Parques

Parque Nacional da Serra da Canastra

Apresentação

  • São Roque de Minas - Parque Nacional da Serra da Canastra - Henry Yu
  • São Roque de Minas - Cachoeira Casca D'Anta - Parque Nacional da Serra da Canastra - Henry Yu
  • Delfinópolis - Parque Nacional da Serra da Canastra - Henry Yu
  • São Roque de Minas - Cascata Casca D'Anta  Parque Nacional da Serra da Canastra - Henry Yu
  • São Roque de Minas - Pré formação da Casca D´Anta - Parque Nacional da Serra da Canastra - Marcelo Fonseca
  • São Roque de Minas - Casca D´Anta - 1ª Queda Livre do Rio São Francisco - Marcelo Fonseca
  • São Roque de Minas - Final da Casca D´Anta - Marcelo Fonseca
  • São Roque de Minas - Rio São Francisco - Marcelo Fonseca
  • São Roque de Minas - Parque Nacional da Serra da Canastra - Marcelo Fonseca
  • São Roque de Minas - Parque Nacional da Serra da Canastra - Marcelo Fonseca
  • São Roque de Minas - Parque Nacional da Serra da Canastra - Marcelo Fonseca
  • São Roque de Minas - Parque Nacional da Serra da Canastra - Marcelo Fonseca
  • São Roque de Minas - Tamanduá Bandeira - Myrmecophaga Tridactyla - Parque Nacional da Serra da Canastra - Henry Yu
  • São Roque de Minas - Floração -  Parque Nacional da Serra da Canastra - Henry Yu
  • São Roque de Minas - Parque Nacional da Serra da Canastra - Henry Yu
  • São Roque de Minas - Parque Nacional da Serra da Canastra - Henry Yu
  • São Roque de Minas - Parque Nacional Serra da Canastra - Marcelo Andrê
  • São Roque de Minas - Cachoeira Casca D'Anta - Marcelo Andrê
  • São Roque de Minas - Campo em flor na Serra da Canastra - Marcelo Andrê
  • São Roque de Minas - Fazenda da Serra da Canastra - Marcelo Andrê
  • São Roque de Minas - Gavião Carcará - Serra da Canastra - Marcelo Andrê
  • São Roque de Minas - Campos da Serra da Canastra - Marcelo Andrê
  • São Roque de Minas - Nascente do Rio São Francisco - Maria Lucia Dornas
  • São Roque de Minas - Nascente do Rio São Francisco - Maria Lucia Dornas
  • São Roque de Minas - Parque Nacional da Serra da Canastra - Maria Lucia Dornas
  • São Roque de Minas - Nascente do Rio São Francisco - Parque Nacional da Serra da Canastra - Maria Lucia Dornas
  • São Roque de Minas - Monumento à S. Francisco - Parque Nacional da Serra da Canastra - Maria Lucia Dornas
  • São Roque de Minas - Parque Nacional da Serra da Canastra - Ivan Pinto da Paixão
  • São Roque de Minas - Portaria do P.N. da Canastra - Ivan Pinto da Paixão
  • São Roque de Minas - Centro de Visitantes - Parque Nacional da Serra da Canastra - Ivan Pinto da Paixão
  • São Roque de Minas - Nascente do Rio São Francisco - Ivan Pinto da Paixão
  • São Roque de Minas - Nascente do Rio S. Francisco - Ivan Pinto da Paixão
  • São Roque de Minas - Monumento a São Francisco - Parque Nacional da Serra da Canastra - Ivan Pinto da Paixão
  • São Roque de Minas - Nascente do Rio São Francisco - Ivan Pinto da Paixão
  • São Roque de Minas - Mirante da Serra da Canastra - Ivan Pinto da Paixão
  • São Roque de Minas - Flor silvestre - Parque Nacional da Serra da Canastra - Ivan Pinto da Paixão
  • São Roque de Minas - Cachoeira Casca d'Anta - Ivan Pinto da Paixão
  • São Roque de Minas - Rio São Francisco - Ivan Pinto da Paixão
  • São Roque de Minas - Parte alta da Casca d'Anta - Parque Nacional da Serra da Canastra - Ivan Pinto da Paixão
  • São Roque de Minas - Vegetação típica - Parque Nacional da Serra da Canastra - Ivan Pinto da Paixão
  • São Roque de Minas - Parque Nacional da Serra da Canastra - Ivan Pinto da Paixão
  • São Roque de Minas - Rio São Francisco - Ivan Pinto da Paixão
  • São Roque de Minas - Casca d'Anta - Parque Nacional da Serra da Canastra - Ivan Pinto da Paixão
  • São Roque de Minas - Rio São Francisco - Ivan Pinto da Paixão
  • São Roque de Minas - Casca d'Anta - Ivan Pinto da Paixão
  • São Roque de Minas - Parque da Canastra - Ivan Pinto da Paixão
  • São Roque de Minas - Rasga Canga - Ivan Pinto da Paixão
  • São Roque de Minas - Parque da Canastra - Ivan Pinto da Paixão
  • São Roque de Minas - Gavião Carcará - Parque Nacional da Serra da Canastra - Ivan Pinto da Paixão

