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Teófilo Otoni

Apresentação

  • Teófilo Otoni - Praça Germânica - Circuito Turístico Pedras Preciosas
  • Teófilo Otoni - Praça Germânica - Circ. das Pedras Preciosas
  • Teófilo Otoni - Igreja Matriz Nossa Senhora da Conceição - Circ. das Pedras Preciosas
  • Teófilo Otoni - Câmara Municipal - Circ. das Pedras Preciosas
  • Teófilo Otoni - Igreja Matriz da Imaculada Conceição - Circuito Turístico Pedras Preciosas
  • Teófilo Otoni - Praça Germânica - Circuito Turístico Pedras Preciosas
  • Teófilo Otoni - Cachoeira Pedra D'Água - Circuito Turístico Pedras Preciosas
  • Teófilo Otoni - Praça Tiradentes - Circuito Turístico Pedras Preciosas
  • Teófilo Otoni - Casarão do Sesc - Circuito Turístico Pedras Preciosas
  • Teófilo Otoni - Ponte Antiga Ferrovia Minas-Bahia - Circuito Turístico Pedras Preciosas
  • Teófilo Otoni - Pedras Preciosas - Circuito Turístico Pedras Preciosas

Capital das Pedras Preciosas

No riquíssimo subsolo de Teófilo Otoni, formaram-se, há milhões de anos, águas marinhas, topázios, berilos, turmalinas, crisoberilo, alexandrita, ametistas, quartzo róseo, olho-de-gato e outras gemas. A razão para a diversidade e a riqueza é o município estar localizado na província pegmatítica Oriental do Brasil, uma das mais ricas áreas mundiais de produção de pedras preciosas.


Além da exploração das gemas, a cidade é um importante centro de lapidação. São cerca de 250 pequenas empresas de lapidação e comercialização, 2.700 lapidações informais, 200 corretores autônomos e empresas de exportação. Anualmente, em julho, acontece a Feira Internacional de Pedras Preciosas (FIPP). Por tudo isso, Teófilo Otoni passou a ser conhecida como a "capital das pedras preciosas".


Teófilo Otoni exerce liderança regional - Vale do Mucuri, São Mateus e Jequitinhonha - como centro cultural, comercial, educacional e de assistência hospitalar. Com um dos maiores rebanhos bovinos do Estado, o setor pecuário também é um dos pilares da economia da cidade e da região. Para incrementar os negócios, acontece a Exposição Agropecuária dos Vales do Mucuri, São Mateus e Jequitinhonha (Expovales).


O calendário de eventos é variado e movimenta a cidade o ano inteiro - Carnaforró, VII Feira do Peixe, Feira do Mel, Encontro dos Médicos Veterinários dos Três Vales, Forró das Pedras, Congresso de Medicina do Nordeste Mineiro, Festival do Folclore, Festa da Colheita e a Mostra de Orquídea.


As especialidades da terra são a carne de sol, o feijão-verde, a mandioca preparada de formas diversas e a legítima cachaça mineira. O visitante pode saboreá-los nos inúmeros restaurantes da cidade ou adquiri-los no Mercado Central.


"Aqui farei a minha Filadélfia"
Foi desse desejo do político liberal Teófilo Benedito Ottoni que nasceu a cidade.


Natural do Serro, antiga Vila do Príncipe do Serro Frio, Teófilo Ottoni, eleito para a Assembleia Geral de 1838, foi um dos líderes da Revolução Liberal de 1842. Os revoltosos foram vencidos pelas tropas de Caxias, em Santa Luzia, e os líderes, enviados para a prisão. Em 1844, os revoltosos foram anistiados por D. Pedro II. A partir dessa data, os liberais começaram a ser chamados de "luzias", enquanto os conservadores são apelidados pelos opositores de "saquaremas".


Em 1845, Teófilo Ottoni foi reeleito deputado por Minas Gerais. Poucos anos mais tarde, estava decepcionado com a política - as eleições de 1849 foram manipuladas pelo governo imperial, e a Câmara passa a ser dominada por uma maioria conservadora. "Dispostos a fazer ao poder pessoal mais concessões do que aquelas que eu julgava admissíveis retirei-me da política e deixei de estar em comunhão com qualquer partido."


