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Conselheiro Lafaiete

Apresentação

  • Conselheiro Lafaiete - Chafariz da Praça Tiradentes - Jornal Correio da Cidade
  • Conselheiro Lafaiete - Câmara Municipal - Jornal Correio da Cidade
  • Conselheiro Lafaiete - Conselheiro Lafaiete - Chafariz da Praça Tiradentes - Jornal Correio da Cidade
  • Conselheiro Lafaiete - Coreto da Praça Tiradentes - Jornal Correio da Cidade
  • Conselheiro Lafaiete - Igreja Bom Pastor - Jornal Correio da Cidade
  • Conselheiro Lafaiete - Igreja São Judas Tadeu - Jornal Correio da Cidade
  • Conselheiro Lafaiete - Matriz Nossa Senhora da Conceição - Jornal Correio da Cidade
  • Conselheiro Lafaiete - Museu Antônio Perdigão - Jornal Correio da Cidade
  • Conselheiro Lafaiete - Praça Barão de Queluz - Jornal Correio da Cidade
  • Conselheiro Lafaiete - Praça Barão de Queluz - Jornal Correio da Cidade
  • Conselheiro Lafaiete - Praça Chiquito Furtado - Jornal Correio da Cidade
  • Conselheiro Lafaiete - Rosário - Jornal Correio da Cidade
  • Conselheiro Lafaiete - Vista Lafaiete - Jornal Correio da Cidade

Cidade que reúne passado e presente de maneira harmoniosa. No centro da cidade, dois caminhos que contam a história de Minas e do Brasil. O "Caminho Velho", das bandeiras que procuravam as riquezas do ouro, e o "Caminho Novo", que serviu para encurtar distâncias e promover o crescimento e o progresso da região. Conselheiro Lafaiete ostenta, através de monumentos espalhados por toda a cidade, a história de uma região rica de Minas Gerais.


Sabe-se que a história de Conselheiro Lafaiete começa a ser contada na época do arraial dos Carijós, no fim do século 17. Mineiros que lavravam na serra do Ouro Branco uniram-se aos Carijós, constituindo o arraial. Em 1711, Jerônimo Pimentel Salgado ganhou uma sesmaria que correspondia à área do povoamento.


A região foi uma das primeiras de Minas a ser explorada pelas bandeiras que trafegavam pelo sertão à procura de ouro, antes mesmo do descobrimento no Vale do Tripuí, hoje região de Ouro Preto.


Na década de 90 do século 17, várias bandeiras estavam à cata do metal precioso na região recém-descoberta. Informações de Bento Fernandes Furtado de Mendonça levam a crer que Antônio Rodrigues Arzão percorreu toda a região e teria descoberto o primeiro ouro. Em seguida, Bartolomeu Bueno de Siqueira também explorou os mesmos sertões até chegar a Itaverava. Outro descobridor do ouro nessa área foi José Gomes de Oliveira.


Manuel de Camargo, juntamente com seu cunhado Bartolomeu Bueno de Siqueira, seu genro Miguel Garcia de Almeida e Cunha, seu sobrinho João Lopes de Camargo, organizou a bandeira que, em 1694, alcançou a região dos Carijós, chegando também a Itaverava.


Todos esses citados anteriormente foram os descobridores do ouro na região dos Carijós. Logo depois, ouve uma migração para a região das minas, com o aparecimento de outros arraiais, que hoje são Ouro Branco, Catas Altas e Guarapiranga. A região se tornou ponto de parada obrigatória para as bandeiras.


No início do século 18, já com a existência do arraial, foi construída a capela de Nossa Senhora da Conceição, subordinada à Matriz de Furquim. A freguesia foi instituída em 1709, pelo bispo do Rio de Janeiro, e foi a 13ª de Minas, em ordem cronológica.


Em alguns documentos, a freguesia é designada como Nossa Senhora da Conceição do Campo Alegre dos Carijós, e, segundo o cônego Trindade, ela foi elevada à condição de colativa, por alvará régio de 19 de janeiro de 1752. Os moradores do Campo Alegre dos Carijós eram representados pelo governador da Capitania, visconde de Barbacena, que alegou várias coisas para elevar o arraial à categoria de vila. Considerou-se a grande distância em que se encontravam das vilas de São João del-Rei, São José del-Rei, Vila Rica e da cidade de Mariana, e cujas justiças eram sujeitos, o fato de Campo Alegre dos Carijós ser o ponto central entre as freguesias de Nossa Senhora da Conceição, Congonhas do Campo e Itaverava e ainda por estar o povoado situado na Estrada Real que vinha do Rio de Janeiro.


"O Senhor Visconde, em 19 de setembro de 1790, no próprio arraial, onde se achava, acompanhado de luzida comitiva, assinou o auto da criação da vila, no arraial dos Carijós, o qual de hoje em diante se denominará Real Vila de Queluz" (Dicionário Histórico Geográfico de Minas Gerais, p. 97).


A Lei nº 1276, de 2 de janeiro de 1866, determinava que fosse elevada à cidade a Vila de Queluz, conservando o mesmo nome. A denominação de Conselheiro Lafaiete foi dada à cidade, ao município e à comarca, pela Lei nº 11.274, de 27 de março de 1934.


Toda a região de Conselheiro Lafaiete reúne bom acervo histórico, artístico e natural, como, por exemplo, a Fazenda Paraopeba. Ela faz divisa entre o município e São Brás do Suaçuí.


Segundo historiadores e especialistas da Inconfidência Mineira, a propriedade pertenceu ao inconfidente Alvarenga Peixoto. Nos Autos da Devassa, inquéritos que incriminaram os inconfidentes, há referência a essa fazenda com o nome de "Fazenda Covão". Também nas Cartas Chilenas, conjunto de poemas do inconfidente Tomás Antônio Gonzaga, há referência à Fazenda Covão. Outros argumentos como distância e topografia colaboraram para essa conclusão. Construída por volta do século 18, hoje parte dela está em ruínas, à espera de reforma.


Desde abril de 2003, acontece anualmente na cidade a cavalgada até o Santuário de Aparecida, para homenagear a Padroeira do Brasil e também dos cavaleiros. Todas as saídas, desde o início da romaria, partem da Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição. O trajeto percorrido é de aproximadamente 430 km, e os Cavaleiros da Lua Cheia fazem parte de uma bela manifestação cultural de Conselheiro Lafaiete.


A localização estratégica continua fazendo da cidade um ponto privilegiado da história, negócios e turismo de Minas Gerais.


Fontes: Dicionário Histórico Geográfico de Minas Gerais de Waldemar de Almeida Barbosa, site da Prefeitura Municipal de Conselheiro Lafaiete e Almanaque do Comércio 2010 - Conselheiro Lafaiete Sindcomércio

 

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