'No semblante do animal que não fala,
há todo um discurso que somente
um espírito sábio pode realmente entender
"
                                                      Poema hindu 

Municípios de abrangência
Capitólio,
Delfinópolis, Sacramento,São João Batista do Glória, São Roque de Minas, Vargem Bonita


Portaria(s) / Distância de Belo Horizonte
Portaria 1 – São Roque de Minas
É  a entrada mais utilizada e tem a vantagem de ser próxima do centro de visitantes.


Portaria 2 – São João Batista
Está a menos de 1km de São João da Canastra. Para quem vem do norte, é a melhor opção.


Portaria 3 – Sacramento
É a melhor entrada para os visitantes vindos de Sacramento, Uberaba e Rifaina.


Portaria 4 – Casca d’Anta
É a melhor opção para quem vai visitar a cachoeira da Casca d’Anta.


Distância de Belo Horizonte a São Roque de Minas
330 Km


Como Chegar

Saindo de Belo Horizonte, pegar a MG-50 em direção a Divinópolis, passando por Formiga e Piumhi até São Roque de Minas. Depois, siga 7Km no sentido leste da serra até a portaria 1.


Outra opção é desviar para Vargem Bonita, antes de São Roque de Minas, na direção de São José do Barreiro, onde está a portaria 4 (Casca d'Anta).


A portaria 3, a 79 Km de Sacramento, pode ser alcançada por estrada de terra.


Já a portaria 4 fica a 84km de Delfinópolis e dá acesso à cachoeira da Casta D’Anta, um dos mais famosos atrativos do parque.


Sede Administrativa

rua Tancredo Neves, 498. São Roque de Minas. CEP 37.928–000.
Telefones: 37  3433-1324 /1326
parnacanastra@icmbio.gov.br  


Gerência executiva
avenida do Contorno, 8.121 - Cidade Jardim. CEP 30110-120 - Belo Horizonte
Telefones: 31  3299-0800 / 31  3299-0830

Infraestrutura
Interna
Além das quatro portarias que facilitam o acesso, o parque conta com residências para os guardas, alojamento para pesquisadores, almoxarifado, área para guarda de equipamento de combate a incêndios, museu, centro de visitantes com sala de exposições, auditório com 45 lugares, laboratório, lanchonete, biblioteca, área de camping para 50 barracas, 160 Km de estradas, 30 Km de aceiros, sistema de comunicação e 6 Km de rede elétrica.     


Entorno

Nos municípios e distritos vizinhos, encontram-se equipamentos de hospedagem, alimentação e oferta de passeios programados.   


