derrotado era o preferido da índia. Esta, inconformada com a perda do amado, decidiu que ficaria com ele para sempre no fundo do lago. 


É formado pelo rio do Salto, mede 15 m de largura por 20 m de comprimento. A profundidade varia entre 2 e 3 m. As águas são vermelhas,resultado da decomposição das folhas. Na margem esquerda avista-se um belo paredão de quartzito.


Gruta dos Coelhos

Está localizada em um paredão sombreado por mata densa, com muitas samambaias. Sua formação é quartzítica e apresenta declínio acentuado em seu interior.


2. Roteiro Janela do Céu

É o mais longo roteiro, mas, nem por isso desanima o visitante. A Janela do Céu, apesar de ser o mais distante atrativo, é o mais procurado.


No caminho para a Janela do Céu, tem-se acesso à gruta das Bromélias, à gruta dos Fugitivos, à gruta dos Três Arcos e à gruta dos Moreiras.


Extensão: 16 km

Grau de dificuldade: alto
Tempo: 6 horas


Gruta das Bromélias
Seguindo por uma trilha cheia de bromélias chega-se a essa bela gruta. A luz do sol que entra através de uma claraboia natural logo na entrada da gruta já causa um admirável efeito. Ao alto desta abertura, as bromélias ocupam todo espaço. Outra claraboia está no salão dos Anjos a 800 m da entrada. Esta abertura tem 13 m de diâmetro e está a 18 m do piso. Devido a esta luminosidade, várias plantas crescem dentro da gruta. Hoje, devido ao número de visitantes e à fragilidade das formações quartzíticas, já começam a ocorrer desmoronamentos que estão destruindo a vegetação e provocando o assoreamento do rio.


Cachoeirinha
Formada pelo segundo desnível do rio Vermelho. A queda d'água tem 35 m e ganha um aspecto de chuveiro por causa do vento.


Janela do Céu

É uma queda de 20 m do rio vermelho. São cerca de quatro horas de caminhada para esse fabuloso mirante natural, como diz o próprio nome.


Pico da Lombada
Ponto mais elevado do parque, com 1.784.Dali, tem-se uma visão de 360º que abrange o pico do Pião, vilas e cidades do entorno e a serra da Mantiqueira.


3. Roteiro do Pico do Pião

A gruta do Monjolinho, a gruta do Pião, o pico do Pião, a ruína da Capela, e a gruta dos Viajantes fazem a atração deste roteiro. Também existe a opção da trilha para a lagoa Seca após a gruta do Monjolinho.

Extensão: 9 km
Grau: médio

Tempo: 4 horas

 

Gruta do Pião
Com 150 m de extensão abriga vários riachos e túneis. No entorno, a vegetação de mata úmida, como árvores de pequeno porte e bromélias.


Pico do Pião
Encontra-se a 1.720 m e ali ficam as ruínas da antiga Capela Senhor Bom Jesus da Serra. Visto de longe, assemelha-se a um pião com a ponta virada para cima.


Ruínas da Capela Senhor Bom Jesus da Serra
A primeira missa celebrada no pico do Pião aconteceu em 1925. Em agosto de 1932, o bispado de Juiz de Fora inaugurou a capela em homenagem a Bom Jesus. O intuito era consolidar a posse de terras devolutas do Estado. Anos mais tarde, após uma ação judicial, o Estado ganhou na justiça a posse das terras. A capela ficou abandonada e a imagem de Bom Jesus foi levada para o arraial do Mogol. Tempestades e raios acabaram por destruir a modesta capela abandonada já há muito tempo. A mesa do altar foi a única peça que restou da construção.



4. Circuito da Parte Alta das Águas
Apesar do acesso fácil, a visitação só pode ser na companhia de um guia ambiental, pois o roteiro ainda não possui sinalização e intervenções necessárias, como pontes e escadas.

Extensão: 7,5 km
Grau: médio

Tempo: 3 horas

 

Cachoeira do Degrau
Formada por uma série de pequenas corredeiras é ideal para visitantes que preferem atrativos mais tranquilos.

 

Cachoeira Encantada
A queda tem 3 m de altura e 7 metros de largura e assemelha-se às cortinas de um teatro quando abrem. Pode ser admirada a partir de uma pequena área para descanso na base.

 

Cachoeira da Pedra Furada
Com 13 metros de altura e 8 metros de largura a cachoeira é cercada por vegetação densa, o poço formado pelas águas que caem possui 4 metros de profundidade. A descida é íngreme até a base.

 

Campari
Pequena queda d'água formada por um afluente do rio do Salto, num cânion estreito e com pouca incidência do sol. Em frente, há uma pequena praia.


Dois Lagos

Possui dois poços rasos, pequenas quedas d'água e curta faixa de areia.


Órgão responsável pelo parque
Instituto Estadual de Florestas - IEF
Rodovia Papa João Paulo II, 4.143 - Serra Verde
1º andar do Edifício Minas Gerais - Cidade Administrativa
Belo Horizonte - CEP 31630-900
Telefones: 31 3915-1752/3915-1507

Diretoria de Áreas Protegidas
Telefone: 31 3915-1345

Diretoria de Unidades de Conservação
Telefone: 31 3915-1381


Dicas

- No inverno a temperatura pode chegar a 0º e no verão a 36º.


- Guias podem ser contratados na comunidade de Conceição de Ibitipoca.


- Evitar visitar as grutas sozinho.


É bom lembrar que
...
- O sol forte exige chapéu e protetor solar todo o tempo.

- O melhor período para visitação dos parques é de abril a outubro, quando chove menos.

- Alimentar é importante. Portanto, leve sempre na mochila: frutas, sanduíches, biscoitos e barras de cereais, alimentos nutritivos e práticos.

- As caminhadas longas exigem hidratação constante. Tenha sempre uma garrafa d`água na mochila. Um calçado apropriado e confortável para caminhar (tênis ou bota) é item obrigatório.

- O melhor é evitar fumar em um parque. Mas, se o fizer, tome cuidado com seu cigarro, apagando-o depois de fumar.


- Nada se deixa em um parque.Todo o lixo deve ser coletado e disposto nos locais apropriados.

- Nada se leva de um parque. Animais, plantas, rochas, frutos, sementes e conchas encontradas no local fazem parte do ambiente e aí devem permanecer.

- Caçar, pescar e molestar animais silvestres é crime previsto por lei. Os animais precisam buscar seu próprio alimento para manter o ciclo de vida natural.

- Entrar no parque com animais domésticos pode causar problemas como a introdução de doenças e ameaças ao ambiente natural.

- As áreas de visitação pública são restritas e, normalmente, possuem horários definidos.


Para se visitar grutas
:
- Nunca entrar em uma gruta sozinho ou em grupos numerosos.

- Faça a visita com um guia experiente.

- Leve lanterna.

- As roupas devem ser resistentes, de preferência macacão. Enfie as bocas das calças sobre as  meias, isto evita que insetos subam pelas pernas.

- O calçado ideal é o que tem solado aderente, seja flexível e forte.

- Seja sempre cuidadoso e atento.

 

- Nos parques estaduais existem restrições de uso de imagem. Consulte o IEF.

 

 

Crédito do texto
Instituto Estadual de Floresta / Guia Parques Estaduais de Minas Gerais. Editora Horizonte. 2014. Instituto Estadual de Florestas-IEF / Núcleo de Resolução de Conflitos Ambientais / Ministério Público do Estado de Minas Gerais

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