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São Tomé das Letras

Apresentação

  • São Tomé das Letras - Capela de São Tomé das Letras - Alexandre Luiz
  • São Tomé das Letras - Casa de Pedras - Henry Yu
  • São Tomé das Letras - Cachoeira da Eubiose - Henry Yu
  • São Tomé das Letras - Vista parcial da cidade - Henry Yu
  • São Tomé das Letras - Escalada - Henry Yu
  • São Tomé das Letras - Escalada - Henry Yu
  • São Tomé das Letras - Barraca de bebidas - Alexandre C. Mota
  • São Tomé das Letras - Mirante esotérico - Alexandre C. Mota
  • São Tomé das Letras - Mirante esotérico - Alexandre C. Mota
  • São Tomé das Letras - Mirante esotérico - Alexandre C. Mota
  • São Tomé das Letras - Barraca de bebidas na beirada da cachoeira - Alexandre C. Mota
  • São Tomé das Letras - Capela de São Tomé das Letras - Alexandre Luiz
  • São Thomé das Letras - São Tomé das Letras - Alexandre Luiz
  • São Tomé das Letras - Grilo - Bruno Guilarducci

A lenda que deu origem à história de São Tomé das Letras aconteceu em uma gruta.


João Antão, escravo da Fazenda Campo Alegre, teria supostamente um romance secreto com uma das filhas de seu senhor, o capitão João Francisco Junqueira. Os dois amantes foram descobertos e o escravo foi submetido a torturas. Cansado dos maus tratos, João Antão refugiou-se em uma gruta no alto da serra, onde passou a viver da pesca, frutos e raízes da região.  


Um dia, um senhor de vestes brancas apareceu para o escravo e entregou-lhe um bilhete. O estranho senhor disse a ele que, se a carta fosse entregue ao capitão, este o perdoaria. Ao ler o bilhete, Junqueira ordenou ao escravo que o levasse até a gruta, onde encontraram uma imagem de São Tomé entalhada em madeira. João Francisco, homem profundamente religioso recolheu a imagem e a levou para casa.


Entretanto, a imagem tinha um mistério: ela sumia e reaparecia na gruta, por diversas vezes. O capitão mandou erguer uma capela no local onde em 1785 foi construída a Igreja Matriz, dando origem ao povoado. Dizem que o filho do capitão, Gabriel Francisco Junqueira, o Barão de Alfenas, foi sepultado debaixo do altar da igreja.


A origem do nome da cidade deve-se à aparição do santo e às inscrições rupestres encontradas na entrada da gruta. Não se sabe se foram feitas pelos índios Cataguases, antigos moradores da região, ou se são palavras deixadas pelo santo.  


As construções que caracterizam a cidade são feitas com as próprias pedras extraídas do local. Estas são cuidadosamente cortadas e empilhadas uma a uma, sem qualquer tipo de argamassa. No entanto, as “pedras são thomé” oferecem segurança e firmeza, como as construções do século 18.


A base da economia de São Tomé das Letras é 60% oriunda da extração de pedras de quartizito, usadas no revestimento de casas, passeios e piscinas. As pedras hoje exportadas para vários países da Europa, dando à cidade o apelido de “cidade de pedra”.


As lendas e histórias que fazem parte da cidade envolvem São Tomé num clima esotérico, tornando-a conhecida como a cidade mística do Brasil. Em contraponto, a vida dos seus moradores é bem simples, típica do interior de Minas.


Devido ao fascínio que a cidade exerce nas pessoas que a visitam, São Tomé das Letras vem, ao longo dos anos, desenvolvendo o turismo. Em 1996 recebeu o selo de potencial turístico, concedido pela Embratur, passando a integrar oficialmente o rol das principais cidades turísticas do Sul de Minas, pertencendo também ao maior projeto turístico já realizado em Minas Gerais, a Estrada Real.


Hoje a cidade conta com infra-estrutura capaz de receber bem os turistas. Restaurantes, pousadas, estrada asfaltada, estação rodoviária, além de um centro de eventos capaz de abrigar quase 18 mil pessoas e um amplo salão para festas e convenções.


A cidade destaca-se  pelas belezas naturais de suas pedras e cachoeiras. Casarões antigos, mistérios, aparições, trilhas e montanhas. Os atrativos de São Tomé das Letras podem ser agrupados por área.

Sede do Município: Igreja Matriz, Igreja de N. Senhora do Rosário, Passos da Paixão e gruta de São Tomé.

Parque Municipal Antônio Rosa: Cruzeiro, Pirâmide, Discoporto, Mirante, pedra da Bruxa,

Arredores: pico do Gavião, gruta do Carimbado, ladeira do Amendoim

Distrito de Sobradinho: gruta da Bruxa, gruta do Labirinto, corredeiras do Lavarejo


As cachoeiras estão espalhadas por todo município

 

Com grande tristeza para a cidade, em abril de 1994, a imagem de São Tomé datada do primeiro quartel do século 19 foi roubada da Matriz. Ela está entre as peças procuradas pela Promotoria Estadual de Defesa do Patrimônio Cultural e Turístico de Minas Gerais. Os letrenses esperam que um dia a imagem de São Tomé venha ocupar novamente seu lugar no retábulo mor da Matriz em sua homenagem.



Quanto a grafia Tomé sem a letra h (Thomé) a publicação As denominações Urbanas de Minas Gerais publicada pelo Instituto de Geociências Aplicadas - IGA explica: "Como ortografia é matéria de alçada federal, não prevaleceu a Lei municipal n. 375, de 29/11/1985, que estabeleceu a grafia arcaica São Thomé das Letras."


Fonte: Departamento de Turismo de São Tomé das Letras

 

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