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Pitangui

Apresentação

  • Pitangui - Capela de São Francisco de Assis - Acervo/Prefeitura de Pitangui
  • Pitangui - Casarão de Maria Tangará - J. Eustáquio L. de Faria Júnior
  • Pitangui - Chafariz da Praça - J. Eustáquio L. de Faria Júnior
  • Pitangui - Capela do S. Bom Jesus - J. Eustáquio L. de Faria Júnior
  • Pitangui - Pitangui - Capela São Francisco de Assis - J. Eustáquio L. de Faria Júnior
  • Pitangui - Sobrado do Padre Belchior - J. Eustáquio L. de Faria Júnior
  • Pitangui - Capela N.S. da Penha - J. Eustáquio L. de Faria Júnior
  • Pitangui - Matriz de Nossa Senhora do Pilar - J. Eustáquio L. de Faria Júnior
  • Pitangui - Casa do Velho Taipa - J. Eustáquio L. de Faria Júnior
  • Pitangui - Instituto Histórico - J. Eustáquio L. de Faria Júnior
  • Pitangui - Mina da Lavagem - J. Eustáquio L. de Faria Júnior
  • Pitangui - Casarão do Monsenhor Vicente Soares - J. Eustáquio L. de Faria Júnior
  • Pitangui - Antiga Estação Ferroviária - Acervo/Prefeitura de Pitangui
  • Pitangui - Câmara Municipal - Acervo/Prefeitura de Pitangui
  • Pitangui - Capela da Cruz do Monte - Acervo/Prefeitura de Pitangui
  • Pitangui - Capela de Nossa Senhora da Penha - Acervo/Prefeitura de Pitangui
  • Pitangui - Capela de Nsa. Sra. do Carmo e São José - Acervo/Prefeitura de Pitangui
  • Pitangui - Capela de São Francisco de Assis - Acervo/Prefeitura de Pitangui
  • Pitangui - Casarão do Velho Taipa - Acervo/Prefeitura de Pitangui
  • Pitangui - Casarão Maria Tangará - Acervo/Prefeitura de Pitangui
  • Pitangui - Casarão Monsenhor Vicente Soares - Acervo/Prefeitura de Pitangui
  • Pitangui - Chafariz - Acervo/Prefeitura de Pitangui
  • Pitangui - Cristo - Acervo/Prefeitura de Pitangui
  • Pitangui - Escola Estadual Francisca Botelho - Acervo/Prefeitura de Pitangui
  • Pitangui - Escola Estadual Francisca Botelho - Acervo/Prefeitura de Pitangui
  • Pitangui - Escola Estadual Monsenhor Artur de Oliveira - Acervo/Prefeitura de Pitangui
  • Pitangui - Fazenda Setecentistas - Acervo/Prefeitura de Pitangui
  • Pitangui - Fórum Municipal - Acervo/Prefeitura de Pitangui
  • Pitangui - Matriz de Nossa Senhora do Pilar - Acervo/Prefeitura de Pitangui
  • Pitangui - Matriz de Nossa Senhora do Pilar - Acervo/Prefeitura de Pitangui
  • Pitangui - Museu Histórico - Acervo/Prefeitura de Pitangui
  • Pitangui - Casario - Acervo/Prefeitura de Pitangui
  • Pitangui - Casario - Acervo/Prefeitura de Pitangui
  • Pitangui - Casario - Acervo/Prefeitura de Pitangui
  • Pitangui - Casario - Acervo/Prefeitura de Pitangui
  • Pitangui - Casario - Acervo/Prefeitura de Pitangui
  • Pitangui - Casario - Acervo/Prefeitura de Pitangui
  • Pitangui - Casario - Acervo/Prefeitura de Pitangui
  • Pitangui - Casario - Acervo/Prefeitura de Pitangui
  • Pitangui - Casario - Acervo/Prefeitura de Pitangui
  • Pitangui - Casario - Acervo/Prefeitura de Pitangui
  • Pitangui - Casario - Acervo/Prefeitura de Pitangui
  • Pitangui - Casario - Acervo/Prefeitura de Pitangui
  • Pitangui - Casario - Acervo/Prefeitura de Pitangui
  • Pitangui - Casario - Acervo/Prefeitura de Pitangui
  • Pitangui - Casario - Acervo/Prefeitura de Pitangui
  • Pitangui - Casario - Acervo/Prefeitura de Pitangui
  • Pitangui - Casario - Acervo/Prefeitura de Pitangui
  • Pitangui - Casario - Acervo/Prefeitura de Pitangui

