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Araxá

Apresentação

  • Araxá - Grande Hotel - Henry Yu
  • Araxá - Grande Hotel - Henry Yu
  • Araxá - Grande Hotel de Araxá - Henry Yu
  • Araxá - Parapente - Henry Yu
  • Araxá - Passeio no Parque - Henry Yu
  • Araxá - Grande Hotel - Vinícius Horta
  • Araxá - Grande Hotel - Vinícius Horta
  • Araxá - Igreja de São Sebastião - Vinícius Horta
  • Araxá - Complexo do Barreiro - Vinícius Horta
  • Araxá - Grande Hotel - Vinícius Horta
  • Araxá - Grande Hotel - Vinícius Horta
  • Araxá - Matriz de São Domingos - Maria Lucia Dornas
  • Araxá - Detalhe da Matriz de S. Domingos - Maria Lucia Dornas
  • Araxá - Detalhe Matriz S. Domingos - Maria Lucia Dornas
  • Araxá - Igreja São Sebastião - Maria Lucia Dornas
  • Araxá - Altar-mor Igreja São Sebastião - Maria Lucia Dornas
  • Araxá - Igreja de São Sebastião - Maria Lucia Dornas
  • Araxá - Museu Histórcio de Araxá Dona Beja - Maria Lucia Dornas
  • Araxá - Museu Histórcio de Araxá Dona Beja - Maria Lucia Dornas
  • Araxá - Museu Histórico de Araxá Dona Beja - Maria Lucia Dornas
  • Araxá - Museu Histórico de Araxá Dona Beja - Maria Lucia Dornas
  • Araxá - Museu Calmom Barreto - Maria Lucia Dornas
  • Araxá - Museu Calmom Barreto - Maria Lucia Dornas
  • Araxá - Museu Calmon Barreto - Maria Lucia Dornas
  • Araxá - Placa - Mapa - Maria Lucia Dornas
  • Araxá - Araxá - Maria Lucia Dornas
  • Araxá - Araxá - Maria Lucia Dornas
  • Araxá - Araxá - Maria Lucia Dornas
  • Araxá - Araxá - Maria Lucia Dornas
  • Araxá - Jardins do Grande Hotel e Termas de Araxá - Maria Lucia Dornas
  • Araxá - Grande Hotel e Terma de Araxá - Maria Lucia Dornas
  • Araxá - Grande Hotel e Termas de Araxá - Maria Lucia Dornas
  • Araxá - Grande Hotel de Araxá - Danielli Vargas
  • Araxá - Grande Hotel de Araxá - Danielli Vargas
  • Araxá - Mirante do Cristo - Sérgio Freitas
  • Araxá - Mirante do Cristo - Sérgio Freitas
  • Araxá - Araxá - Mirante do Cristo - Sérgio Freitas
  • Araxá - Araxá - Sérgio Freitas
  • Araxá - Araxá - área central - Sérgio Freitas
  • Araxá - Museu Histórico de Araxá D. Beja - Sérgio Freitas

Um doce de cidade


Bem traçada, limpa e acolhedora. Assim é Araxá. Em um passeio pela cidade, o visitante descobre cenários encantadores, formados por casarões antigos e belas residências. Araxá tem muita história para contar através de marcos lendários, pontos místicos e religiosos. As praças e jardins, com ruas bem cuidadas e arborizadas, convidam aos mais agradáveis passeios.


O Complexo do Barreiro, o maior atrativo turístico do município, é o local perfeito para um relax completo. Ótima opção para lazer e saúde com seus banhos medicinais, tratamentos de pele, aromaterapia, cromoterapia, massagens, ducha escocesa, saunas, fisioterapia, ginástica, salões de recreação e beleza. Passeios pelo parque e pelas fontes de água mineral Dona Beja e Andrade Júnior completam o roteiro da visita.


Araxá é uma cidade completa em opções de turismo. Quem gosta de aventura pode voar de paraglider ou asa delta. Para quem prefere o ecoturismo, pode-se pescar, cavalgar, fazer trekking e trail de moto ou jipe pela região. Os amantes da boa mesa podem se fartar com os doces, queijos e compotas, conhecidos como as delícias de Araxá. Existem fazendas abertas à visitação pública e locais para pesca, como os populares pesque-pague .


A paisagem de serras e vales, onde as cachoeiras estão protegidas por paredões de pedra e pequenas matas, abriga uma cidade que nasceu encravada em um vulcão extinto. Centenas de anos depois, os estudiosos descobriram as propriedades terapêuticas e radioativas das águas de Araxá. Na sua formação geológica, apresenta consideráveis riquezas minerais: as águas sulfurosas e radioativas, o nióbio e a apatita. Já na Bacia do Barreiro, viveram mamíferos pré-históricos .