Foi nesse período que Otoni passa a ter outro objetivo. "Afastado da política, procurei em outro terreno ser útil ao meu país. Uma idéia me assaltava o espírito."
A ideia que lhe assaltava o espírito era a colonização da região do Mucuri e a fundação de uma cidade que se tornasse o centro do progresso do Nordeste de Minas, para fazer a ligação da região com o litoral que seria vital para o desenvolvimento da região.


No ano de 1847, os irmãos Teófilo e Honório Ottoni tinham concluído o projeto "Condições para a Incorporação de uma Companhia de Comércio e Navegação do Rio Mucuri". Nesse mesmo ano, acompanhados por 18 pessoas, os irmãos Ottoni navegaram, a bordo do vapor "Princesa Imperial", do Rio de Janeiro a São José do Porto Alegre, foz do rio Mucuri. Após percorrer a região, Teófilo Otoni passou a ter certeza de que o projeto seria viável.


A Companhia do Mucuri, formada com capital da família Ottoni, do visconde de Mauá e de pequenos acionistas, (formavam o capital da empresa) passou a ser realidade em 1851.


Era um projeto de desenvolvimento regional integrado, a busca de alternativa à crise econômica da região serrana e de Minas Novas, a partir do declínio do ouro. Região onde viviam 100 mil pessoas (MIRANDA, 2000).


Quando deputado, Ottoni já desejava que a Província de Minas Gerais possuísse ferrovias, estradas e sistema de navegação. Escreveu o político e líder liberal,


A província dotada de um clima invejável, de uma população laboriosa, de pastagens preciosas, de prodigiosas riquezas minerais, de uma ampla superfície de terras fertilíssimas, tudo podia produzir, mas nada conseguia exportar.


A segunda vez que Ottoni chegou ao Mucuri foi em 1852. Subiu o rio em canoa até Santa Clara. Enquanto isso, outro grupo saiu de Alto dos Bois, hoje Minas Novas, e outro de Trindade até o aldeamento de Pote, onde os dois grupos se encontraram. A partir desse ponto, abriram uma trilha de 33 quilômetros até o local onde seria construída Filadélfia, que mais tarde ganharia o nome de "Teófilo Otoni". Continuaram a abertura da trilha por mais 50 quilômetros até a foz do rio Todos os Santos, no Porto das Canoas, onde encontraram Teófilo Ottoni e seu grupo.


Foi uma grande aventura; o caminho era penoso e cheio de armadilhas - cobras, centenas de insetos, onças e índios prontos para defender seu território. A mata impenetrável obrigava ao árduo trabalho de abrir as picadas e trilhas a golpes de facão e de machado. Para as expedições, tudo foi preparado cuidadosamente: selecionaram homens fortes, afiaram facões, limparam velhas carabinas, contrataram "línguas" que seriam intérpretes para o contato com povos indígenas desconhecidos, levaram alimentos, remédios, ferramentas, fumo de rolo e pólvora.


A primeira ação foi grandiosa, a construção da estrada de Santa Clara, 180 quilômetros de uma via que ligava a cachoeira de Santa Clara, próximo a atual Nanuque, até Filadélfia. Para a construção, foram contratados vários engenheiros, os alemães Oscar Henning e Roberto Schlobach; John Humphreys, de nacionalidade inglesa, os franceses Charles Bernard e Schaedli, um polonês, Christiano Wisewsky, engenheiros militares brasileiros e um dos irmãos mais novos de Otoni, Cristiano.


Para o trabalho pesado, foram contratados 100 operários chineses, que trabalharam no sistema de assalariados. No início, dos planos constava a utilização de homens livres. Mas brancos, pobres e negros alforriados não se interessaram pelo trabalho; os índios pacificados eram nômades. Assim, foi necessário recorrer ao trabalho escravo. "Não há filosofia contra a experiência e por isso mais de 150 escravos já se empregavam na Companhia." Dessa maneira, Ottoni escreveu sobre a experiência frustrada de contratar trabalhadores assalariados.


