Destinos

Diamantina

Informações Básicas - Diamantina

População
45.880 (IBGE 2010)


Área
3.891,654 km²


DDD
38


Emancipação do município
Elevação à vila
13 de outubro de 1831

 

Elevação a município
6 de março de 1838


Feriados municipais
6 de março - aniversário da cidade
13 de junho - Padroeiro


Padroeiro
Santo Antônio


Data de comemoração
13 de junho


Adjetivo pátrio
Diamantinense


Distritos
Conselheiro Mata (ex-Varas)
Desembargador Otoni
Extração (ex-Curralinho)
Guinda
Inhaí
Mendanha
Planalto de Minas (ex-Contagem)
São João da Chapada (ex-Chapada)
Senador Mourão (ex-Pindaíbas)
Sopa


Municípios limítrofes
Augusto de Lima
Bocaiúva
Buenópolis
Couto de Magalhães
Datas
Gouveia
Monjolos
Olhos d’Água
Senador Modestino Gonçalves


Mesorregião
Central


Microrregião
Diamantina

 

Temperatura

Média anual: 18º C

Média máxima anual: 24º C

Média mínima anual: 14º C

 


Estação seca

Abril a Outubro

 


Estação chuvosa

Novembro a Março

 


Relevo

Localizada no alto da serra do Espinhaço, uma das mais antigas formações geológicas do Brasil, Diamantina está na entrada do Vale do Jequitinhonha.

 


Apresenta extenso planalto irregular onde apenas 20% da área é plana, 20% ondulada e 60% montanhosa. Essa característica peculiar do município favorece o surgimento de belas cachoeiras com grandes desníveis que podem ultrapassar a uma centena de metros.

 


“Em termos geológicos, a região é a província diamantífera da serra do Espinhaço, a qual abrange os Estados de Minas Gerais e Bahia. Nessa província mineral são reconhecidos diversos “distritos diamantíferos”, entre os quais o de Diamantina, que se destaca como o mais importante, tanto nos aspectos históricos como nos aspectos econômicos” (Marcio Luiz de Sá Carneiro Chaves e Ítalo Meneghetti Filho).

 


Altitude da sede: 650 m

Altitude máxima: 1.548m - Serra do Galheiro

Altitude mínima: 676m - foz do córrego Cana Brava

 


Topografia

Plano: 20%

Ondulado: 20%

Montanhoso: 60%

 


Hidrografia

Em razão da especificidade do terreno irregular, os cursos d’água formam pequenas, mas sedutoras, quedas d’águas e piscinas naturais de grande interesse turístico.

 


Rios e ribeirões

Jequitinhonha

Ribeirão do Inferno

 


Bacia

Rio Jequitinhonha / Rio São Francisco


Vegetação

A vegetação nativa é a caatinga arbórea ou herbácea. “Devido à especificidade dos terrenos constituídos a partir do quartzito e filito, cuja combinação originou ali solos pobres e muito permeáveis, desenvolveu-se na região diamantina uma vegetação de campo rupestre, com predominância das gramíneas e da planta conhecida como sempre-viva, cuja exportação representa ponderável fonte local de renda. Não obstante, podem-se ainda encontrar, nas encostas onde há maiores condições de fixação da água, vestígios de matas que existiram na área.” (Fundação João Pinheiro)

 


Também ocorrem na região alguns vestígios do cerrado, representados por árvores de baixo porte e tortuosas. Considerando que em algumas áreas há maior fixação da água, podem-se, ainda, encontrar manchas de matas, e, em regiões onde predomina o substrato rochoso de arenito e quartzito, nascem belas plantas que surgem entre as rochas.

 


Principais atividades econômicas

Diamantina é um centro minerador de ouro e diamante.

Indústria extrativa vegetal: sempre viva (flor campestre), madeira, carvão.

Indústria mineral: diamante, ouro e cristal.

Indústria de transformação:  tecidos de algodão, massas alimentícias, joias, lapidação, serralheria.

Agricultura: milho, arroz, cana de açúcar, feijão e mandioca.

Comércio : são vários os estabelecimentos comerciais varejistas e mistos, incluindo o artesanato, com destaque para a produção de tapetes arraiolo.

- Edição, impressão e reprodução de gravações

- Extração de minerais metálicos

- Fabricação de moveis e indústrias diversas

- Fabricação de produtos alimentícios e bebidas

- Fabricação de produtos têxteis

 

 

 

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