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Solar do Barão

A baronesa de Suassuí era uma das maiores proprietárias de escravos da antiga Queluz: 63 homens e mulheres viviam na senzala e eram responsáveis pelos serviços domésticos.


O Solar do Barão de Suassuí também servia como local para julgamentos, já que o seu proprietário era juiz da corte.


No fim da década de 1930, o solar foi sede do Colégio Monsenhor e, na década de 1950, abrigou o Fórum da Comarca.


Fonte: Almanaque do Comércio 2010 - Conselheiro Lafaiete Sindcomércio

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