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Caratinga

Apresentação

  • Caratinga - O Menino Maluquinho - Wilson Martins
  • Caratinga - Cachoeira do Bom Será - Wilson Martins
  • Caratinga - Cachoeira da Glória - Wilson Martins
  • Caratinga - Campus Universitário de Caratinga - Wilson Martins
  • Caratinga - Catedral São João Batista - Wilson Martins
  • Caratinga - Catedral de São João Batista - Wilson Martins
  • Caratinga - Catedral São João Batista - Wilson Martins
  • Caratinga - Coreto - Wilson Martins
  • Caratinga - Escola Princesa Isabel - Wilson Martins
  • Caratinga - Estação ferroviária - Wilson Martins
  • Caratinga - Fazenda Montes Claros - Wilson Martins
  • Caratinga - Igreja N. Sra. do Carmo - Wilson Martins
  • Caratinga - Capela de São João - Wilson Martins
  • Caratinga - Praça de Informações Turísticas - Wilson Martins
  • Caratinga - Ciclistas na antiga ponte - Wilson Martins
  • Caratinga - Instituto Cultural Hélio Amaral - Wilson Martins
  • Caratinga - Jequitibá - Wilson Martins
  • Caratinga - Clube João da Matinha - Wilson Martins
  • Caratinga - Lagoa do Piau - Wilson Martins
  • Caratinga - Lagoa Silvana - Wilson Martins
  • Caratinga - Mata da RPPN Feliciano M. Abdala - Wilson Martins
  • Caratinga - O Menino Maluquinho - Wilson Martins
  • Caratinga - O Menino Maluquinho - Wilson Martins
  • Caratinga - Palácio Episcopal - Wilson Martins
  • Caratinga - Caratinga - Palmeiras imperiais - Wilson Martins
  • Caratinga - Vista panorâmica - Wilson Martins
  • Caratinga - Vista panorâmica - Wilson Martins
  • Caratinga - Vista Panorâmica RPPN Feliciano M. Abdala - Wilson Martins
  • Caratinga - Vista panorâmica RPPN Feliciano M. Abdala - Wilson Martins
  • Caratinga - Praça de Infomações Turísticas - Wilson Martins
  • Caratinga - Praça Getúlio Vargas - Wilson Martins
  • Caratinga - Pedra Itaúna - Wilson Martins
  • Caratinga - Ponte da antiga E.F. Leopoldina - Wilson Martins
  • Caratinga - Prainha do rio Manhuaçu - Wilson Martins
  • Caratinga - Rio Manhuaçu - Wilson Martins
  • Caratinga - RPPN Feliciano Miguel Abdala - Wilson Martins
  • Caratinga - Santuário da Adoração Perpétua - Wilson Martins
  • Caratinga - Trilha na RPPN Feliciano Miguel Abdala - Wilson Martins
  • Caratinga - Campus Piau - Wilson Martins
  • Caratinga - Vista da BR 116 - Wilson Martins
  • Caratinga - Vista panorâmica de Caratinga - Wilson Martins
  • Caratinga - Vista panorâmica de Caratinga - Wilson Martins
  • Caratinga - Vista panorâmica de Caratinga - Wilson Martins
  • Caratinga - Vista panorâmica de Caratinga - Wilson Martins
  • Caratinga - Muriqui - Mono Carvoeiro - Luciano Candisani
  • Caratinga - Muriqui - Mono Carvoeiro - Luciano Candisani
  • Caratinga - Muriqui - Mono Carvoeiro - Luciano Candisani

O sorriso travesso do "Menino Maluquinho" dá as boas-vindas a quem visita Caratinga. A grande escultura em uma das praças da cidade é uma simpática homenagem a Ziraldo, filho de Caratinga, autor do livro O menino maluquinho, cujo texto também foi adaptado para o cinema.

 


Caratinga é um dos mais importantes municípios da região do Rio Doce e está em uma situação estratégica, a BR-116, uma das rodovias mais movimentadas do País. O ponto forte de sua economia é a produção do chamado "café das montanhas", que se firmou no mercado nas últimas décadas pelo sabor forte e pela ótima qualidade.

 


O calendário de eventos do município é diversificado e animado. As festas religiosas marcantes são: Semana Santa, celebrações a Nossa Senhora, no mês de maio, e a Semana Eucarística. Em junho, a população se entusiasma com o "Maió e Mió São João de Minas", que acontece dia 24, aniversário da cidade. Trem Bão é Buteco - circuito caratinguense de butecos -, Festival do Muriqui, Caminhada Alcoológica e Salão Internacional de Humor são outros eventos de grande sucesso.