Horário de funcionamento
Diariamente, das 8h às 18h. Fora deste horário, só é permitida a permanência no local reservado para camping.


A época ideal para se visitar o parque é de abril a outubro quando as chuvas são escassas.


Área

71.525 ha 


Criação

Criado pelo Decreto Presidencial nº 70.355, em 03/04/1972.  


Objetivos

O grande objetivo da criação do Parque foi a proteção das nascentes do rio São Francisco. Outros objetivos são:
- proteger as espécies raras, ameaçadas  ou em perigo de extinção; 
- conservar  os sítios históricos e arqueológicos; 
- recuperar e conservar amostras representativas de ecossistemas de altitude da província central. 


Descrição
Criado com a intenção de proteger a área das nascentes do rio São Francisco, o Parque Nacional da Serra da Canastra é, hoje, um modelo de administração entre os parques nacionais. Além das nascentes, o parque protege a belíssima cachoeira Casca D´Anta, extensas áreas de campos de altitude, cerrados e uma fauna diversificada que reúne animais ameaçados de extinção. Possui também rios, lagos, cachoeiras e as inúmeras nascentes que dão origem ao rio São Francisco. A região da serra da Canastra, mesmo tendo sido duramente castigada pela atividade agropecuária, apresenta bonitas paisagens e é ideal para a prática de esportes e outras atividades junto à natureza. O nome da serra deve-se à semelhança apresentada pelo imenso chapadão, que se avista de longe, a uma canastra ou baú.


Relevo
A área do parque tem importância também pela diversificação geomorfológica. Apresenta dois maciços significativos: a chapada da serra da Canastra, que começa a leste de São Roque de Minas, e da serra da Sete Voltas, com o vale dos Cândidos no meio. As altitudes variam entre 900 e 1.496 metros. Além dessas serras e do vale, o parque possui outra chapada que é a da Zagaia. As chapadas são circundadas por escarpas com platôs nos topos. O ponto culminante é a serra Brava, na parte oriental do parque, com 1.496m de altitude.


A região, denominada de planaltos da Canastra, é constituída por cristas, barras e vales adaptados às estruturas de direção NO-SE. As rochas na área são componentes do grupo Canastra, com filitos sericita-xistos, quartzitos, micaxistos e xistos calcíferos, segundo o levantamento do Projeto Radambrasil (1983), que também assinalou, nessa área, falhas indiscriminadas e falhas de empurrão, além de sinclinais e anticlinais.


Clima
O clima regional é caracterizado pela sazonalidade, com chuvas no verão e  inverno seco. A temperatura média do mês mais frio é inferior a 18º C, e a do mês mais quente não ultrapassa 22º C. Segundo estudos de Souza (1993), a área apresenta características de pluviosidade anual entre 1.000 e 1.500 mm. O trimestre de dezembro a fevereiro, além de mais chuvoso, é o de maior excedente hídrico e o de escoamento superficial mais ativo. No que se refere à geologia, a região da serra da Canastra, segundo Ab’ Saber, encontra-se na faixa de transição entre o “Domínio dos Chapadões”, recoberta por cerrados e penetrada por florestas-galerias, ao norte, e o “Domínio dos Mares de Morros Florestados”, ao sul, compreendendo uma região de maciços planálticos de estrutura complexa e planaltos sedimentares compartimentados.


Vegetação
A serra da Canastra é caracterizada por ser uma região de transição entre cerrado e mata atlântica, apesar da predominância do cerrado. Campos rupestres, gramíneas, matas secas, matas de galerias, campos úmidos fazem parte de uma grande variação fisionômica do local. Orquídeas, bromélias e canelas-de-ema também se fazem presente. Neste cenário, podem-se observar espécies típicas do cerrado como a fruta-do-lobo, o pau-santo, a lixeira e o pau-de-colher. Nas matas, surgem o cedro, o araribá, a canela e a paineira. As copas destas atingem 25 metros de altura, com algumas espécies emergentes ainda maiores do que estas.


