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Itabira

Apresentação

  • Itabira - Memorial Carlos Drummond de Andrade - Roneyjober Andrade
  • Itabira - Cachoeira dos Borges - R.P.P.N. - digocamilo
  • Itabira - Cachoeira dos Borges - R.P.P.N. - digocamilo
  • Itabira - Cachoeira dos Borges - R.P.P.N. - digocamilo
  • Itabira - Cachoeira dos Borges - R.P.P.N. - digocamilo
  • Itabira - Cachoeira dos Borges - R.P.P.N. - digocamilo
  • Itabira - Casarões da Rua Tiradentes - digocamilo
  • Itabira - Placa do Caminho Drummondiano - Roneyjober Andrade
  • Itabira - Cachoeira Alta - Roneyjober Andrade
  • Itabira - Paisagem natural em Itabira - Roneyjober Andrade
  • Itabira - Casa de Drummond - Roneyjober Andrade
  • Itabira - Jardim da Casa de drummond - Roneyjober Andrade
  • Itabira - Centro Cultual Fazenda do Pontal - Roneyjober Andrade
  • Itabira - Ermida N.S.do Rosário dos Pretos - Roneyjober Andrade
  • Itabira - Erminda N.S. do Rosário dos Pretos - Roneyjober Andrade
  • Itabira - Ermida N.S.do Rosário dos Pretos - Roneyjober Andrade
  • Itabira - Pintura do forro - Ermida N.S. do Rosario - Roneyjober Andrade
  • Itabira - Memorial Carlos Drummond de Andrade - Roneyjober Andrade
  • Itabira - Itabira - Memorial Carlos Drummond de Andrade - Roneyjober Andrade
  • Itabira - Museu de Itabira - Roneyjober Andrade
  • Itabira - Parque de Exposições Virgilio José Gazire - Roneyjober Andrade
  • Itabira - Casa do povoado de Serra dos Alves - Maria Lucia Dornas
  • Itabira - Arredores do Povoado Serra dos Alves - Maria Lucia Dornas
  • Itabira - Cachoeira Alta - Maria Lucia Dornas
  • Itabira - Canion do rio Preto - Maria Lucia Dornas
  • Itabira - Cachoeira da Serenata - Maria Lucia Dornas
  • Itabira - Brasas de São João - Roberto Fulgêncio Andrade
  • Itabira - Totem Estrada Real - Luciana Teixeira Silva
  • Itabira - Detalhe Placa Caminhos Drummondianos - Maria Lucia Dornas
  • Itabira - Rua com Calçamento Original - Maria Lucia Dornas
  • Itabira - Detalhe Casa Drummond - Maria Lucia Dornas
  • Itabira - Pátio Interno da Casa Drummond - Maria Lucia Dornas
  • Itabira - Casa de Drummond - Maria Lucia Dornas
  • Itabira - Pátio Interno Casa de Drummond - Maria Lucia Dornas
  • Itabira - Na Fachada da Escola Municipal - Maria Lucia Dornas
  • Itabira - Detalhe Igreja do Rosário - Maria Lucia Dornas
  • Itabira - Igreja do Rosário - Maria Lucia Dornas
  • Itabira - Praça do Areão - Maria Lucia Dornas
  • Itabira - Janelas e Adobe - Maria Lucia Dornas
  • Itabira - Igreja Matriz - Maria Lucia Dornas
  • Itabira - Museu de Itabira - Maria Lucia Dornas
  • Itabira - Paredão - Maria Lucia Dornas
  • Itabira - Paredão - Maria Lucia Dornas
  • Itabira - Placas Caminhos Drummondianos - Maria Lucia Dornas
  • Itabira - Placas Caminhos Drummondianos - Maria Lucia Dornas
  • Itabira - Placas Caminhos Drummondianos - Maria Lucia Dornas
  • Itabira - Placas Caminhos Drummondianos - Maria Lucia Dornas
  • Itabira - Placas Caminhos Drummondianos - Maria Lucia Dornas
  • Itabira - Placas Caminhos Drummondianos - Maria Lucia Dornas
  • Itabira - Placas Caminhos Drummondianos - Maria Lucia Dornas
  • Itabira - Poema Casa Drummond - Maria Lucia Dornas
  • Itabira - Poema Casa Drummond - Maria Lucia Dornas
  • Itabira - Porta da Casa "Cultura Francesa" - Maria Lucia Dornas
  • Itabira - Sinalização Urbana - Maria Lucia Dornas
  • Itabira - Detalhe Casa do Barão de Alfié - Maria Lucia Dornas
  • Itabira - Detalhe Casa do Barão de Alfié - Maria Lucia Dornas
  • Itabira - Detalhe Casa do Barão de Alfié - Maria Lucia Dornas
  • Itabira - Povoado do Macuco - Povoado do macuco - Diego Gazola
  • Itabira - Povoado do Macuco - Igreja São José do Macuco - Diego Gazola
  • Itabira - Distrito de Ipoema - Morro Redondo - Diego Gazola
  • Itabira - Distrito de Ipoema - Morro Redondo - Diego Gazola
  • Itabira - Distrito de Ipoema - Capelo do Sr. do Bonfim - Morro Redondo - Diego Gazola
  • Itabira - Distrito de Senhora do Carmo - Casa no Povoado Serra dos Alves - Diego Gazola
  • Itabira - Distrito de Senhora do Carmo - Casa no Povoado Serra dos Alves - Diego Gazola
  • Itabira - Distrito de Senhora do Carmo - Estrada no Povoado Serra dos Alves - Diego Gazola
  • Itabira - Distrito de Ipoema - Matriz N. Sra. da Conceição - Distrito de Ipoema - Diego Gazola
  • Itabira - Distrito de Ipoema - Gado com Povoado do Macuco ao fundo - Diego Gazola
  • Itabira - Distrito de Ipoema - Atividade rural na região de Ipoema - Diego Gazola

