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Governador Valadares

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  • Governador Valadares - Parapente - Antor Santana
  • Governador Valadares - Vista aérea - Ibituruna - Adilson Fagundes

Dominando a paisagem de Governador Valadares, o pico da Ibituruna surpreende o visitante pela originalidade de sua formação. Localizado na serra de mesmo nome, é constituído de formações rochosas de formato pontiagudo. É no Ibituruna que acontece um dos grandes eventos esportivos do Estado – uma das etapas do Campeonato Brasileiro de Voo Livre.


Sua posição estratégica no leste mineiro, às margens do rio Doce, a fez uma das cidades polos de Minas Gerais, sendo referência para cerca de 130 cidades. Possui uma agroindústria representativa, fábrica de papel, móveis, cerâmicas, confecções, mas sua economia baseia-se no comércio e na prestação de serviços.


A região é uma grande produtora e exportadora de feldspato, berilo (águas marinhas), quartzo (ametistas e citrinos), turmalinas, mica, caulim e outros minerais. As lavras de Chonim (Golconda) possuem uma produção expressiva. Brasileiros e estrangeiros movimentam o comércio de gemas na cidade.


O crescimento populacional de Governador Valadares foi vertiginoso na segunda metade do século 20. Em 1940, a população era de 5.734 habitantes; na década seguinte, foram registrados 20.357; nos anos 60, a população atinge o número de 70.494 habitantes e hoje é o nono município mais populoso do Estado, com mais de 255 mil habitantes.


A história
Notícias são tidas de aventureiros passando pelos “Sertões do rio Doce” durante o século 18 em busca dos metais preciosos que aguçavam a cobiça dos colonos. Os bravos e aguerridos botocudos e o rio Doce formaram uma barreira para o temido descaminho do ouro e povoamento da região.


No século 19, quando a decadência da mineração se torna uma realidade incontestável, a isolada região passa a ser cobiçada para agricultura e criação de gado. Outra questão importante era a posição geográfica – ponto estratégico de ligação de Minas com o litoral e do Espírito Santo com o interior do Brasil.


Os povos indígenas que habitavam a região eram vistos como um grande empecilho para os projetos de povoamento. Em 1808, o príncipe regente D. João VI autoriza, através de uma carta régia datada de 13 de maio, uma ação armada contra os povos botocudos.
'Pedro Maria Xavier de Ataíde e Mello, do meu Conselho, Governador e Capitão General da Capitania de Minas Gerais. Amigo. Eu o Príncipe Regente vos envio muito saudar. Sendo-me presente as graves queixas que da Capitania de Minas Gerais tem subido à minha real presença, sobre as invasões que diariamente estão praticando os índios Botocudos, antropophagos, em diversas e muito distantes partes da mesma Capitania, particularmente sobre as margens do Rio Doce e rios que no mesmo deságuam e onde não só devastam todas as fazendas sitas naquelas visinhanças e tem até forçado muitos proprietários a abandonal-as com grave prejuízo seu e da minha Real Coroa, mas passam a praticar as mais horríveis e atrozes scenas da mais bárbara antropophagia, ora assassinado os Portuguezes e os Índios mansos...


...Que desde o momento, em que receberdes esta minha Carta Régia, deveis considerar como principiada contra estes Índios antropophagos uma guerra offensiva que continuareis sempre em todos os annos nas estações seccas e que não terá fim, senão quando tiverdes a felicidade de vos senhorear de suas habilitações e de os capacitar da superioridade das minhas reaes armas de maneira tal que movidos do justo terror das mesmas, peçam a paz e sujeitando-se ao doce jugo das Leis e promettendo viver em sociedade, possam vir a ser vassallos úteis, como já o são as immensas variedades de Índios que nestes meus vastos Estados do Brazil se acham aldeados e gozam da felicidade que é conseqüência necessária do estado social.'


Nas primeiras décadas do século 19, os botocudos foram expulsos de suas terras e dizimados. O desbravamento era feito pelos rios, em canoas, única forma de vencer a mata fechada e as longas distâncias. E foram os canoeiros que deram partida ao comércio, transformando o rio Doce na ligação entre Minas Gerais e Espírito Santo e uma importante via mercantil.


Numa curva do rio se deu a fixação humana, surgindo um povoado o qual ficou conhecido como Porto das Canoas (1808). Em 1882, criou-se um pouco acima do local um Distrito de Paz com a denominação de Baguari pertencente a Suaçuí (Peçanha), sendo dois anos depois o nome alterado para Figueira.


Pelo Decreto-Lei de 31 de dezembro de 1937 foi criado o município que adotou o nome de Governador Valadares em dezembro de 1938.  [...] o erro único, na série de benemerências, e o fruto da generosidade da pequena população de seu começo, fazendo questão de batizar o município com o meu nome. Consola-nos a certeza de que os homens passam e as cidades ficam. Existe em Portugal, a beira-mar, perto da cidade do Porto, uma vila que denomina Valladares. Acreditamos que seus habitantes já nem se lembram da razão do nome. Com os anos a mesma coisa acontecerá a Governador Valadares (Benedicto Valladares, 31 de janeiro de 1958).


O primeiro prefeito foi Moacyr Cerqueira Lage Palleta, nomeado pelo interventor do Estado, Benedicto Valladares.


A primeira Sessão da Câmara Municipal de Governador Valadares teve caráter solene e foi realizada no dia 13 de dezembro de 1947, às 14 horas, no Minas Clube, sob a presidência do juiz de direito Joaquim de Assis Martins da Costa. O primeiro presidente da Câmara Municipal de Governador Valadares foi o vereador Boanerges de Almeida Leitão, sendo o primeiro prefeito eleito Dilermando Rodrigues de Melo – o “rei da Mica”.


Ao longo da sua história, Governador Valadares foi conhecida por diversos nomes – Quartel de Dom Manuel, Porto da Figueira, Porto da Figueira do Rio Doce, Baguari, Figueira, Santo Antônio da Figueira.


A estação ferroviária, inaugurada em 1910, deu um novo impulso ao distrito que se tornou um entreposto comercial, traçando assim a vocação para o comércio e a prestação de serviços da futura Governador Valadares. Hoje o município compõe o corredor de exportação da Companhia Vale do Rio Doce através da Estrada de Ferro Vitória Minas.


Governador Valadares pertence ao Circuito Turístico Trilhas do Rio Doce e oferece aos visitantes um calendário de eventos diversificado, como o Gêvê Folia, a Expoleste, a Festa da Fantasia, seminários, a Expoagro, Semana do Folclore, as “barraquinhas” dos meses de maio e junho e os consagrados campeonatos de Asa Delta e Paraglider.


“O pôr do sol no vale do rio Doce é um momento de rara beleza. A magia do entardecer se enche de brilho quando as luzes da cidade se acendem e transformam Governador Valadares numa cidade progresso” (Inventário da Oferta Turística - Sebrae).


Fontes:
Inventário da Oferta Turística – Sebrae
Rosemary Metzker


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