Os 180 quilômetros construídos pela Companhia do Mucuri se tornaram a primeira estrada do interior brasileiro em plena Mata Atlântica. Filadélfia estava ligada a Santa Clara pela estrada. A partir desse ponto, havia 170 quilômetros de navegação até o litoral e daí o viajante prosseguia para a capital do Império por via marítima. "A Santa Clara foi feita antes mesmo da estrada União e Indústria, esta com recursos públicos e investimentos dez vezes superiores aos empregados naquela" (MIRANDA, Nilmário 2007).


Em 1857 foi talvez com sentimento de vaidade que percorri no meu carro as 27 léguas e meia da entrada de Santa Clara, e no dia 23 de agosto entrei triunfalmente na minha querida Filadélfia.


Era a realização do projeto iniciado em 1847.


Na confluência dos rios Todos os Santos e Santo Antônio, uma planície de 15 quilômetros rodeada por sete colinas foi escolhida como local ideal para a realização do sonho de Teófilo Ottoni, ou seja, construir uma "nova Filadélfia" nos trópicos. O nome era inspirado nos ideais republicanos de liberdade e de direitos do homem, consagrados na Declaração de Independência dos Estados Unidos. Entre os anos de 1790 e 1800, Filadélfia havia sido capital da jovem nação republicana dos Estados Unidos da América.


A inauguração no dia 7 de setembro de 1853 foi marcada pela abertura da rua Direita sob a responsabilidade do engenheiro Roberto Scholobach.


Um alinhamento de uma grande rua plana e retilínea, tendo extensão de mais de meia légua no sentido NS (Reinaldo Ottoni Porto). Foram abertas, duas ruas paralelas à rua Direita, diversas perpendiculares formando ângulos retos e duas praças. O ideal de cidade manifesto na criação de Filadélfia pode ser entendido a partir do choque entre dois mundos, dois universos de valore. De um lado, o espaço regional, visto como formador de identidades, construtor de um tipo de liberdade, empreendedor e viril. De outro, a cidade-corte marcada por efeminados, como o beija-mão. Filadélfia é a negação da cidade-corte (ARAÚJO, 2003)


A urbanização se inicia com a instalação de serraria, carpintarias, olarias, armazéns, lojas e um quartel.
Seguindo a política de imigração do período, a Companhia de Comércio e Navegação do Rio Mucuri, quando foi constituída, recebeu do governo imperial concessões como: dez léguas de testada por uma de fundo para estabelecimento do projeto de colonização.


Na imigração, estava uma das esperanças de povoamento e desenvolvimento de Filadélfia e região. No início da construção da estrada Santa Clara, Otoni já havia demonstrado seu interesse na substituição da mão de obra escrava pelo trabalho livre assalariado. Uma tentativa da Companhia foi atrair a população pobre dos vales dos rios Doce e Jequitinhonha.


Os povos indígenas, principalmente os aguerridos Botocudos, representavam ameaça para o projeto de povoamento do Mucuri, mas Otoni nunca adotou uma política belicosa contra eles. O pioneirismo do empreendedor também pode ser observado pela aproximação pacífica junto aos povos indígenas do Mucuri. Tentou adotar uma ação de integração oferecendo alimentos e ferramentas.


[...] desenvolveu-se uma prática indigenista inédita, como mostra o Relatório de 1861 ao Presidente da Província do então Diretor dos Índios do Mucuri, Augusto Otoni... Para dar-lhes o incentivo que levasse a trabalhar e para guarda-lhes o direito, anunciei a todos os habitantes do distrito que ninguém poderia trabalhar com os índios sem pagar-lhes de jornal uma pataca...Outra providência escrupulosa e geralmente cumprida é a proibição de tomar aos índios os filhos para conservar em mal disfarçada escravidão... Cuido poder asseverar a V. Excia. Que, do meu distrito e durante minha direção ainda não saiu um indiozinho (A colonização alemã no Vale do Mucuri,1993).


