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Januária

Apresentação

  • Januária - Espécie da flora regional - Henry Yu
  • Januária - Parque Nacional Cavernas do Peruaçu - Henry Yu
  • Januária - Parque Nacional Cavernas do Peruaçu - Henry Yu
  • Januária - Águas cristalinas - Nascente do rio Jequitinhonha - Henry Yu
  • Januária - Flores típicas da região - Henry Yu
  • Januária - Espécie da flora regional - Henry Yu
  • Januária - Parque Nacional Cavernas do Peruaçu - Henry Yu
  • Januária - Rochas - Henry Yu

No Norte de Minas Gerais, às margens do rio São Francisco, popularmente chamado de "Velho Chico". É lá que se encontra Januária.


As praias fluviais temporárias, a pesca e as cachoeiras são as principais atrações do município. Destacam-se também as grutas de formação calcária, como a dos Caboclos, que possui algumas pinturas rupestres. A presença do casario colonial na cidade pode ser observada na avenida São Francisco e nas ruas transversais. Na Casa da Memória do Vale do São Francisco, encontram-se amostras de artesanato e o folclore da região.


Em Januária, o sol está presente o ano inteiro. Amada por seus habitantes e admirada por quem a visita, a cidade possui um dos sítios arqueológicos mais representativos do País. Terra de gente hospitaleira, já teve grande importância como porto e entreposto comercial nos tempos áureos da navegação a vapor do "Velho Chico".


Atualmente, o município busca o seu desenvolvimento na prestação de serviços, no artesanato, na produção da cachaça de alta qualidade, no extrativismo de frutos e essências do cerrado e, principalmente, no incremento da atividade turística.


Com um charme mineiro de cidade do interior, a cidade de clima quente foi imortalizada por Guimarães Rosa, no clássico da literatura brasileira, "Grande Sertão: Veredas". Na obra, traduzida para mais de dez idiomas, o município é citado 17 vezes pelo escritor mineiro.


História
Fugindo à ação da justiça real, Borba Gato, após o atentado em que perdeu a vida o fidalgo espanhol D. Rodrigo de Castelo Branco, atinge a região sanfranciscana na sua correria pelos sertões. Em seguida ao descobrimento das terras que hoje pertencem ao município de São Romão, o bandeirante chega com os seus homens no atual Brejo do Amparo, iniciando um povoamento no sítio onde hoje se ergue a Igreja de Nossa Senhora do Amparo. Alguns dos pousos utilizados pelos bandeirantes transformam-se, com o tempo, em núcleos de futuras cidades.


Vencida a tenaz resistência dos índios caiapós, o povoado, que mais tarde foi denominado "São João das Missões", transferiu-se, com o correr dos anos, para a beira do São Francisco. Assim, aos poucos, surgiu Januária.


Segundo a tradição, do casamento da índia Catarina com um dos antigos expedicionários, teriam surgido as primeiras famílias da região.


Uma das versões para o nome do município é que tenha sido uma homenagem à princesa imperial D. Januária, irmã de D. Pedro II, assim como aconteceu com outras localidades mineiras: Mariana, esposa de D. João V, e Leopoldina, primeira esposa de D. Pedro I. Entretanto, a tradição popular liga a origem do topônimo ao nome de uma preta velha residente à beira-rio e por todos respeitada. O fato é que, quando o local em que ela residia ainda se chamava Pôrto do Salgado, e o Brejo do Amparo era a sede do município, os negociantes encarregavam-na de cuidar das mercadorias negociadas. Era, então, corrente a expressão: "Vai à casa da Januária", daí, por simplificação, se teria originado a denominação atual. Oficialmente, o nome Januária é uma homenagem a um antigo fazendeiro da região, coronel Januário Cardoso de Almeida.


A produção da cana-de-açúcar, de cereais, algodão e mamona, bem como a existência do porto fluvial, determinou, desde cedo, intensa atividade comercial na região, fator favorável ao desenvolvimento do município.


A criação do distrito deve-se à Resolução Régia de 2 de janeiro de 1811. O município foi criado, com sede na povoação de Brejo do Amparo, pela Resolução de 30 de junho de 1833. Em outras fontes, o município é instituído no dia 20 do mesmo mês e ano e teria por sede, entretanto, o povoado de Pôrto do Salgado.


Por longo tempo, o município teve sua sede constantemente mudada. Assim, a Lei Provincial n° 54, de 9 de abril de 1836, localizou-a no povoado de Amparo do Brejo, que, consoante outros dados, teria a designação de Brejo do Salgado ou ainda Arraial de Nossa Senhora do Amparo do Brejo do Salgado, voltando, em face da Lei Provincial n° 279, de 11 de abril de 1845, a situar-se em Pôrto do Salgado. Levada daí para Brejo do Amparo, em virtude da Lei Provincial n° 472, de 31 de maio de 1850, retornou a Pôrto do Salgado, em razão da Lei n° 654, de 17 de junho de 1853.


Formação administrativa
A Lei Provincial n° 1093, de 7 de outubro de 1860, concedeu foros de cidade à sede do município, a qual, pelo disposto na Lei Provincial n° 1814, de 30 de setembro de 1871, novamente voltou a situar-se em Brejo do Amparo. Todavia, o município, por efeito da Lei Provincial n.° 3.194, de 13 de setembro de 1884, passou a chamar-se Januária.


Fonte histórica: Biblioteca IBGE

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