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Acervo Arquitetônico - Moderno - Contemporâneo

  • Belo Horizonte - Centro Apoio da Praça da Liberdade Circuito Cultural Arte e Conhecimento - Sérgio Freitas
  • Belo Horizonte - Academia Mineira de Letras - Divanildo Marques
  • Belo Horizonte - Cidade Administrativa - Divanildo Marques

A partir dos anos 70, Belo Horizonte começa a crescer vertiginosamente. Os bairros sofreram o processo da verticalização e o tráfego urbano se tornou intenso. Esse crescimento não se deu de forma ordenada; foi um processo, aliás, pelo qual passaram todas as grandes capitais brasileiras. Da segunda metade da década de 60 até o início dos anos 80, com poucas exceções, a cidade não ganhou projetos que demonstrassem qualidade ou uma “filosofia arquitetônica”.  


A arquitetura contemporânea mineira possui, hoje, uma geração de competentes e criativos arquitetos, que, com domínio perfeito das novas tecnologias do século 20, tem marcado o cenário urbano mineiro, como é o caso das estruturas metálicas. “Em Minas Gerais, a intimidade com o aço é quase visceral, uma vez que nossas montanhas são ricas produtoras de minério de ferro. Também se pode falar de uma” semelhança” conceitual entre as estruturas em madeira de nossa tradicional arquitetura colonial, onde os pilares e vigas funcionam como elementos estruturadores independentes; e das possibilidades da arquitetura feita em aço.” (João Diniz)


Os arquitetos que se destacam nesse período são: Sylvio Emerich Podestá, Álvaro Hardy (Veveco), Éolo Maia, Gustavo Penna, Maria Josefina Vasconcelos, João Diniz, Mariza Coelho, Flávio Almada, Joel Campolina, Júlio Teixeira, Carlos Alberto Viotti, Fernando Ramos e Vinicius Meyer.     


“Precisamos trabalhar o espaço entre o construído e o não construído, na dimensão imaterial do encontro das pessoas. Para que elas saiam do casulo e possam exercer a cidade. Criar vazios que serão preenchidos pelo cidadão. Buscar uma cidade onde nossos olhos possam respirar.” (Gustavo Penna). 


Aonde encontrar arquitetura moderna

Conjunto IAPI
avenida Antônio Carlos, 1035
Projeto White Lírio da Silva, 1948.   


Edifício do Ipsemg
praça da Liberdade
Projeto Raphael Hardy, 1950.


Banco Nacional
praça Sete de Setembro 
Projeto Raul Cirne e Raul Santiago, 1952.


Sede do DCE da UFMG
rua Gonçalves Dias, 1581
Projeto Silvio de Vasconcelos, 1953.


Reitoria da UFMG
Campus Pampulha
Projeto Eduardo Mendes Guimarães e Gaspar Pezzuti, 1962.


Assembléia Legislativa
rua Rodrigues Caldas, 30
Projeto Ricardo Kohn e Paul Libermann , 1964.


Palácio das Artes
avenida Afonso Pena, 1537
Projeto Hélio Ferreira Pinto, 1966.


Aonde encontrar arquitetura contemporânea


Sede da Usiminas
rua Professor José Vieira de Mendonça, 3011
Projeto, Raphael Hardy Filho, Álvaro Hardy, Istvan Farkasvolgi,


Edifício Isabela  
avenida Cristóvão Colombo 
Projeto Cid Horta, 1979


Omini Center
Projeto João Diniz, 1994


Academia Mineira de Letras
rua da Bahia, 1466
Projeto Gustavo Penna, 1993


A Academia Mineira de Letras é tombada pelo IEPHA.
Registrada como Bem Imóvel - 1ª Metade Século 20
Inscrição: Decreto nº 27.927   Data: 15 de março de 1988.


Escola Guignard 
avenida Ascânio Bulamarque, 540
Projeto Gustavo Penna - 1995


"Rainha da Sucata"
avenida Bias Fortes, 50
Projeto Éolo Maia e Sylvio Podestá


Office Center
avenida Andradas, 2287
Projeto Éolo Maia e Jô Vasconcelos, 1989   


Anexo do Museu Histórico Abílio Barreto  
avenida Prudente de Morais, 202
Projeto de Álvaro Hardy e Mariza Coelho 


Cidade Adminsitrativa
Rodovia Prefeito Américo Gianetti, s/nº - Serra Verde
Projeto Oscar Niemeyer

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