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Diamantina

José J. Emérico Lobo de Mesquita

Emérico Lobo de Mesquita

 

José Joaquim Emérico Lobo de Mesquita

 

Cronologia
Nasceu: 1746
Faleceu: abril 1805, no Rio de Janeiro
Filiação: Joseph Lobo de Mesquita e Joaquina Emereciana (escrava)
Natural da Vila do Príncipe do Serro Frio/MG

 

Formação
Estudou música e latim com o Padre Manuel da Costa Dantas, mestre-de-capela da Matriz de Nossa Senhora da Conceição do Serro.

 

Atividade
Músico

 

Trajetória de vida  
Filho de escreva ao nascer, o pai lhe concedeu a alforria. Desde a infância esteve envolvido com musica. Senhor de uma “...técnica extraordinária, expressiva e avançada para sua época, aliada à notável versatilidade de temperamento artístico” (D’Araujo, L.), tornou-se, assim, uma das figuras mais notáveis da música brasileira no período da colônia.

 

Começou sua atividade como músico no Arraial do Tijuco por volta de  1774, sendo organista da Irmandade do Santíssimo Sacramento da Matriz de Santo Antônio. Foi também regente da orquestra na Igreja do Carmo e, eventualmente, trabalhava na Capela das Mercês. Em 1798 estava trabalhando em Vila Rica para a Irmandade do Santíssimo Sacramento, na Igreja do Pilar e para a Ordem 3º do Carmo. Mudou-se para o Rio de Janeiro em 1800 sendo contratado  pela Ordem Terceira de Nossa Senhora do Carmo como organista para os sábados, domingos e dias santos, com o vencimento de 40 mil réis por ano.

 


Principais obras
Antífona de Nossa Senhora (Salve Rainha), 1787

Ladainha in honorem  Beatae Mariae Virginis

Missa em mibemol (ou Missa Grande)

Missa em fá nº 2

Ofertório de Nossa Senhora (Benedicta et Venerabilis es)

Te Deum nº 1

4 Tractus para Sábado Santo, 1783.

 


Homenagem

Em sua homenagem, seu nome foi dado:

Ao conservatório de música de Diamantina - Conservatório Estadual de Música Lobo de Mesquita.
A uma rua da cidade de São Paulo.

Patrono da cadeira de nº 4 da Academia Brasileira de Música.

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