 


Os patrimônios culturais e naturais são valorizados com as ações de proteção e tombamentos. São exemplos dos patrimônios de Caratinga a pedra Itaúna; o acervo arquitetônico urbano; a Reserva de Patrimônio Particular Natural Feliciano Miguel Abdala, que abriga uma significativa população de mono-carvoeiros, também conhecidos como "mucuris"; cachoeiras e matas. Outras áreas de preservação ambiental são: APA Lagoa Silvana, APA Bacia do Ribeirão da Lage e o Parque Municipal.

 


Integrante do acervo arquitetônico da cidade, o coreto da Praça Cesário Alvim foi projetado por Oscar Niemeyer.

 


Além do talentoso escritor Ziraldo, Caratinga tem outros filhos conhecidos nacionalmente, como o cantor Agnaldo Timóteo, a jornalista Miriam Leitão e o escritor e jornalista Ruy Castro.

 


A história de Caratinga

Lourdes A. Rodrigues


O espaço onde hoje se encontra o município de Caratinga foi primitivamente ocupado pelos "bugres", da tribo dos aimorés. Havia um aldeamento desses índios no local denominado "Batatais", hoje São José e São Sebastião do Batatal. Além desse, havia outros que se localizavam mais ao norte da região explorada. O comportamento desses índios em relação aos desbravadores era de passividade, não oferecendo nenhuma oposição aos invasores dos territórios por eles ocupados.

 


Por essas terras se encontrava um tubérculo alimentício muito duro de comer, porém muito apreciado pelos índios. Estes o denominavam "cara-tinga", que significava "cara-branco". Daí originou-se a denominação "Caratinga". Em decorrência disso, o gentílico de todas as pessoas nascidas na cidade é caratinguense.

 


O primeiro desbravador do atual território do município de Caratinga é atribuído a Domingos Fernandes Lana, natural de Araponga, município de Viçosa. Teria vindo em companhia de amigos, serviçais, escravos, índios catequizados, à procura de poaia (ipecacianha), abundante na região e de grande valor comercial. Acredita-se que ali tenha permanecido desde o princípio de 1841 até 1847.

 


Propagando-se as notícias das riquezas da região habitada por índios de índole mansa, faz-se despertar os
que a ouviram. Assim, por volta de 1848, atraídos pelas notícias alvissareiras da nova terra, os irmãos João Caetano do Nascimento, João Antônio de Oliveira e João José da Silva partiram para as terras com o interesse de se estabelecerem em definitivo.

 


Os três, unidos, penetraram na mata, percorreram os vales dos rios Caratinga, Manhuaçu, João Pinto e Cuieté, até o rio Doce. Abandonaram logo a zona do vale Cuieté em razão do clima e das febres. Em seguida, separam-se, e João Caetano do Nascimento segue para a região do rio Preto e Jacutinga.

 


Em sua viagem de regresso, procurou atingir as nascentes dos rios Lages e Preto, fixando-se de vez em uma das partes da serra que mais tarde ficou conhecida por "Serra do Jacutinga". Legítima, então, como posseiro, o seu direito sobre vastas sesmarias trouxe parentes e amigos para participar da exploração das novas terras. Surgiu assim a povoação. Foi, então, que João Caetano do Nascimento iniciou o trabalho de derrubada e preparação da terra para plantio de cereais, frutas e legumes, além da criação de pequenos animais e aves.

 


Em atribuição a ele, em junho de 1848, foi elevada à categoria de Paróquia e Conselho Distrital, subordinada à Comarca de Mariana. Posteriormente, pertenceu a Ponte Nova, Abre Campo e Manhuaçu.

 


O Distrito e a Freguesia de Caratinga foram criados pela Lei Providencial nº 2.027, de 1º de dezembro de 1873. Nessa mesma época, foi construída a primeira paróquia de Caratinga, paróquia de São João Batista, que ainda hoje permanece erguida e se tornou um Patrimônio Histórico e Cultural do município. O distrito, então, desmembrou-se de Manhuaçu, com sede no povoado São João de Caratinga e, com essa denominação, surgiu pelo Decreto Estadual nº 16, de 6 de fevereiro de 1890.

 


A Lei Estadual nº 02, de 14 de setembro de 1891, confirmou a criação do distrito-sede do município de Caratinga, cuja instalação se verificou a 12 de maio de 1892. Pela Lei Estadual nº 23, de 24 de maio de 1892, a vila foi elevada à cidade.

 


A comarca foi criada pela Lei nº 11, de 13 de novembro de 1891, sancionada pelo Dr. José Cesário de Faria Alvim. Instalada em 7 de maio de 1892, foi suprimida em 17 de dezembro de 1912 e restaurada em 1917, pela Lei nº 4.874.

 


Em 1930, a cidade começou a sentir o progresso com a instalação da estrada de ferro Leopoldina. Forçou o crescimento com a abertura de ruas, facilitou o transporte para outras regiões e, nos anos 50, houve a necessidade de implantar o escritório do Instituto Brasileiro do Café (IBC), sendo um ponto de partida para que a cidade se tornasse polo da cafeicultura.

 

 

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