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Vale do Matutu

"Viver em comunidade, em harmonia com a natureza, criando condições para a realização espiritual, social e econômica dos indivíduos e possibilitar a multiplicação dessa iniciativa" Fundação Matutu.


A área de três mil hectares foi transformada em Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN), que tem como objetivo lazer, pesquisa científica e desenvolvimento sustentado. Também foi criada a Fundação Matutu, que capta recursos, mantém convênios com organizações, governamentais ou não, do Brasil e do exterior, conseguindo assim reconhecimento e ajuda financeira para efetivar os projetos.


A comunidade produz tudo o de que necessita, como produtos hortigranjeiros e laticínios. Profissionais de diversas áreas, como médicos homeopatas, dentistas, psicólogos, terapeutas, professores dão a sua contribuição. Tratamentos fitoterápicos, acupuntura, remédios e cosméticos naturais estão sempre à disposição.


A fundação mantém cursos de nível fundamental e médio, alfabetização de adultos e supletivo. Esses cursos estão também abertos aos habitantes da região.


Outras atividades mantidas pela comunidade são oficinas de arte e teatro. Às quartas-feiras e aos domingos, são realizadas cerimônias religiosas. Apesar de a maioria dos habitantes do Vale ser adepta do Santo Daime, a tolerância religiosa é praticada, e todas as religiões são respeitadas.


No Casarão Matutu, está sediada a Associação de Moradores do Matutu. É nesse local que se iniciam as trilhas que dão acesso à cachoeira do Fundo, à cachoeira dos Índios e à cachoeira das Fadas.


Alguns anos atrás, adeptos do culto amazônico de adoração da floresta e usuários do chá da ayauasca (Santo Daime) se estabeleceram no Vale do Matutu, onde encontraram o lugar perfeito para suas crenças e práticas. Essa comunidade alternativa hoje é composta por 120 pessoas, que vivem em plena harmonia, procurando conciliar desenvolvimento humano, preservação da natureza e cooperação social.
 

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