Destinos

Parque Estadual da Serra Negra

Apresentação

  • Itamarandiba - Rio Jequitinhonha - Parque Estadual da Serra Negra - Henry Yu

Município de abrangência
Itamarandiba


Distância de Belo Horizonte

513 Km


Sede Administrativa
Rua Tiradentes, 308 - Centro – Itamarandiba
Telefone: 38  3521-2312
Email: parque.serranegra@meioambiente.mg.gov.br



Infraestrutura

Interna

O parque ainda não possui estruturas físicas necessárias e adequadas de apoio à gestão e ao uso público. A sede administrativa do parque funciona na cidade de Itamarandiba, em um espaço cedido pela Prefeitura Municipal, junto da sede da Agência Avançada do IEF.


Externa
Os visitantes podem contar com a infraestrutura de Itamarandiba


Horário de funcionamento
Ocorre o controle parcial de visitação em apenas uma área da UC, onde o Parque Estadual Serra Negra recebe visitantes durante todo o ano. Estas visitas devem ser agendadas previamente junto à administração do parque.


Horário de funcionamento: 08h30 às 17h30 horas (domingo a domingo)



Área
13.654 hectares


Criação
Decreto nº 39.907, de 22 de setembro de 1998.


Objetivos

Proteger a grande quantidade de nascentes nele existente de vital importância para as regiões do Alto Médio Jequitinhonha conhecidas por seu problema de estresse hídrico;


Contribuir para preservação do patrimônio genético, protegendo amostras da diversidade biológica da área;


Incentivar o turismo como alternativa econômica para a região com sérios problemas sociais;


Reduzir o impacto da atividade carvoeira na área;


Proteger uma incrível diversidade de ecossistemas com áreas de mata atlântica, campo rupestre, cerrado e mata de galeria.



Descrição
O Parque Estadual da Serra Negra está localizado no Vale do Jequitinhonha no Município de Itamarandiba, distando 33 km da sede do município e no entorno dos distritos de Padre João Afonso, Santa Joana e Santa Luzia de Minas. O perímetro da área encontra-se delimitado com marcos geográficos, porém totalmente aberto sem nenhuma cerca.


O Parque Estadual da Serra Negra faz parte da bacia do rio Jequitinhonha. Está inserido na cadeia do Espinhaço, dominando a paisagem local com seu relevo montanhoso e aparência escura, quando vista contra o sol. Deve-se a este fator o nome da serra e do próprio Parque.


A região da Serra Negra possui importância vital para as regiões do Alto e Médio Jequitinhonha, pois inclui inúmeras nascentes de cursos d'água, vertentes para a bacia do rio Jequitinhonha, rio Araçuaí e alguns tributários do rio Doce. Ao longo das nascentes, dos córregos e dos rios, que banham a serra, ainda podem ser observadas matas de galeria e remanescentes florestais importantes para a manutenção da fauna e flora locais.


A unidade de conservação está incluída nos domínios da mata atlântica. Em locais de difícil acesso e em algumas baixadas podem ser observados grandes fragmentos da imponente vegetação que, originalmente, dominava a região. Podem ser observadas espécies como cedro, braúna, ipês, perobas, jacarandás, vinhático, dentre outras típicas de ambiente. Nas montanhas e em locais de solo arenoso formam-se grandes concentrações de canela-de-ema que, na região, podem ultrapassar os três metros de altura.


O entorno da unidade é predominantemente ocupado por plantações de eucalipto e pastagens. As propriedades são de pequeno e médio porte, sendo que possuem alguns moradores que sobrevivem de pequenas plantações de subsistência nas chamadas grotas incrustadas entre as serras.


A unidade possui uma via interna de circulação que dá acesso a antiga torre de transmissão da TV Leste, sendo que este local é considerado um dos pontos mais altos da região com mais ou menos 1.581 metros de altitude, onde se pode desfrutar de uma vista espetacular de um mar de montanhas que forma a região.



Vegetação
A cobertura vegetal nativa é composta por cerrado, campo rupestre e mata atlântica. Podem ser identificados no local espécies de ingá-branco, pau-d’óleo, pau-d’arco, braúna, vinhático, vinheiro, sucupira, canela de ema, velózias, orquídeas e várias espécies endêmicas das famílias melastomataceae, eriocaulaceae, poaceae (gramíneas), dentre outras. Cabe ressaltar que algumas pesquisas realizadas no parque comprovam o alto endemismo para grupos de samambaias, orquídeas e velozias. Integram ainda cobertura vegetal nativa as matas de galeria que se encontram em bom estado de conservação, devido à dificuldade de acesso à sua área central.


As matas remanescentes e campos rupestres abrangidos pela área encontram-se em bom estado de conservação, especialmente aquelas localizadas na região denominada Buracão. Nas montanhas e em locais de solo arenoso, crescem verdadeiras florestas de canelas de ema que, nessa região chegam a ultrapassar três metros de altura.


Fauna

A fauna é bastante diversificada, podendo citar a ocorrência de alguns exemplares de animais raros na região e até ameaçados de extinção tais como o lobo guará, guigor, barbado ou guariba, suçuarana, catitu e jaguatirica, bem como se observam também a presença de paca, capivara, quati, tatu, roedores diversos, veado, teiú e várias espécies de avifauna.



O que ver e fazer
Em relação aos atrativos turísticos, o parque possui mirantes, orquidários naturais, grutas e inúmeras cachoeiras.


Órgão responsável pelo parque

Instituto Estadual de Florestas - IEF
Rodovia Papa João Paulo II, 4.143 - Serra Verde
1º andar do Edifício Minas Gerais - Cidade Administrativa
Belo Horizonte - CEP 31630-900
Telefones: 31 3915-1752/3915-1507

Diretoria de Áreas Protegidas
Telefone: 31 3915-1345

Diretoria de Unidades de Conservação
Telefone: 31 3915-1381



Crédito do texto
Instituto Estadual de Florestas - IEF

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