Fauna
O parque, por estar localizado em uma região ocupada há muitos anos, vem sofrendo muitas alterações antrópicas como caça, desmatamento e garimpo, que acabaram por prejudicar a fauna e reduzir suas populações. Apesar disso, devido à formação aberta dos campos de vegetação baixa e homogênea, a fauna é de fácil observação. Com sorte, podem ser vistos o tamanduá-bandeira, o lobo-guará, o cachorro-do-mato e o tatu-galinha. O tatu-canastra, apesar de estar ameaçado de extinção, ainda pode ser encontrado vagando pelo cerrado no início ou no final do dia. Entre as aves, são comuns a siriema, o canário-da-terra, a ema, a perdiz, a codorna e bandos de tucano-açu. Nas proximidades dos cursos d`água, é possível, ainda, observar martins-pescadores, patos-mergulhões e garças.


Quanto ao endemismo, estudos registram para a região do PNSC as seguintes espécies como potencialmente endêmicas: Hyla ibitiguara, Scinax canastrensis e Odontophrynus. sp. (aff. moratoi). Já foram registradas, no Parque e área de entorno, 354 espécies de aves. No que se refere às espécies da avifauna ameaçadas de extinção, raras ou vulneráveis, o pato-mergulhão (Mergus octosetaceus) merece especial destaque por ser uma espécie rara, citada pelos especialistas como globalmente ameaçada


O nome
A denominação da região como “serra da Canastra” prende-se à tradição bandeirante de nomear os acidentes naturais como marcos sinalizadores dos seus roteiros. “Canastra” é um antigo vocábulo português de origem grega, utilizado para denominar um tipo de arca móvel, rústica, de formato retangular, que muito provavelmente os próprios bandeirantes carregavam em suas tropas. A semelhança desse objeto com a forma da serra, vista a distância, certamente foi o principal motivo de designação do local, o que em muito auxiliou vários viajantes na travessia da região.

O que ver e fazer

Nascente do Rio São Francisco

O acesso é realizado pela portaria 1, a principal, em São Roque de Minas. Após 6 km pela estrada, chega-se à nascente do rio São Francisco, localizada em uma pequena mata ciliar. O acesso ao atrativo, um dos mais visitados do parque, é fácil.


Cachoeira Casca d'Anta 

A cachoeira da Casta d`Anta, com os seus 186 metros de altura, pode ser observada em toda sua magnitude, tanto pelo alto quanto pela parte inferior. A trilha, que leva o mesmo nome, possui um formato de semicírculo e começa junto ao poço da Casca d`Anta, um lago escuro de 30 metros quadrados. O caminho não possui sinalização, mas é bastante largo e não dá para se perder. A parte mais alta da trilha é uma escarpa do chapadão do Diamante, de onde se tem uma bela vista do vale que separa os maciços da Canastra e da Babilônia. Os últimos metros da trilha são de descida, com muitas canelas-de-ema até a cachoeira. A caminhada de 4 Km pode durar duas horas para subir e uma hora para descer.


Cachoeira dos Rolinhos

A cachoeira dos Rolinhos é acessível por uma trilha curta de 15 minutos de caminhada, a partir da estrada principal. Pode ser observada do alto do mirante e suas cascatas desaguam na lagoa Azul. É a segunda cachoeira mais visitada do parque.


Cachoeira do Quilombo

Na face norte do chapadão do Diamante, quatro cachoeiras se formam no córrego do Quilombo, descendo pelas encostas em uma área de vegetação nativa mais fechada. Mas, esse local não está aberto à visitação.


Retiro das Pedras

Contém ruínas de uma das antigas fazendas da região do Alto São Francisco. Fica próximo a portaria São João Batista.


Fazenda dos  Cândidos e Garagem de Pedras

A Fazenda dos Cândidos localiza-se na divisa dos chapadões da Canastra e da Babilônia, donde é possível apreciar a serra. O acesso até lá é realizado por uma estrada intermunicipal que parte da portaria  Casca D`Anta.