Na passagem do século 17 para o século 18 bandeiras cortavam os sertões que viriam formar as Minas Gerais. A origem de Pitangui está ligada a esse momento histórico, uma bandeira chefiada por Bartolomeu Bueno da Siqueira, ávida pelo tão desejado metal precioso, aqui encontrou o seu objeto de desejo - o ouro, que brotava fácil da terra.


O achado acabou por atrair uma multidão e logo surgiu mais um arraial na região das minas. Em 6 de fevereiro de 1715, o governador D. Braz Baltazar da Silveira demonstrava em uma carta a disposição de elevar o arraial à vila. “Representando-me segunda vez os paulistas a necessidade que tinham de que o arraial de Pitangui fosse erigido em vila, não só para o bom regime daqueles moradores... parece conveniente que Vm vá de fazer a dita ereção... ”Em 9 de junho de 1715, o arraial passava, oficialmente, à condição de vila – Vila de Nossa Senhora da Piedade do Pitangui.


Observa-se que o nome Pitangui já era uma referência desde o início do povoamento local. Joaquim Ribeiro Costa, em seu livro Topomínia de Minas Gerais, apresenta duas versões para o vocábulo. Uma explicação é pitang-y - rio das pitangas -; a outra, mitang-y - rio das crianças. Existe também uma ingênua versão de que a origem do vocábulo vem da corruptela ‘pinta-aqui”, uma exclamação usada por garimpeiros quando encontravam pepitas de ouro.


Em 1719 explodiu o Motim de Pitangui. Liderados por Domingos Rodrigues Prado, os moradores da Vila travaram contra os representantes da Coroa Portuguesa na Capitania das Minas um violentíssimo combate contra a medida de se retirar das Câmaras a administração da cobrança dos quintos. “Um repúdio ao enrijecimento da ordem pública através do gradativo despojamento do poder das Câmaras Municipais e, por conseguinte, na limitação da única fonte de poder local dos mineradores.” (Carla Anastasia)


Conta-se que, mesmo após a derrota, os mineradores não pagaram o 'quinto do ouro', pois o lema durante o motim era: 'quem pagar, morre'. O Conde de Assumar acabou por anistiar os presos e perdoar a dívida.


O ouro se esgotou rapidamente, mas o local não entrou em decadência. Pitangui se transformou num importante centro de abastecimento regional e para quem estava a caminho de Goiás.


No dia 16 de maio de 1855, a Vila foi elevada à cidade com o nome de Pitangui. Nesta época, seu território era imenso e compreendia terras onde hoje estão os municípios de Dores do Indaiá, Bom Despacho, Mateus Leme e outros.       


Situada a 1.135 metros de altitude, a histórica Pitangui está a 130 quilômetros de Belo Horizonte. Possui uma topografia de serras com matas como a Rocinha, Pedreira e Mata do Céu e sua bacia hidrográfica é composta por dois grandes rios: o Pará e o São João.


“O povo hospitaleiro garante a satisfação e a alegria das pessoas que visitam suas terras à procura de tranqüilidade, sossego e de muita história contada em seus becos, ladeiras, igrejas, casarões coloniais, e belíssimas antigas fazendas preservadas que expressam os ideais de lutas e cobiça pelo ouro que brotava de suas entranhas. Como dizem seus cronistas, uma cidade cheia de amores para contar, de desamores também, de lendas e fantasmagorias em noites frias e cheias de sereno.


O rico artesanato da cidade oferece aos visitantes objetos cuidadosamente trabalhados, como peneiras, vassouras, gaiolas, cestos, balaios, sabão de cinza, utensílios em folhas de flandres, redes para pesca, bordados, peças em barro e argila, dentre outros.” (Folder Prefeitura de Pitangui)

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