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04. Escultura

De Antônio Francisco Lisboa a Amílcar de Castro

 

Tirar vida do barro, da madeira ou de uma rocha é o fabuloso ofício do escultor. Para Michelangelo Buonarroti, esta era a mais nobre de todas as artes. O poder da plasticidade de uma escultura é algo que realmente fascina a humanidade.


Uma das mais notáveis manifestações da arte mineira tem sido a escultura. No período colonial, o gênio de Antônio Francisco Lisboa, o Aleijadinho, tirou vida da pedra sabão e do cedro. Os santeiros tiraram santos e arcanjos da madeira para a devoção dos fervorosos católicos mineiros e igrejas e capelas receberam inúmeras talhas e imagens.


Apesar das poucas oportunidades de trabalho, não deixaram de existir escultores no século 19. No final do século, artistas estrangeiros foram contratados para trabalhar na decoração dos prédios públicos de Belo Horizonte, a nova capital do estado de Minas Gerais. Executaram, principalmente, baixos-relevos e florões em estuque.


A atividade ganharia importância novamente no século 20. O primeiro nome de destaque foi Zina Aita, artista plástica e ceramista que organizou a primeira exposição de arte moderna de Belo Horizonte. Na década de 40, as artes na capital foram revigoradas com a criação da Escola de Belas Artes. A partir daí, uma geração de grandes escultores se revela, a exemplo de Paulo Laender e Amílcar de Castro.

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