Curral de Pedras
Localiza-se próximo à nascente do rio São Francisco, a 6 km adiante pela estrada principal. São ruínas de uma fazenda da qual sobraram os antigos currais de gado.


Torre Serra Brava
É o pico mais alto do parque, com 1.496 metros. Pode ser apreciado da estrada principal na altura da Garagem das Pedras.


Fazenda Zagaia
Está próxima à portaria 3, de Sacramento, na extremidade menos visitada do parque. É um local de difícil acesso e com muitas cascavéis. Dizem que a fazenda foi de uma quadrilha de bandidos.


Rio São Francisco

A importância do rio São Francisco, conhecido como o “Rio da Unidade Nacional”, é reconhecida por todos os brasileiros, mas principalmente pelos 14 milhões que dependem das águas da sua bacia. É difícil acreditar que a pequena nascente da serra da Canastra dê origem a um rio que percorre cerca de 3.160km, passando por cinco estados brasileiros, antes de desaguar no oceano Atlântico, entre os estados do Sergipe e Alagoas. Hoje, o Velho Chico representa aproximadamente 60% das reservas de água do Nordeste. Uma das razões da criação do Parque Nacional da Serra da Canastra foi justamente proteger sua nascente. 


O São Francisco teve um papel fundamental para o Brasil em toda a sua história. Serviu de acesso para os primeiros aventureiros colonizarem o interior do país, dando água e pescado para as comunidades ribeirinhas e fertilizando as terras vizinhas. Hoje, ele gera energia através de suas grandes hidroelétricas e as suas hidrovias são fundamentais para o escoamento da produção agrícola.


Mas, o mais marcante é vê-lo atravessar cheio de vida pelo sertão do nordeste. O uso de suas águas viabilizou a irrigação da caatinga, mudando a paisagem e o modo de vida a sua volta.    


Se para quem está no mar a terra é um lugar seguro, para quem está no sertão o rio São Francisco é esse lugar.


Mais  informações

- É permitido entrar de veículo próprio, mas é necessário respeitar a velocidade de 40 Km/h e trafegar somente nas estradas.
- Não se pode entrar no parque com armas, facões, anzóis e bebidas alcoólicas.
- É vedada a prática de atividades verticais como rapel, canioning, escalada, etc.
- É proibido acampar fora da área de camping localizada na portaria 4. 


Órção responsável pelo parque
Instituto Chico Mendes de Conservação do Meio Ambiente - ICMBio / Ministério do Meio Ambiente


É bom lembrar que:
O sol forte exige chapéu e protetor solar todo o tempo.

Alimentar é importante. Portanto, leve sempre na mochila: frutas, sanduíches, biscoitos e barras de cereais, alimentos nutritivos e práticos.

As caminhadas longas exigem hidratação constante. Tenha sempre uma garrafa d'água na mochila. 

Um calçado apropriado e confortável para caminhar (tênis ou bota) é item obrigatório.

O melhor é evitar fumar em um parque. Mas, se o fizer, tome cuidado com seu cigarro, apagando-o depois de fumar.

Nada se deixa em um parque. Todo o lixo deve ser coletado e disposto nos locais  apropriados. 

Nada se leva de um parque. Animais, plantas, rochas, frutos, sementes e conchas encontradas no local fazem parte do ambiente e aí devem permanecer.

Caçar, pescar e molestar animais silvestres é crime previsto por lei. O animais precisam buscar seu próprio alimento para manter o ciclo de vida natural.

Entrar no parque com animais domésticos, pode causar problemas como a introdução de doenças e ameaças ao ambiente natural.

As áreas de visitação pública são restritas e, normalmente, possuem horários definidos. 

 

Fonte
Instituto Chico Mendes de Conservação do Meio Ambiente - ICMBio


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Centro-Oeste
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