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Serra e Santuário de N. S. da Piedade

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Um dos mais importantes monumentos naturais do nosso Estado, [...] esse imponente paredão de rochas milenares de grande significado histórico e cultural, tão próximo de nós” – Carlos Eloy Carvalho Guimarães.


A serra da Piedade apresenta-se como importantíssimo marco histórico, religioso, paisagístico e turístico de Minas Gerais. Sua história remonta ao início da ocupação do território mineiro em fins do século 17 e início do século 18. A presença da serra foi sentida como desafio, claramente distinguível ao longe, tanto para os primeiros bandeirantes que desbravaram o sertão de Minas Gerais quanto para os viajantes europeus que narraram os costumes de nossa gente no século 19.


Os primeiros apontamentos sobre a serra da Piedade datam por volta de 1673, quando Fernão Dias Paes buscava encontrar prata na então chamada serra de Sabarabuçu. O nome primitivo, dado pelos indígenas, era Itabera-assu, que significa montanha resplandecente e alta. Por sua vez, os portugueses a transformaram na corruptela Taberaboçu ou Tabaraboçu, e o século 18 a popularizou como Sabarabuçu. Acreditava-se que havia, nessa serra, imensa quantidade de pedras e minerais preciosos.


Na sua audaciosa procura, Fernão Dias continuou sua caminhada pelos sertões, durante alguns anos, até falecer, às margens do rio das Velhas, ou Guaicuí, enfraquecido pelas moléstias que adquirira durante os desbravamentos que empreendera.


A descoberta de ouro nas margens do rio das Velhas ocasionou a identificação desse local com a lendária serra, o que originou o nome do primeiro povoado: Sabará. A partir de 1700, com a repartição das lavras de ouro pelas autoridades, o sopé da serra foi ocupado por inúmeras outras povoações. Essa origem legou à serra da Piedade uma história de minerais valiosos e homens com sede de riqueza e aventura (HORTAS, 1992).


Além da procura por riqueza material, outra forma de busca marcou a cultura, as tradições e a história da serra: o imaginário religioso. A identidade de serra foi construída a partir da devoção à Nossa Senhora da Piedade.


No dia 16 de julho de 2004, foi sancionada a Lei n.º 15.178/2004, que definiu os limites de conservação da serra da Piedade, conforme previsto pela Constituição Estadual; nessa ocasião, a serra ganhou o título de Monumento Natural de Minas Gerais.


Texto: Prefeitura de Caeté



Santuário da Serra da Piedade
Do alto da serra da Piedade, Maria abençoa os filhos das Gerais


Em 1958 o Papa João 18 declarou Nossa Senhora da Piedade padroeira de Minas Gerais; dois anos depois, foi reconhecida como tal pelo governo do Estado. O jubileu de Nossa Senhora da Piedade, uma das maiores festas religiosas de Minas Gerais, atrai todos os anos milhares de romeiros no período de 15 de agosto a 15 de setembro.


A história da construção do santuário religioso e conseqüentemente da história da devoção à Nossa Senhora da Piedade está ligada à pessoa de Antônio da Silva Bracarena. Até recentemente, os detalhes acerca da vida desse homem permaneciam obscuros. Alguns historiadores o apontavam como um foragido de Portugal, que veio procurar em Minas o isolamento e o anonimato que o livrassem de perseguições ou da prisão. As versões da história trazem a marca da sua reconstrução mística e lendária pelos romeiros que trilhavam repetidamente os caminhos de Bracarena.


Seu companheiro inicial de percurso teria sido o chamado irmão Lourenço, que fundaria, posteriormente, o Caraça. Seriam eles, nobres portugueses, perseguidos pelo Marquês de Pombal e que, no desespero de salvarem-se, teriam feito promessa a Maria Santíssima de ergue-lhe um templo como sinal de gratidão e louvor pela proteção.


Caminhando por Minas, descobriram o belo lugar. Entretanto, Lourenço e Bracarena não chegam a um acordo, uma vez que o primeiro preferiu a região da serra do Caraça, ocorrendo, assim, a separação que acabou por originar a fundação de dois templos.


Contudo, a descoberta recente de alguns documentos levou à reconstrução da história de Bracarena. Em uma carta de seu próprio punho, alguns dados de sua vida são revelados. Bracarena era português. Mudara-se para o Brasil com objetivo de enriquecer e voltar à terra natal. Morador da comarca de Sabará, em Minas Gerais, exercia o ofício de pedreiro, através do qual declara ter-se tornado um homem abastado. O projeto de retornar a Portugal fora abandonado em função de um acontecimento que despertou sua atenção: em meados da década de 1760, duas moças teriam visto Nossa Senhora da Piedade, ao passarem pela serra. A partir da divulgação desse fato, muitas pessoas passaram a dirigir-se à serra, inclusive o próspero construtor.