'Alguns anos vivi em Itabira.
Principalmente nasci em Itabira.
Por isso sou triste, orgulhoso: de ferro
Noventa por cento de ferro nas calçadas.
Oitenta por cento de ferro nas almas.
E esse alheamento do que na vida
é porosidade e comunicação'

                                              Carlos Drummond de Andrade 



Rica no solo e em talentos, Itabira é a terra do grande poeta Carlos Drummond de Andrade. O município conta com  expressivo patrimônio histórico e natural; nos casarões, nos paredões, nos becos e nas capelas, está guardada a memória da cidade. Por Ipoema e Senhora do Carmo, dois distritos de Itabira, passa a Estrada Real. E o que não falta são belos recantos e paisagens inspiradoras.

 


Ligados à vida e à obra de Drummond, existe o cativante Museu de Território – Caminhos Drummondianos – e o Memorial Carlos Drummond de Andrade. Uma oportunidade única de vivenciar os poemas desse mestre.

 


A Banda Euterpe Itabirana, fundada em 1863, a Corporação Musical Santa Cecília, as 11 bandas de marujos e grupos de serestas são exemplos de manifestações culturais preservadas. Dois eventos culturais de grande tradição agitam a cidade – o Festival de Inverno e a Expoíta.

 


Pelos idos de 1705, Padre Manoel do Rosário e João Teixeira Ramos descobriram ouro de aluvião, e logo começaram a surgir algumas construções próximas ao Córrego da Penha. Um pouco mais tarde, no ano de 1720, novos aventureiros chegaram ao local, agora era a vez dos irmãos Farias de Albernaz, mas o ouro era fugaz escasso e logo se acabou. Na realidade, os terrenos eram ricos em minério de ferro, mas este era proibido pela Coroa Portuguesa de ser explorado e beneficiado; assim, o povoado surgido no início do século 18 não se desenvolveu muito.

 


As atividades mineradoras nos picos de Itabira, Conceição e Santana que tiveram início nos últimos anos do século 18 e se estenderam até a primeira metade do século 19 trouxeram alguma prosperidade. Saint Hilaire deixou o seguinte relato: “[...] a povoação de Itabira se achava numa fase de notável esplendor. Nada aí fazia lembrar esse ar de decadência que aflige o viajante quando percorre os arredores de Vila Rica, ou mesmo quando atravessa as povoações de Inficionados, Camargos e Catas Altas. Havia aí muitas casa lindas e sobrados e construíram-se outras [...].”

 


Com a elevação do Brasil à categoria de Vice-Reino e a conscientização da Coroa Portuguesa que as minas de ouro estavam completamente exauridas, foi liberada a exploração do minério de ferro. Em pouco tempo, várias forjas já estavam em funcionamento em Itabira; no ano de 1817, eram em número de treze.

 


Um sinal que o local prosperava é o fato de ter sido elevada à vila em 1833, e à cidade, em 1848.

 


O início do século 20 trouxe transformações que marcaram para sempre o destino de Itabira. Em 1910, no Congresso Geológico Internacional de Estocolmo (Suécia), foi revelado o alto teor ferrífero das jazidas de minério de Minas Gerais. Mas, um ano antes, uma empresa de capital inglês, a Barzilian Hematite Syndica, já havia se estabelecido em Itabira, interessada na potencialidade de seu solo.

 


Em 1911, essa empresa passa a ser a Iron Ore Company Limited, controlada pelo empresário americano Percival Farqhuar, que “pretendia implantar um complexo siderúrgico e manter um sistema integrado mina-ferrovia-porto” (COMPANHIA VALE DO RIO DOCE). Os planos foram suspensos por causa da depressão econômica de 1929. Somente em junho de 1940, a Itabira Iron fez o primeiro embarque de minério pelo porto de Vitória, no Espírito Santo.

 


Associado a empresários brasileiros, Farqhuar transforma a Itabira Iron Ore em duas empresas nacionais – a Companhia Brasileira de Mineração e a Siderurgia e Companhia Itabira de Mineração, em 1941.

 


Pelo Decreto Lei n. 4.352, de 1° de junho de 1942, foi criada, no mesmo ano, a Companhia Vale do Rio Doce, que encampou as empresas de Farqhuar. Pelos estatutos da nova Companhia, ficou definido que a sede administrativa seria em Itabira. A partir de então, a vida de Itabira estava completamente ligada à Vale do Rio Doce.

 


Quando foi elevada à cidade, esse local ganhou o nome de Itabira do Mato Dentro. Em 1942, pelo Decreto-Lei n. 839, a denominação foi trocada para Presidente Vargas. Em março de 1947, seu nome voltou a ser Itabira.

 


Segundo o pesquisador alemão Martius, o significado do vocábulo seria pedra chamejante, brilhante. Já o mineralogista José Vieira Couto, em suas anotações, registrou: “A palavra Itabira, no idioma indígena, quer dizer pedra brilhante; mas a gente do lugar dá-lhe outra significação, a de moça de pedra, pela semelhança que parece ter a pedra com uma mulher.”

 

 

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  • Ouro
  • Prefeitura
  • avenida Carlos de Paula Andrade, 135 - Centro - Itabira
    CEP 35900-206
    31  3839-2525


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    Prefeito
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