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Quem visita pratica uma terapia da visão


Só indo lá e conferindo como os mineiros souberam desenvolver seus talentos, combinando-os com uma criatividade ímpar, tornando o Mercado um entretenimento á parte.” (Folder Mercado Central).


Realmente, o Mercado Central é uma das ótimas opções de visitas que a cidade oferece, além de ser um dos locais mais tradicionais e queridos pela população. É, sem dúvida, o melhor lugar para se comprar um bom requeijão ou uma deliciosa goiabada. Há, também, um ótimo setor de artesanato, com muitos artigos de palha, pedra sabão, bambu e cipó. A grande variedade de produtos faz a festa de consumidores e visitantes que, entre os corredores, vão se deliciando com cheiros e cores.


Existem aspectos curiosos como a praça do Abacaxi. Os vendedores são verdadeiros especialistas e, ali mesmo, pode-se saborear a deliciosa fruta. Os bares tem freguesia certa, que todos os sábados e domingos de manhã se reúnem nos bares para uma cerveja e o tradicional  bife de fígado acebolado.


O mercado possui 380 lojas distribuídas por 13.442m2. Sua história  começou no dia 7 de setembro de 1929, quando foi inaugurado com o nome de Mercado Municipal nos governos do presidente de estado Antônio Carlos Ribeiro de Andrada e do prefeito Christiano Monteiro Machado.


Em 1963, o governo decidiu privatizá-lo. Os comerciantes, então, se organizaram na “Cooperativa dos Ocupantes do Mercado” e conseguiram comprá-lo em leilão. A partir daí, mudou o nome para Mercado Central.


Fonte: Mercado Central – folder

Mercado Central  70 anos – cd rom

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