Julgando verdadeira a aparição, Bracarena decidiu que trabalharia para facilitar o acesso à região, empenhando-se em auxiliar a chegada das pessoas ao alto da serra. Havia, entretanto, um desejo mais forte e mais ousado: construir, no local, algo que estimulasse, ainda mais, tal caminhada; edificar ali, com a habilidade que adquirira, após anos de experiência no ofício de cantaria, um capela dedicada à Virgem. Uma capela que seria um referencial para o andarilho – fosse penitente ou estivesse ansioso por um local adequado para orar e aproximar-se das coisas divinas.


Em 30 de setembro de 1767, a Cúria Eclesiástica de Mariana concedia a Bracarena e ao Dr. Manuel Coelho Santiago, licença para que erigissem uma capela com a invocação de Nossa Senhora da Piedade, na freguesia de Caeté, no cimo da serra. O término da construção da capela data de 1778. Rapidamente, a região transformou-se em centro de romeiros, devotos, e o lugar tornou-se palco de inúmeros milagres e lendas.


Bracarena inicia a construção com todas as dificuldades que se podem facilmente mensurar. Erigir uma capela em local de tão difícil acesso e transportar para ali o material necessário não seria, certamente, tarefa simples. Nem simples, nem pouco dispendiosa. Após requerer todas as licenças necessárias para erigi-la, o construtor começa a desfazer-se de seus próprios bens para financiar os custos do empreendimento. No documento de permissão do Bispado de Mariana, especifica-se que a capela deveria ser fabricada com material durável, boa proporção e arquitetura. A ornamentação deveria respeitar as cores exigidas pelo missal, e a benção do local seria feita pelo Bispado, segundo o ritual romano. Com recursos advindos de uma fazenda adquirida em Minas em época anterior, Bracarena passa a arcar com a fase inicial da construção. Nesse momento, a disponibilidade de valores faz com que o andamento das obras seja rápido.


Em pouco tempo, porém, as dificuldades tornam-se mais intensas. De uma atitude ambiciosa e orientada para o enriquecimento pessoal, Bracarena assume outro posicionamento em sua vida. Gastando quase tudo o que tem, não mais trabalha visando a obter ganhos. Ocupa todo o seu tempo na construção da capela ou, com suas próprias palavras, em servir à Mãe de Deus. Abandonando interesses lucrativos, passa a ocupar seus escravos, cujo número é desconhecido nas obras da serra.


Além da capela, Bracarena decidira construir também modestos alojamentos para abrigar os cada vez mais numerosos romeiros e devotos que para ali se dirigiam.


A diminuição gradativa dos recursos disponíveis torna tais realizações cada vez mais penosas. Apesar de conseguir aumentar o prestígio da serra e da capela mediante a obtenção de uma imagem da Senhora da Piedade, Bracarena teme que suas obras permaneçam inacabadas.


Em 1773, escreve uma carta ao rei narrando sua história pessoal e os motivos que o haviam levado a abandonar tudo por aquelas atividades. Declarando-se fatigado pelos anos que dedicara às construções, afirma o temor de que a devoção do povo se esfriasse, caso as obras não fossem terminadas. Logo após tais explicações, um pedido: o rei poderia prestar um auxílio imenso à continuidade dos cultos à Virgem se permitisse haver, na capela, um ermitão autorizado a pedir esmolas na Comarca do Rio das Velhas e em outras partes da Capitania de Minas Gerais. A partir das contribuições dos fiéis mais abastados, esperava-se obter o suficiente para o término das obras e para a conservação do que já se encontrava pronto.


Para respaldar sua palavras, Bracarena conta com um documento organizado pela Câmara da Villa Real de Nossa Senhora da Conceição do Sabará, onde se confirma seu testemunho. Além de inquirição do construtor, o documento anexa quatro testemunhos. Os depoimentos comprovam sete itens, a saber: a dificuldade de acesso à serra; a aparição da Virgem no local; a abertura de caminhos; o início da construção; a presença da imagem e a freqüência dos romeiros; os gastos de Bracarena e, por fim, suas dificuldades financeiras para terminar a sonhada obra.