"Há quatro séculos os índios Cataguás, originários da tribo Catu-Auá (gente boa), que viviam em Bambuí, liderados pelo guerrreiro Anadaia-Aru, se instalaram na região e formaram a tribo dos Arachás. Por mais de um século, defenderam ferozmente o território conquistado, conhecido como o instransponível "Sertoins dos Arachás" . Em 1766, foram vencidos em combate pelo mestre-de-campo, Coronel Inácio Correia Pamplona, e os poucos sobreviventes expulsos da região. Resíduos arqueológicos encontrados por antigos fazendeiros dão pistas da localização da tribo dos Arachás junto aos limites urbanos da cidade de Araxá." (Prefeitura Municipal de Araxá).


Os Arachás acreditavam que do alto dessas montanhas podiam ver o dia raiar antes de todos, daí o nome que, em tupi-guarani, significa ver (xá) e dia (ara) - lugar onde primeiro se avista o sol.


Nessa região, formou-se um dos maiores quilombos de Minas Gerais, o Quilombo do Ambrósio. Escravos fugidos fundaram nas proximidades de Ibía o quilombo Tengo Tengo, que foi chefiado por Ambrósio . Em 1759, Bartolomeu Bueno do Prado dizimou o quilombo; sete anos depois seria a vez dos Arachás terem o mesmo destino, agora, pelas mãos do Coronel Inácio Correia Pamplona.


O Professor Tarcísio José Martins tem contestado nos últimos anos a historiografia sobre o povo araxás. Segundo ele, documentos sob a proteção do Projeto Resgate de Documentação Histórica Barão do Rio Branco e disponibilizados pelo Centro de Memória Digital da UnB comprovam a existência do povo indígena araxá na região hoje denominada Triângulo Mineiro. Esse povo não deve ser confundido com os araxãs que viviam no Sul do Brasil, em uma região que atualmente pertence ao território dos Estados do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina.


Martins também contesta a versão que Inácio Correia Pamplona, um dos denunciantes da Inconfidência Mineira, teria comandado um ataque aos araxás.


O conde de Arcos, capitão-general de Goiás, em carta destinada a D. João V, relata o extermínio dos araxás pelos caipós. "[...]. o gentio Caiapó tinha feito tal hostilidade aos gentios Arachás, que não só lhes fizera uma grande mortandade, mas depois lhes cativaram todas as mulheres e crianças, as quais levaram para o seu alojamento, para as comerem porque sempre que têm ocasião se sustentam de carne humana. Com esta novidade foi preciso tomar diversas medidas, porque, da nação Arachás, não ficou mais que mortos, porque os homens extinguiu o gentio Caiapó totalmente" (AHU-ACL-N-Goiás, Documento 1084, de 24 jan. 1751).


O sumiço dos araxás, como se vê, pode estar esclarecido: assim que se instalaram na Aldeia do Rio Claro, tiveram seus homens totalmente exterminados pelos caiapós, que levaram suas mulheres e crianças sobreviventes para devorá-las, como informou o governador de Goiás, em janeiro de 1751. Esse morticínio teria ocorrido entre janeiro e dezembro de 1750.


O colonizador foi atraído pelo sal natural das águas do Barreiro. Mais tarde, a prática da pecuária foi o motivo da ocupação, seguida por atividades paralelas como o comércio dos tropeiros e mercadores e a agricultura. Essa ocupação se deu entre 1770 e 1780.


Em 15 de agosto de 1785, foi demarcada a Sesmaria do Barreiro e a Capela de São Domingos começou a ser construída, dando origem a um arraial com o mesmo nome. Em 20 de outubro de 1791, foi criada a freguesia de São Domingos de Araxá. Dez anos depois, estava sob a jurisdição de Goiás, mas a população mineira começou a se organizar para que a região voltasse a pertencer a Minas Gerais. "O movimento se prolongou durante algum tempo até o desfecho favorável, trazendo, no seu bojo, uma série de histórias, lendas e a mistura de um romance com fatos históricos e relatos dos historiadores Barão de Eschwege e Saint-Hilaire, destacando o trabalho realizado pelo major Antônio da Costa Pereira, que também ocupou vários cargos de importância na Província. Foi Antônio da Costa quem levou ao Rio de Janeiro a reivindicação dos habitantes da região ao príncipe D.João para que reintegrasse o Triângulo a Minas." (Enciclopédia dos Municípios Mineiros). Em 1816, toda a região do Triângulo voltava a pertencer a Minas Gerais .


Em 31 de outubro de 1831, a localidade foi elevada à Vila de São Domingos do Araxá. Em 1865, foi elevada à cidade e, em 1911, passava-se a chamar apenas Araxá.

 


 

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