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Museu de História Natural e Jardim Botânico - UFMG

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A Origem
A origem do Museu de História Natural remete à extinta Sociedade Mineira de Naturalistas. Fundada na Faculdade de Filosofia da UFMG, em 19 de outubro de 1956, a Sociedade objetivava estimular atividades ligadas às pesquisas científicas e criar um Museu de História Natural em Belo Horizonte.


Em 1947, o professor Aníbal Mattos, presidente da Academia de Ciências de Minas Gerais, e considerando a importância do sítio arqueológico da região do Horto, em Belo Horizonte, já destacava a necessidade de tal museu para Belo Horizonte. Apesar dos esforços desses cientistas e de estudantes do curso de História Natural para criação do Museu nessa época, foi só no fim da década de 1960 que a ideia começou a ser concretizada. Em 28 de fevereiro de 1968, pelo Decreto nº 62317, do Presidente Arthur da Costa e Silva, determinou-se uma reformulação da estrutura das universidades brasileiras. O ato, conhecido como Reforma Universitária, implicou em muitas mudanças e instituiu, entre várias medidas, a criação de um Museu de História Natural. O Instituto Agronômico, então, com suas pesquisas paralisadas e sua área verde cada vez mais devastada, foi o local escolhido para sediar o Museu. Após a necessária negociação com o Estado e com base em um levantamento de toda a área, o museu foi instalado em parte do terreno do Instituto.


O MHNJB apresenta as áreas de Arqueologia, Botânica, Etnografia, Cartografia Histórica, Geologia, Paleontologia e a Zoologia.


Arqueologia
Os pesquisadores do MHNJB escavam sítios arqueológicos em vários estados brasileiros, que permitem conhecer desde populações pré-históricas, existentes há 12.000 anos atrás, até grupos que entraram em contato com a sociedade colonial.


Dos acervos da Arqueologia, o pré-histórico, formado por milhares de peças, destaca-se pelos restos líticos e esqueletais, como aqueles que integram a Coleção Harold Walter. Mas a maior parte dessas peças ou vestígios foi encontrada em sítios arqueológicos, como nos da província arqueológica de Lagoa Santa, MG, incluindo vestígios do sítio onde foi descoberto o crânio mais antigo das Américas, conhecido com "Luzia" e que se encontra depositado em outra instituição. Vestígios encontrados nos sítios da província arqueológica do vale do rio Peruaçu, internacionalmente conhecida como a anterior e localizada na região norte de Minas Gerais, bem como vestígios arqueológicos relacionados com pesquisas em andamento na região de Diamantina, com destaque para os elementos mumificados, também fazem parte desse acervo.


Das atividades implementadas por essa área da Arqueologia no MHNJB, resultou um dos mais ricos acervos do Brasil referente à arqueobotânica e a restos esqueletais documentando as primeiras populações americanas. Por conta disso, as visitas de pesquisadores de outras instituições nacionais e estrangeiras para consulta a esses acervos são muito frequentes.


No MHNJB, são igualmente ricos os acervos da Arqueologia Histórica, representados por expressivo conjunto de peças documentando instalações coloniais do Brasil em tempos da América portuguesa.


Paleontologia

Com relação aos acervos de Paleontologia do MHNJB, esses mostram um resumo de como a biodiversidade se modificou na Terra desde seu surgimento há bilhões de anos até os dias atuais. O visitante tem a oportunidade de vislumbrar o que são e como são formados os fósseis, e seu papel na paleontologia. Muitos fósseis reais são apresentados nas exposições do museu, mas também algumas reconstituições de como eram os animais que viveram muito antes dos seres humanos (dinossauros, por exemplo), além de outros que conviveram com o homem primitivo, incluindo as preguiças-gigantes e os tigres-dente-de-sabre.


Geologia

Da parte da Geologia, os acervos do MHNJB são constituídos por minerais, em parte com valor gemológico ou com aplicação industrial, e por rochas, com aplicação ornamental ou não, mas importantes para o entendimento dos processos geológicos formadores de rochas. Em parte expostos, esses materiais ajudam a contar, tanto a história da formação da terra, quanto da formação dos principais depósitos minerais de Minas Gerais, com ênfase nas minerações do ouro, dos diamantes e do ferro.


Botânica
Os acervos botânicos do MHNJB são de dois tipos, sendo um formado por espécimes preservados (secos) e outro por espécimes vivos. Os acervos preservados são compostos pela coleção carpológica (frutos e sementes) de espécies provenientes da reserva do MHNJB, pela coleção de drogas vegetais (parte da planta de onde extraem os princípios ativos dos medicamentos) e pela coleção de exsicatas (plantas prensadas e desidratadas). Os acervos vivos são constituídos por uma coleção de conservação exsitu, composta principalmente por espécimes de orquídeas e bromélias, uma coleção de plantas medicinais, aromáticas e alimentícias com caráter didático (jardim sensorial e dataplamt) e o arboreto que compõe a reserva de conservação in-situ, constituído principalmente de espécies oriundas do bioma Mata Atlântica. Além destas, há também a coleção de plantas ornamentais que compõem os jardins da instituição.