Não foi encontrado nenhum documento que informasse acerca da resposta do rei a esse pedido. O certo é que, enfrentando tantos obstáculos, Bracarena dedica sua vida ao local e ao estímulo às romarias. Sua tarefa fora árdua, mas, a partir de então, continuamente retomada por outras pessoas. Visitantes e ermitões tomaram para si o ideal de Bracarena, impedindo que o local fosse esquecido ou abandonado.


Foi Bracarena quem construiu o primeiro templo em louvor a Nossa Senhora da Piedade, no cume da serra. No dia 8 de janeiro de 1784, ele fez redigir o testamento em que doa parte de seus bens para as obras da capela e, no mesmo mês, faleceu, tendo sido sepultado de acordo com seu pedido: sob o solo rochoso, coberto pelo teto sagrado.


Texto: Prefeitura de Caeté



A ermida de Nossa Senhora da Piedade

'Aquella egrejinha, pouzada como águia branca nas toscas penedias que a cercam, tem a sua lenda cheia de poesia, como todas as lendas brotadas da piedade cristã.' (Antônio Olyntho dos Santos Pires, 1902)


A singela ermida de Nossa Senhora da Piedade localiza-se no ponto mais alto da serra. Em 1818, Saint-Hilaire registrou: 'No alto da serra da Piedade foi construída uma capela muito grande, contra a qual apoiaram, à direita e à esquerda, edifícios onde residem eremitas da montanha e os peregrinos que a devoção leva a esse lugar. Todas essas construções são de pedra e datam de 40 anos atrás.'


Arquitetura e Decoração
O templo possui nave única, galerias laterais e capela-mor O sistema construtivo original é de adobe e foi parcialmente mantido, uma vez que a edificação sofreu várias reformas no decorrer dos anos. 'A nave não tinha, no início, qualquer comunicação com as galerias laterais. As ligações entre esses espaços básicos foram no sentido de ampliar o interior da capela, permitindo melhor circulação de visitantes' (BITTENCOURT-MACHADO, 1992).


A decoração interior é 'simplificado de ornamentação e equipamentos, fato comum em igrejas de peregrinação'(IEPHA). O forro é em gamela e acompanha a simplicidade da decoração interior.


O ponto alto é o retábulo-mor em estilo rococó e a imagem de Nossa Senhora da Piedade atribuída a Antônio Francisco Lisboa, o Aleijadinho. Segundo análise do IEPHA, o estábulo foi 'confeccionado provavelmente nos primeiros anos do século XIX, obedecendo a padrões utilizados no neoclássico, porém, com elementos do rococó'. O retábulo foi restaurado pelo IEPHA/MG em 1983/1984.


A serra e o santuário são tombados como Santuário de Nossa Senhora da Piedade. O conjunto arquitetônico e paisagístico é tombado pelo IPHAN.


Registrado no Livro Histórico
Inscrição 316
26 de setembro de 1956


Registrado no Livro Arqueológico, Etnográfico e Paisagístico
Inscrição 016
26 de setembro de 1956

 

Igreja Nova das Romarias
O templo foi edificado a partir de 1974, com projeto do arquiteto carioca Alcides da Rocha Miranda. A concepção do edifício insere-se no domínio da arquitetura “moderna”, que se caracterizou pela utilização do concreto puro aparente moldado, articulado com outros materiais. A Igreja revela uma rica simbologia, traduzida não apenas no edifício, mas em sua ornamentação interna, com os murais de cerâmica fosca que revestem as paredes baseados em temas bíblicos, abordados no Evangelho de Lucas, e executados pelo artista plástico Cláudio Pastro, em 1989.

À esquerda do altar, encontra-se a imagem de Nossa Senhora da Piedade, confeccionada em 1998, pelo artista plástico Léo Santana. A imagem, apesar de suas características particulares, faz referência a Pietá, do Mestre Francisco Lisboa, o Aleijadinho, que está na Ermida do Santuário.

 

Caminho das Dores de Maria
O Caminho das Dores da Mãe da Piedade é um “jardim de espiritualidade” que contribui para os momentos de oração na Casa da Padroeira de Minas Gerais.

Trilhar o Caminho das Dores da Mãe da Piedade também é oportunidade para cultivar a força que permite superar as muitas adversidades da vida.

O Caminho reúne mosaicos que retratam sete momentos da vida de Maria, narrados na Bíblia. A via contribui para que todos reconheçam o sentido de peregrinar.