Em 1808, o príncipe regente D. João VI havia autorizado, por meio de uma carta régia, datada de 13 de maio, uma ação armada contra os povos botocudos, justificada como "guerra justa". A animosidade continuou pelo século. Em uma carta ao escritor Joaquim Manuel de Macedo, Otoni relata abomináveis ações contra os índios "...cães especialmente treinados na caça ao Botocudo, alimentados com carne de indígenas assassinados... contaminação proposital de comunidades inteiras através de agentes patogênicos letais para o indígena - sarampo, por exemplo."


No dia 2 de junho de 1856, os primeiros imigrantes desembarcaram no porto de Santa Clara. Eram alemães, suíços, portugueses, italianos, belgas, holandeses, chineses e espanhóis. Com o tempo, aconteceu a "germanização", ou seja, todos eram chamados de "alemães".


Os imigrantes que tinham formação profissional, como tecelões, enfermeiros, agrimensores, oleiros e outros, ficaram na área urbana. Para a área rural, foram encaminhados os agricultores. Os imigrantes sofriam com muitas dificuldades - o idioma; o desconhecimento da flora, da fauna e das plantas comestíveis; o clima; as doenças tropicais. Por exemplo, eles não sabiam como tratar coisas corriqueiras, como um bicho-de-pé. Surgiram conflitos com a medição das terras, que era lenta e imprecisa.


A primeira escola primária de Filadélfia foi organizada em 1880 pelo pastor Johann Leonhardt Hollerbach, o primeiro religioso protestante a se instalar na comunidade, em 1862. A escola funcionou até 1954 e, até a década de 40, havia sido dirigida por professores de origem alemã.


A Companhia também estimulou a abertura de estradas no Norte de Minas, já que Filadélfia se impunha como polo regional. Foram interligados os municípios de Serro, Minas Novas, Peçanha, Araçuaí e Capelinha ao Vale do Mucuri. Em um relatório de 1859 apresentado aos acionistas, Teófilo Otoni escreveu: "[...] orço em mais de 20.000 almas o movimento da população atraída pelas estradas e comércio que a Companhia do Mucuri levou aquelas paragens".


A Companhia, com sérios problemas financeiros, teve os pedidos de empréstimos negados pelo governo; vivia-se um período de domínio dos conservadores, velhos inimigos políticos dos Otoni. Em 1860, a Companhia do Mucuri foi encampada pelo governo da província.


Sem a Companhia, Otoni retornou à vida política; em 1864, tornou-se senador e ocupou a vaga deixada por Diogo de Vasconcelos, que faleceu durante o mandato. Teófilo Benedito Otoni, vitimado de "intoxicação miasmática", segundo diagnóstico médico, faleceu no dia 17 de outubro de 1869.


Em 1874, Filadélfia demonstrou sua prosperidade do Vale do Mucuri com a realização de uma exposição agrícola, comercial e industrial. Tinham muito para mostrar: gado, cereais, legumes, café, açúcar, subprodutos do leite, produtos farmacêuticos e de medicina natural, artigos em madeira, tecelagem, fotografia e outros. Muitos colonos alemães foram agraciados com menções honrosas pelos seus produtos; podemos citar: Guilherme Schultz, cereais; Gottlieb Bremmer, polvilho; Augusto Wolf, charutos e cigarros; Frederico Marx, paletó de casimira, Henrique Pietsch, fotografia.


O progresso de Filadélfia fez com que, pela Lei nº 2.486, de 9 de novembro de 1878, o distrito fosse elevado a município. Em homenagem ao fundador, passou a se chamar "Teófilo Otoni".


Nas últimas décadas do século19, a estrada de Santa Clara estava intransitável por falta de manutenção; isso significava que a produção de Teófilo Otoni precisava de caminhos para seu escoamento. Atento a essa questão, o Dr. João da Mata Machado solicitou à Assembleia Provincial de Minas Gerais a construção de uma estrada de ferro para ligar Caravelas, no sul da Bahia, à cidade de Teófilo Otoni. O engenheiro civil Miguel de Teive e Argolo foi o nomeado para coordenar os trabalhos. No dia 16 de abril de 1881, foi instalado o primeiro trilho da estrada de ferro Bahia-Minas. Em 1882, a estrada chegou à divisa de Minas Gerais, na área da serra dos Aimorés.


