Destinos

Milho Verde - Distrito do Serro

Apresentação

  • Serro - Milho Verde - Capela N. Senhora do Rosário - Diego Gazola
  • Serro - Cachoeira do Moinho - Milho Verde - Serro - Henry Yu
  • Serro - Capela N.S do Rosário - Sérgio Freitas
  • Milho Verde - Distrito do Serro - Guarda de Catopés - Luiz Henrique
  • Milho Verde - Distrito do Serro - Dançante da Guarda de Catopés - Luiz Henrique
  • Milho Verde - Distrito do Serro - Guarda de Catopés com reco-reco - Luiz Henrique
  • Milho Verde - Distrito do Serro - Festa de N.S. do Rosário - Luiz Henrique
  • Milho Verde - Distrito do Serro - Festa de N. S. do Rosário - Luiz Henrique
  • Milho Verde - Distrito do Serro - Lageado - Luiz Henrique
  • Serro - Capela N.S. do Rosário - Milho Verde - Diego Gazola
  • Serro - Trecho entre Milho Verde e S. G. do Rio das Pedras - Diego Gazola
  • Serro - Milho Verde - Capela N. Senhora do Rosário - Diego Gazola
  • Serro - Vista geral de Milho Verde - Diego Gazola
  • Serro - Cachoeira do Piolho - Milho Verde - Diego Gazola
  • Milho Verde - Distrito do Serro - Milho Verde - Distrito do Serro - Bruno Guilarducci
  • Milho Verde - Distrito do Serro - Milho Verde - Distrito do Serro - Bruno Guilarducci
  • Milho Verde - Distrito do Serro - Milho Verde - Bruno Guilarducci
  • Milho Verde - Serra dos Santos - Milho Verde - Bruno Guilarducci
  • Milho Verde - Flores - Bruno Guilarducci
  • Milho Verde - Distrito do Serro - Cachoeira Encantada  - Bruno Guilarducci
  • Milho Verde - Distrito do Serro - Igreja do Rosário - Bruno Guilarducci
  • Milho Verde - Distrito do Serro - Cachoeira Encantada  - Bruno Guilarducci
  • Milho Verde - Distrito do Serro - Milho Verde - Distrito do Serro - Bruno Guilarducci
  • Milho Verde - Distrito do Serro - Milho Verde - Distrito do Serro - Bruno Guilarducci
  • Milho Verde - Distrito do Serro - Telhado - Bruno Guilarducci

Duas importantes igrejas setecentistas – Matriz de Nossa Senhora dos Prazeres e Capela Nossa Senhora do Rosário, ladeadas por modesto casario colonial, conferem uma atmosfera de paz e contemplação a este pitoresco lugar, que é parada obrigatória de todo viajante que trafega na rota entre o Serro e Diamantina.


Sua história remonta ao início do século 18, quando um pequeno arraial surge na região do Serro Frio em decorrência das atividades de mineração do ouro e do diamante. Por estar dentro do Distrito Diamantino, Milho Verde sofreu as severíssimas restrições impostas pela Coroa Portuguesa à região demarcada. As terras de Milho Verde foram incluídas na área proibida para a mineração. No local, chegou a ser instalado um quartel e um posto fiscal para o controle e a fiscalização do extravio de diamantes. Esse fato decidiu o destino do arraial: a estagnação. Assim, nunca mais o arraial se desenvolveu.


Existem algumas referências sobre o local no século 19. O mineralogista José Vieira Couto fez o seguinte registro em 1801: “lugarejo pequeno, mal arranjado, e com muitas casas palhoças, vivendo os seus pobres habitantes de uma pequena e insignificante cultura”. O inglês John Mawe e o francês Saint-Hilaire passaram por Milho Verde em 1809 e 1817, respectivamente. Em seus apontamentos foram feitos os comentários sobre a decadência local. Saint-Hilaire escreveu que o arraial estava localizado “em uma região árida que não possibilitava nenhum gênero de plantação” e se constituía “de uma dúzia de casas e uma igreja”. 


Situado nas vertentes da Serra do Espinhaço, a 25km da sede do município do Serro, esse vilarejo não muito distante das cabeceiras do Rio Jequitinhonha foi elevado à categoria de distrito em nove de julho de 1868.


Quanto ao nome, existem duas versões: uma faz referência a um certo português de nome Rodrigo Milho Verde, que durante muitos anos teria morado no local. A outra versão conta que os primeiros bandeirantes que alcançaram a região encontraram uma comunidade indígena e esta lhes teria oferecido uma grande quantidade de milho verde.


Na década de 80, algumas pessoas cansadas das cidades grandes, em busca de uma vida alternativa, descobriram a singela e tranquila Milho Verde. Depois, o local foi descoberto pelos turistas, que buscavam novas paisagens e opções fora dos roteiros de turismo de massa. A partir daí, é que foi se formando uma pequena infra estrutura para receber os novos visitantes.


Hoje, Milho Verde possui um aspecto rústico e encantador, em absoluta harmonia com a natureza. A belíssima paisagem, o patrimônio histórico, as cachoeiras, a singela hospitalidade dos habitantes e a deliciosa culinária típica fazem desse vilarejo um destino muito especial.


Passar alguns dias em Milho Verde é se deixar levar por uma vida simples, sem horários e compromissos, aliás, os únicos compromissos que se pode ter em Milho Verde são: tomar banhos de cachoeiras de águas límpidas ou experimentar uma comida feita em fogão à lenha, saborear goiabadas e marmeladas, tudo muito autêntico e mineiro.

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