 

Via-Sacra
O Santuário oferece duas opções de Via-Sacra para os visitantes que quiserem vivenciar os Passos da Paixão de Cristo. Há um percurso mais longo, na estrada vicinal que dá acesso ao Santuário. E um mais curto próximo à Ermida e ao Calvário.

- Percurso longo
Os Passos da Paixão de Cristo são representados em um conjunto de 15 painéis azulejares que revestem pilares de alvenaria de pedra. Os pedestais tiveram a disposição concebida pela arquiteta Ana Schimidt, que se serviu do modelo da Via-Sacra existente no Santuário Arquidiocesano de Adoração Perpétua - Paróquia Nossa Senhora da Boa Viagem.

 

- Percurso curto
Início na Igreja Nova das Romarias (na Praça Alcides da Rocha Miranda) até a Ermida da Padroeira de Minas (na Praça Cardeal Mota)

Calvário

Diante da fachada frontal da Ermida, avista-se as esculturas do Calvário, moldadas em ferro nodular, executadas por Vlad Eugen Poenaru, pesando cerca de uma tonelada cada. A escultura é composta, ao centro, por uma grande cruz, à qual se prende a imagem de Cristo, tendo à sua direita a Virgem Maria e à sua esquerda, São João.


Cripta São José
Interligada à Casa dos Peregrinos, a Cripta atende aos grupos que se reúnem para fazer retiros e também possui um acesso externo.  Na Cripta, estão sepultados frei Rosário Jofylly e padre Virgílio Resi, grandes ícones na história do Santuário Nossa Senhora da Piedade.
 
Sábado e domingo: Adoração Eucarística na Cripta São José - 8h30 às 15h


Biblioteca
A biblioteca do Santuário Nossa Senhora da Piedade conta com um rico acervo de obras raras, entre elas a coleção Sources Chrétiennes, com páginas em grego e francês. Além de exemplares em outros idiomas como italiano, inglês, espanhol.


O acervo irá integrar o projeto do Centro Cultural João Paulo II, que será construído no Santuário. Já foram catalogados 12 mil exemplares do conjunto de obras que será disponibilizado para o público.

Espaço Padre Virgílio Resi - cafeteria/lanchonete
 
O Santuário Nossa Senhora da Piedade possui um espaço de convivência acolhedor para receber os peregrinos. No Espaço Café, os romeiros saboreiam um delicioso café pela manhã e um especial lanche da tarde.


Espaço Dom João Resende Costa - restaurante
As refeições no Santuário podem ser realizadas no Espaço Dom João Resende Costa, contemplando a maravilhosa vista da serra da Piedade, que impressiona durante o dia, no pôr do sol e também à noite.


Casa dos Peregrinos Dom Silvério
O Santuário está aberto para visitação durante todos os dias da semana, de 7h às 18h. Para os  visitantes que desejarem desfrutar por mais tempo deste momento de espiritualidade e fé, e aproveitar as belezas naturais da Serra da Piedade, a Casa dos Peregrinos Dom Silvério oferece serviço para grupos passarem o dia ou se hospedarem. A Casa pode receber até 38 pessoas.


Reservas:
Telefone: (31) 3651-6325/6335
E-mail: sensp-casadosperegrinos@arquidiocesebh.org.br


Espaço para Exposições
A Igreja Nova das Romarias abriga, em seu saguão de entrada, espaço dedicado a exposição fotográfica com o histórico do Santuário Estadual Nossa Senhora da Piedade. O espaço também pode ser utilizado para outras mostras ou exposições


Observatório Frei Rosário
O Observatório Astronômico Frei Rosário, mantido pela Universidade Federal de Minas Gerais, oferece aos visitantes equipamentos especiais para conhecer mais de perto a astronomia.

 

Para a segurança de todos, no Santuário não é permitido:
• Consumir bebidas alcoólicas, fazer churrasco ou uso de fogareiro.

• Levar qualquer animal para dentro da reserva.

• Escalar e/ou subir nas pedras, caçar ou aprisionar animais.

• Causar danos à vegetação, retirando mudas.

• Sair das trilhas ou abrir novos caminhos.

• Invadir a propriedade, desrespeitando a entrada principal.

• Ligar música em alto volume.

• Acampar e pernoitar em carros.

• Andar de bicicleta nas trilhas, por causa da fragilidade do solo.

• Praticar esportes radicais.

• Comercializar produtos - com exceção dos artesãos cadastrados no Santuário.

 • Passeios de crianças sem acompanhante

 

Fonte: http://www.santuarionsdapiedade.org.br/

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