Após uma série de problemas financeiros, finalmente, no dia 3 de maio de 1898, a primeira locomotiva chegou a Teófilo Otoni.
O barulho já é estridente e dominador, emociona a todos e, num instante surge na reta a grande locomotiva... A máquina avança a incrível velocidade um, dois, três, era composta de quatro carros de passageiros e duas pranchas cheias de pessoas desconhecidas. Um poeirão vermelho acompanha a composição, cobrindo todos os presentes, enquanto os desatentos são queimados por fagulhas... Um vozeirão tem início, porém é abafado por palmas e vivas, enquanto a locomotiva continua resfolegante. Alguém no meio da massa popular grita: Viva o Brasil (Estrada de Ferro Bahia e Minas).


O município de Teófilo Otoni entrou no século 20 como polo econômico e de desenvolvimento do Mucuri e do Jequitinhonha. A população, que em 1890 era de 13.222 habitantes, saltou para 163.199 em 1920.


Martim de Carvalho e Fernandes Tourinho, em expedições pelos sertões do Brasil, na década de 70 do século 16, recolheram várias amostras de pedras na região. Quando se iniciou o povoamento pela ação empreendedora de Teófilo Ottoni, tinha-se noção da existência das pedras preciosas no subsolo, mas a mineração e a extração não se tornaram opções de atividade econômica. Um descendente de imigrantes alemães, em uma entrevista para o livro A colonização alemã no Vale do Mucuri, disse: "Os alemães ficaram em cima de um tesouro sem saber".


Na década de 20 do século 20, as gemas começaram a ser exploradas em escala comercial, tornando-se a segunda principal atividade econômica do município. Alguns alemães se dedicaram a esse tipo de atividade. A cidade chegou a receber imigrantes de Idar-Oberstein, na Alemanha, importante centro de comercialização de pedras do mundo. Mas a maioria dos pequenos grupos de garimpeiros não era morador local.


Com o nome de Marta Rocha e valendo uma fortuna de duzentos e sessenta milhões de cruzeiros, uma preciosa água-marinha foi encontrada, no final da década de 50, no distrito de Topázio. A pedra pesava cerca de 175 mil quilates e possuía 60% de limpidez. Essa foi uma das maiores descobertas feitas em Teófilo Otoni.


O município hoje faz parte do Circuito das Pedras Preciosas. Em uma operadora local, é possível adquiri passeios para conhecer a cadeia produtiva da extração das gemas à confecção de joias e o artesanato mineral.


Cachoeiras do rio Mucuri e as pedreiras majestosas se tornaram opção para adeptos de esportes radicais; existem opções menos radicais, como uma boa caminhada. Para promover o turismo, estão nos planos da cidade a construção de um museu dedicado às gemas e a reativação de um trecho da estrada de ferro Bahia-Minas.


Na praça Tiradentes, o visitante pode sentir a alma de Teófilo Otoni - o conjunto arquitetônico; a Maria Fumaça - Poxixá -, preservando a memória da ferrovia Bahia-Minas; o bicho-preguiça nas árvores, o comércio das pedras e a Feira de Artesanato.


Uma das mais notáveis histórias sobre o povoamento e desenvolvimento de uma cidade de Minas Gerais, sem nenhuma dúvida, é a de Teófilo Otoni - concretização da sonhada Filadélfia de Teófilo Benedito Ottoni, que vale ser conhecida por todos os brasileiros.



Bibliografia
Fundação João Pinheiro. A colonização alemã no Vale do Mucuri. Belo Horizonte,1993. Coleção Mineiriana
MIRANDA, Nilmário. Teófilo Ottoni - A República e a Utopia do Mucuri. Belo Horizonte: Caros Amigos Editora, 2007
ELEUTÉRIO, Arysbure Batista. Estrada de Ferro Bahia e Minas - "A ferrovia do Adeus".

 

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