Zoologia
A coleção de MHNJB formada por espécimes da Zoologia e estimada em 55.000 itens é constituída de espécimes entomológicas (insetos - com destaque para abelhas, besouros e borboletas), ornitólogos (aves - com destaque para colibris), mastozoológicos (mamíferos: roedores, marsupiais e morcegos) e malacológicos (conchas). Além desses, integram-se também à coleção zoológica: peles, materiais regurgitados de coruja conservados em frascos, vestígios esqueletais diversos, individuais ou conjuntos e conservados em frascos e vidros, peixes, répteis (cobras e tartarugas), anfíbios (rãs e pererecas), crustáceos (caranguejos, camarões e ermitões), moluscos (lulas, ostras e lesmas do mar), poríferos (desmoponjas e esponjas), anelídeos (minhocas), aracnídeos (aranhas), escorpiões e carrapatos), equinodermos (lírios-do-mar, pepinos-do-mar e bolachas-dos mar), vermes (platelmintos, parasitas e lombriga), entre outros, conservados também em meio líquido e em vidro, além de exemplares taxidermizados.


Cartografia Histórica
O acervo da Cartografia Histórica, que se encontra no MHNJB, é constituído de cópias obtidas por meio fotográfico ou digital e por documentos originais que trazem a representação do território da América portuguesa, dos territórios das antigas capitanias do Brasil no período colonial, de províncias do Império do Brasil e ainda plantas de vilas e de cidades.


Destaque deve ser dado ao conjunto de documentos originais produzidos entre 1650 e 1844 e que tratam da cartografia da América do Sul e do Brasil. No entanto, o maior número de documentos presentes no acervo data do período compreendido entre os séculos 18 e 19 e esses representam a região de Minas Gerais e de outros documentos gráficos (plantas e croquis) elaborados por estudiosos que percorrem o território brasileiro, até o primeiro quartel do século 19, os quais representam importantes registros geológicos e geográficos. Sobre esses registros nota-se que são de grande significado para a reconstrução da história dessas áreas de conhecimento e para a própria história de Minas Gerais e do Brasil.


Etnografia
No MHNJB, a Etnografia está representada por um importante acervo composto por cerca de 300 peças em parte representadas pelo acervo da cultura Maxacali, que inclui artefatos líticos e objetos utilitários e decorativos as região do nordeste de Minas Gerais e pelas peças que compõem o acervo Victor Dequesh, formado por artefatos líticos e objetos utilitários e decorativos de adorno indígena. Desse acervo fazem parte outros conjuntos integrados por objetos com variadas formas e materiais (madeira, têxteis, sementes, etc.).


Arte Popular
Por sua vez, o acervo de Arte Popular do MHNJB está constituído por 823 peças. Encontra-se integrado por peças oriundas da região do Vale do Jequitinhonha, no norte de Minas, envolvendo objetos cerâmicos utilitários e decorativos, que constituem obra única e internacionalmente reconhecida por conta da sua originalidade e refinamento. Integram esse acervo as peças centenárias que compõem os presépios Pipiripau e Pipiripim, cujos conjuntos cenográficos artesanais e animados, de autoria de Raimundo Machado Azeredo, e tombados pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional em 1984, fazem parte da História do MHNJB.


Presépio do Pipiripau
Uma das principais atrações do museu é o singular e singelo Presépio do Pipiripau, que vem encantando muitas gerações de Belo Horizonte. O presépio narra a vida de Cristo em 45 cenas, nas quais 580 figuras se movem, formando um harmonioso conjunto.


Construído por Raimundo Machado de Azevedo, que iniciou a montagem em sua casa, em 1906, o Pipiripau guarda as principais características do presépio tipicamente mineiro. Em 1976, ele foi transferido para o Museu de História Natural.


*No momento, o presépio se encontra fechado para reformas.


O Presépio de Pipiripau é tombado pelo IPHAN
Registrado no livro Arqueológico, Etnográfico e Paisagístico
Inscrição: 088 Data: 19 de julho de 1984.


Espaço Interativo de Ciências da Vida
No Espaço o conteúdo científico sobre o corpo humano se combina à possibilidade de experimentar suas funções em jogos e atividades interativas especialmente projetados. Através de uma aventura lúdica o visitante se conscientiza sobre o corpo, os estímulos e suas respostas sensoriais e motoras. 


Em sete salas temáticas estão expostos modelos anatômicos, vídeos e jogos interativos que mostram o funcionamento dos órgão e sistemas do corpo humano. Cada sala aborda conceitos fundamentais, as principais estruturas e funções, o corpo humano de forma integral com especial atenção para os cuidados com a saúde.


O Espaço Interativo de Ciências da Vida insere na educação uma abordagem lúdica, científica e contemporânea ciando um passeio divertido e informativo para jovens, crianças, pais e professores.


Visitas
3ª a 6ª-feira: Das 8h30 às 11h30 e das 13h às 16h
Sábados e domingos: Das 10h às 17h


Serviços
Administração, biblioteca e viveiro de mudas 2ª a 6ª-feira, das 8h às 17h


Centro de Visitantes
3ª a 6ª-feira: Das 8h às 17h
Sábados e domingos: Das 10h às 17h


Crédito: Folder e folheto do Museu de História Natural e Jardim Botânico da UFMG




 

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