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Museu do Tropeiro

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Resgatar a memória dos tropeiros viajantes, que tanto contribuíram para a construção de Minas e do Brasil, é resgatar a nossa própria história. O Museu do Tropeiro foi criado para resgatar a cultura tropeira e é hoje um dos bons atrativos da Estrada Real. Seu acervo conta com mais de 400 peças que revelam usos e costumes, proporcionando a redescoberta da rica história dos tropeiros.

 


Além de um centro de documentação e pesquisa, o Museu oferece à população a oportunidade de se expressar através de manifestações folclóricas, artesanato, culinária típica, medicina caseira e outras formas de cultura tropeira. O Museu proporciona conhecimentos sobre os bens culturais dos tropeiros, revela a história e a identidade individual e coletiva destes personagens que abriram oportunidades, teceram elos e marcaram época pelos caminhos de Minas e do Brasil.


O tropeirismo iniciou com a interiorização do povoamento. Os tropeiros eram responsáveis pela condução de tropas de mulas no século 18 e, principalmente, no século 19. A partir do momento em que as minas de ouro são descobertas e as terras começam a ser ocupadas, surge a necessidade de se abastecer de inumeráveis produtos, sobretudo dos gêneros alimentícios.


O tropeirismo foi, portanto, de grande importância para a economia e colonização do Brasil, participando do processo de ocupação e integração nacional. Dos pousos de tropeiros, surgiram muitas cidades brasileiras. Os próprios tropeiros resolviam, muitas vezes, fixar moradia naqueles locais que, em tantas ocasiões, lhes haviam servido de repouso. Assim, davam início às atividades de plantio, à criação de gado muar e bovino e ao estabelecimento de casas comerciais, já que o comércio estava no sangue.


Os tropeiros foram os primeiros agentes de comunicação comercial e social, elo quase sempre de ligação entre os produtores e as cidades. Itabira, integrada à Estrada Real através dos seus distritos Senhora do Carmo e Ipoema – que  ficou conhecida como Estalagem, Pouso Alegre, Aliança, por ser um dos pousos preferidos das tropas pela boa hospitalidade.


A entrada dos tropeiros na Capitania das Minas era feita por três caminhos: o Caminho Velho, que vinha de São Paulo; o Caminho Novo, ligação com o Rio de Janeiro; e o Caminho dos Currais do Sertão, acesso para quem vinha da Bahia. Todos esses caminhos possuíam ‘registros’ que exerciam a função de postos alfandegários, controlando e cobrando taxas. Todas as mercadorias trazidas para a região chegavam em tropas de mulas. “As tropas de mulas foram fundamentais, como transporte terrestre de carga para todas as áreas coloniais, sobretudo para as regiões mineradoras... única forma de contato entre Minas e o Atlântico”. (Dicionário do Brasil Colonial).



O lançamento da Pedra Fundamental do Museu do Tropeiro foi no dia 13 de janeiro de 2002, e nele encontra-se um acervo de 400 peças adquiridas do colecionador José Dutra. Em 29 de março de 2003 tornou-se uma atração a mais para consolidar o turismo em Minas Gerais.


Horário de funcionamento: 3ª à domingo - 9h às 12h / 13h às 17h


 

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